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Apple Card promete uma nova experiência com cartão de crédito

Simplicidade, transparência, privacidade e desenhado para ajudar consumidores a terem uma saúde financeira: esse é o Apple Card.

Seguido do Apple News+, outro serviço anunciado pela Apple nesta segunda-feira (25) é o Apple Card. Ligado ao Pay, o cartão de crédito da empresa de Cupertino é uma parceria com o banco Goldman Sachs e a Mastercard, exclusivo para consumidores dos Estados Unidos.

A intenção da Apple com o novo cartão de crédito é transformar a experiência com o plástico, simplificando o processo de aplicação, eliminando taxas, trazendo um programa de recompensas claro, com o Daily Cash, além de privacidade e segurança.

Disponível a partir do verão no hemisfério norte nos Estados Unidos, esse é um cartão de crédito “feito para o iPhone”. Disponível direto na Wallet, é possível pagar com Apple Pay em lojas, aplicativo ou sites. O usuário pode ver os seus gastos em tempo real, com suporte 24/7 e diferenciar onde ele gastou o que e quanto. A novidade é que apenas o usuário sabe as compras feitas e não a Apple.

Outro diferencial do serviço é o Daily Cash. Isso significa que todos os dias o usuário recebe uma porcentagem do dinheiro gasto em compras. São 2% ao usar o Apple Pay, 3% ao usar o Apple Pay nas lojas da Apple e 1% em compras feitas com o cartão de crédito físico. Esse dinheiro vai direto para o Apple Cash e pode ser usado para qualquer tipo de pagamento.

Com o Apple Card, não há taxas anuais, internacionais ou por passar do limite dos gastos. E para evitar que o cliente se perca nos gastos, a Apple traz aconselhamentos de pagamento no mês – apesar de que a regra é a mesma: só gaste no crédito o que você consegue pagar.

Preocupação com privacidade e novo plástico

A parceria da Apple com o banco Goldman Sachs e a Mastercard é clara: Sachs não compartilhará ou venderá dados do usuários para terceiros para marketing e anúncios. Já a Mastercard permitirá que os donos dos cartões possam pagar em qualquer lugar do mundo.

O Apple Card não será apenas digital, mas também físico. O plástico está mais para titânio e não terá um número no cartão, CVV, data de expiração ou assinatura. Todas essas informações estarão disponível na Wallet para usar em aplicativos e sites da internet.

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, é editor de internet do Jornal da Globo e escreve sobre tecnologia e games.