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Qual iPad escolher em 2019?

Com quatro linhas disponíveis e cinco tamanhos diferentes, como escolher entre o iPad, mini, Air e Pro?

O iPad, da Apple, é uma das maiores linhas de produtos da empresa. São quatro modelos, cinco tamanhos de tela diferentes, com diversas opções de armazenamento, cor, acessórios e conectividade. Confira para quem cada  iPad é indicado e faça a melhor escolha.

O básico: iPad de 6ª geração

Lançado em março de 2018, o iPad de 6ª geração é o modelo mais “antigo” vendido pela Apple. Com uma tela Retina de 9,7 polegadas, o display não é totalmente laminado nem tem revestimento antirreflexo, como outros modelos.

Sendo a versão de entrada, ele usa o processador A10 Fusion, o mesmo presente no iPhone 7, e tem opções de armazenamento interno de 32GB e 128GB, com conectividade Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular.

O conjunto de câmeras é de 8MP na principal, gravando até em 1080p, enquanto a câmera de selfie é de 1,2MP e é chamada de “FaceTime HD”. Ele vem com dois alto-falantes, leitor de impressão digital Touch ID e conta com alguns sensores para melhor uso da Realidade Aumentada. A bateria dele, como de todos os iPads, beira 10 horas de uso.

Para quem ele é recomendado: sendo o iPad de entrada, ele é o mais barato da linha. Disponível em Prateado, Cinza-espacial e Dourado, ele custa a partir de R$ 2.799 (ou US$ 329, nos EUA). Este iPad é indicado para estudantes, que podem aproveitar de um rápido processador, teclado bluetooth de terceiros, suporte ao Apple Pencil de primeira geração para desenhar e escrever, e ainda está pronto para apps de Realidade Aumentada para uma imersão maior nos estudos. O iPad de sexta geração também é ótimo para mexer nas redes sociais, jogar joguinhos e ler e-mails.

O menor-veloz: iPad mini

Lançado em março de 2019, o iPad mini viu a primeira grande atualização desde 2014. Com uma tela Retina de 7,9 polegadas, ele conta com todas as tecnologias dos iPads mais caros, como tela totalmente laminada, revestimento antirreflexo, ampla tonalidade de cores e tela True Tone, ficando apenas sem a tecnologia ProMotion que torna transições e a rolagem de sites, por exemplo, mais fluidos.

Com o processador A12 Bionic com Neural Engine, o mesmo dos novos iPhones XS, XS Max e XR, o iPad mini é uma besta de rápido. Ele tem opções de armazenamento interno de 64GB e 256GB, tanto em Wi-Fi, quanto Wi-Fi + Cellular.

Com uma câmera principal de 8MP e uma frontal de 7MP, ambas gravam até em Full HD (1080p). Com dois alto-falantes, o iPad mini também usa o Touch ID e tem giroscópio de três eixos, acelerômetro, sensor de luz ambiente e barômetro.

Para quem ele é recomendado: o iPad mini é ideal para reuniões e apresentações. Pequeno e discreto, é fácil fazê-lo caber em qualquer bolsa. Por usar o processador dos novos iPhones, ele está pronto para rodar qualquer jogo e aplicativos de edição pesados. Para quem quer combinar leveza com praticidade, ler e-mails e mexer nas redes sociais, nunca foi tão simples. O tablet suporta teclados de terceiro e também funciona com o Apple Pencil de primeira geração para desenhar ou escrever à mão. Disponível em Prateado, Cinza-espacial e Dourado, ele começa em R$ 3.499 (ou US$ 399, nos EUA).

Substituindo o Pro: iPad Air

Também há anos sem uma atualização, o iPad Air chegou a sumir do catálogo de iPads da Apple, mas voltou mais “Pro” do que nunca. Também lançado em março de 2019, ele compartilha de várias especificações do iPad mini. Com um design ligeiramente refinado, as bordas são menores nas 10,5 polegadas de tela Retina.

Ele também usa o processador A12 Bionic e tem opções de armazenamento interno de 64GB e 256GB, com conectividade Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular.

Aqui, o Air tem uma coisa que o aproxima da linha Pro – além do processador tão poderoso quanto – que é o conector inteligente em uma das laterais do tablet. Ele permite que o usuário conecte o Smart Keyboard do iPad Pro de 10,5 polegadas (que não existe mais) no Air. Com isso, dos iPad apresentados até agora, esse é o primeiro da linha a ter uma solução de teclado própria da Apple e que não usa bluetooth e nem precisa ser carregado.

O iPad Air também usa o Touch ID. As câmeras são as mesmas do mini e a bateria beira 10 horas, como os demais modelos. Com suporte ao Apple Pencil de primeira geração, sinta-se livre para desenhar e escrever com o lápis da Maçã.

Para quem ele é recomendado: o iPad Air é indicado para quem busca uma tela maior do que as apresentadas até agora, que tenha uma solução própria da Apple para escrever (alô, Smart Keyboard) e que possa soltar a criatividade se precisar (com o Apple Pencil). Com um processador potente, você vai poder editar, usar vários aplicativos ao mesmo tempo e não sentir nenhum lag. Aqui, ao menos que você faça muita questão do desbloqueio facial e do novo design da linha Pro, você consegue o melhor que um iPad pode oferecer, só que a partir de R$ 4.499 (ou US$ 499, nos Estados Unidos). O Air está disponível em Prateado, Cinza-espacial e Dourado e é a opção mais segura entre um tablet com funções profissionais, mas por um preço mais em conta.

Mais é mais: iPad Pro

O iPad Pro foi lançado em outubro de 2018 e chegou logo depois dos novos iPhones. Considerado a maior revolução de tablets da empresa desde o iPad original, os modelos Pro de terceira geração lembram o iPhone 5 graças o acabamento em alumínio. Com bordas pequenas, a tela usa a mesma tecnologia “Liquid Retina” do iPhone XR, que deixa as extremidades do display arredondadas.

São dois modelos: 11 polegadas e 12,9 polegadas. No dia a dia, a versão menor ficou com o mesmo tamanho físico da versão de 10,5 polegadas, só que com mais tela e o de 12,9 polegadas ficou menor que a geração anterior, com bordas menores. Dentre as tecnologias de display, o que difere este iPad de todos os outros é a tecnologia ProMotion. Basicamente, a taxa de atualização da tela é mais rápida, então as transições de app ou rolagem de páginas na web parecem mais fluidos. É bem nerd, mas muito legal de usar.

O processador é o A12X Bionic, uma variação um pouco mais poderosa do A12 Bionic. A câmera principal dele é de 12MP e conta com o que você espera de um conjunto de lentes de iPhone: flash True Tone de quatro LEDs, retroiluminação, Foco Automático, HDR Inteligente, entre outros. Já a câmera frontal usa o sistema TrueDepth do iPhone XS. Estes são os únicos iPads que fazem Modo Retrato na câmera frontal e permitem que você ajuste o desfoque e veja os modos de Iluminação de Estúdio antes de fazer o clique.

A capacidade de armazenamento vai de 64GB, a 256GB, 512GB e 1TB, com opções de conectividade Wi-Fi e Wi-Fi + Cellular.

Os novos iPads Pro podem gravar até em 4K a 60 quadros por segundo. Aqui, você vê uma campanha gravada, editada e feita por esses tablets. Em relação ao áudio, o tablet conta com quatro alto-falantes, que trazem um som “cheio”.

O desbloqueio dele é pelo rosto, com o Face ID. A grande diferença dos iPhones é que você pode desbloquear o iPad em qualquer posição. O Smart Keyboard aqui é de segunda geração, assim como o Apple Pencil.

Outra curiosidade é que ele é o primeiro iPad da Apple com entrada USB-C. Mais fácil para você conectar periféricos, dá até para carregar o seu iPhone usando o tablet.

Para quem ele é recomendado: se você quiser fazer igual no comercial que a garota pergunta para a mãe “o que é um computador”, está aí o iPad Pro de terceira geração. Mais potente que computadores convencionais e benchmarks tão altos quanto os de um MacBook Pro, este é o tablet de designers, engenheiros, editores e usuários Pro. É armazenamento de sobra e liberdade para o usuário usar o tablet como quiser. Disponível em Cinza-espacial e Prateado, o iPad Pro custa a partir de R$ 6.799 (ou US$ 799, nos Estados Unidos) no modelo de 11 polegadas e R$ 8.399 (ou U$ 999, nos Estados Unidos) na versão de 12,9 polegadas.

Acessórios para o seu iPad

Apple Pencil de primeira geração: com visual arredondado, ele funciona em todos os iPads acima, menos os Pro. Para carregá-lo, é necessário espetar a parte de trás do lápis na porta Lightning do tablet. Custa R$ 749 (ou US$ 99).

Apple Pencil de segunda geração: exclusivo para os novos iPad Pro, ele tem uma precisão maior na tela, tem um visual mais parecido com o lápis, o que impede dele rolar em uma mesa, e é carregado na parte de cima do tablet. Custa R$ 979 (ou US$ 129).

Capa Slim Folio da Logitech com teclado Bluetooth para iPad: essa é a solução que a Apple indica para os tablets de sexta geração. É possível prender o Apple Pencil na case. Ela protege tanto a frente quanto a traseira do produto. O teclado se conecta via bluetooth. Custa R$ 599 (ou US$ 99,95).

Smart Cover para iPad mini: das cases mais tradicionais, ela protege a frente do seu tablet. Ela pode ser virada para trás deixando o produto de pé na horizontal ou com uma leve inclinação para você digitar direto na tela. Custa R$ 349 (ou US$ 39).

Smart Cover para iPad Air: das cases mais tradicionais, ela protege a frente do seu tablet. Ela pode ser virada para trás deixando o produto de pé na horizontal ou com uma leve inclinação para você digitar direto na tela. Custa R$ 399 (ou US$ 49).

Smart Keyboard para iPad Air: teclado da Apple com estilo “origami”. É possível jogar as teclas para trás para ver Netflix, por exemplo. Só tem uma inclinação para digitar, mas se ficar firme no colo, não tem erro. Não precisa ser carregado, é só encaixá-lo no conector do próprio iPad. Ele só protege ou a frente ou a traseira do tablet. Custa R$ 1.049 (ou US$ 159).

Smart Folio para iPad Pro: protege tanto a frente quanto a parte de trás do iPad de 12,9 polegadas. É possível deixá-lo de pé na horizontal ou com uma leve inclinação para você digitar direto na tela. Custa R$ 799 (ou US$ 99)

Smart Keyboard Folio para iPad Pro: segunda geração do Smart Keyboard. Protege a frente e a traseira do iPad. Duas inclinações para digitar no modo “colo” e modo “mesa”. Não dá para jogar o teclado para trás ficando só com a tela aparecendo para ver Netflix. Custa R$ 1.199 (ou US$ 179) no modelo de 11 polegadas e R$ 1.349 (ou US$ 199) no modelo de 12,9 polegadas.

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, é editor de internet do Jornal da Globo e escreve sobre tecnologia e games.