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I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.
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]]>São muitos os pontos de destaque do computador: a volta de várias portas, tela miniLED com tecnologia ProMotion, webcam Full HD, bordas menores e a volta das teclas de função, mas nada disso faria uma diferença tão grande se não fosse pela nova geração de processadores M1 Pro e M1 Max.
Os novos chips M1 Pro e M1 Max são a primeira grande atualização após a chegada do primeiro chip próprio da Apple para Macs, o M1, em novembro de 2020. Já de cara, a empresa trouxe mais núcleos, s
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]]>Seja pelas câmeras, pela tela, pela performance ou pelas funcionalidades extras, nunca foi tão fácil concordar que essa variante do smartphone da Apple está mesmo em “outro patamar”. Especialmente se comparada com o iPhone convencional.
No entanto, o que isso significa na prática? Desde 2019, quando a empresa apresentou a primeira versão super premium de seu smartphone – já muito premium, vale observar – temos visto, sobretudo, mudanças incrementais a cada novo iPhone Pro.
Em 2022, o iPhone 14 Pro continua sem prometer revoluções, mas alcança um patamar de refinamento que certamente o diferencia até mesmo da geração imediatamente anterior.
Nas linhas a seguir, eu te conto, em detalhes, como foram as minhas últimas duas semanas com o mais novo smartphone topo de linha da Apple – ressaltando, principalmente, o salto em relação à geração passada. Vamos juntos?
É fato que, pros olhares menos atentos, é quase impossível diferenciar o iPhone 14 Pro do seu antecessor direto, que também teve review aqui no nova. Apesar nova cor, da nova ilha dinâmica e até da nova tela sempre ativa, apenas nerds como eu (e, talvez, você) saberão diferenciar, de cara, um modelo do outro.
Pra quem utiliza as duas gerações, no entanto, é fácil perceber como o novo iPhone Pro está bem mais polido que o anterior. E o que torna tudo isso ainda mais evidente é que, este ano, em vez de apostar em melhorias discretas, a Apple foi com tudo naquilo que mais importa: tela e câmeras.
Para quem não acompanhou o lançamento, o novo iPhone 14 Pro vem nos mesmos tamanhos da geração passada, a diferença é que a tela é consideravelmente mais brilhante, enquanto as câmeras, sobretudo a principal, estão bem mais sensíveis à luz.
De volta ao design, apesar do novo roxo profundo estar entre as cores mais ousadas já testadas nessa linha, a receita de vidro, aço inoxidável e câmeras avantajadas grandes segue intacta.
Ainda assim, se você não quiser mergulhar nas profundezas do púrpura com a nova cor de lançamento do iPhone, o modelo também é vendido nos tons prateado, dourado e preto-espacial. Além de ser a cor do modelo utilizado nesta análise, é a coloração mais escura já utilizada na linha.
De resto, absolutamente mais nada distingue essa e a geração anterior por fora – com exceção, é claro, do novo truque embutido no display, sobre o qual falaremos na seção seguinte.
Apresentado em 2017, o sistema Face ID revolucionou a experiência de utilizar o iPhone. Ao permitir que o aparelho seja desbloqueado com um simples olhar, o recurso nos fez “esquecer” que, hoje em dia, a maioria de nós têm senhas em seus smartphones – é só olhar, arrastar e pronto, é como se nunca estivesse bloqueado.
Apesar disso, o recurso nunca deixou de também ser polêmico, especialmente por introduzir um entalhe que não agregava em nada a interação com a tela. Mas eu uso o termo no passado porque, no iPhone 14 Pro, a história é bem diferente.
A partir da miniaturização dos componentes que formam o sistema de reconhecimento facial do iPhone, a Apple conseguiu fazê-lo ser parte da tela.
Com isso, se o notch era uma área completamente inerte, que residia no topo do display esperando apenas que você não o notasse, agora, a Ilha Dinâmica – como a Apple está chamando esse novo recurso – captura a sua atenção propositalmente, a fim de te mostrar alertas e atividades em segundo plano.
Assim como na série Lost, essa ilha parece estar viva – mas os motivos aqui são bem diferentes.
Graças às animações de alta qualidade e à profunda integração entre hardware e software, ao mesmo tempo em que o recurso sinaliza informações importantes, dando utilidade para o espaço tomado pelo Face ID, ele também te faz esquecer o principal motivo de estar ali: esconder o sistema de reconhecimento facial do iPhone, além da câmera de selfies.
Na prática, contudo, é preciso dizer que, ao menos por enquanto, as capacidades da Ilha Dinâmica se resumem às que a própria Apple lhes forneceu. É possível, por exemplo, ter acesso facilitado à música que está tocando no momento, bem como visualizar a contagem de um timer definido no relógio.
Noutros casos, a implementação da Ilha é mais estética do que útil: algumas animações que antes apareceriam em diferentes cantos da tela, agora aparecem no meio desse notch “vivo”.
Um bom exemplo é ato de conectar os AirPods ao iPhone. Antes, a animação invadia boa parte da tela – agora, ela é exibida de forma bem discreta, mas que, ainda assim, te permite verificar a bateria do acessório.
Na maioria dos casos, tocar a Ilha te permite acessar o aplicativo que faz uso dela no momento, enquanto tocar e segurar abre um widget com alguns controles – sem te tirar do aplicativo que você está usando. De todo modo, a verdadeira expectativa é sobre como os outros desenvolvedores aproveitarão esse novo recurso.
Em sua apresentação da funcionalidade, no lançamento do iPhone 14 Pro, a Apple mostrou a Ilha sendo utilizada como uma espécie de “janela” para atividades em segundo plano, exibindo o tempo de chegada do seu Uber, a navegação de GPS, o status de uma chamada em curso, entre outros.
Enquanto tudo isso não chega, a Ilha Dinâmica está mais para um truque do que algo efetivamente útil. Ainda assim, o recurso impressiona por demonstrar “a mágica” que uma boa integração entre hardware e software é capaz de fazer.
Agora que eu já gastei metade da análise falando dessa minúscula parte do display, vale abordar também o que está em volta: nessa nova geração do iPhone, a Apple promete um pico de brilho consideravelmente maior, saltando de 1200 nits, no iPhone 13 Pro, para até 2000 nits, quando se está debaixo do sol forte.
Utilizar o iPhone 13 Pro sob luz solar intensa sempre foi um desafio: não sei se por ser o primeiro modelo com tela ProMotion, o modelo anterior sempre me pareceu meio “ofuscado” – a situação ficava ainda pior quando o aparelho esquentava e precisava reduzir ainda mais o brilho para diminuir a temperatura.
No iPhone 14 Pro Max, apesar de não sentir que a tela é quase duas vezes mais brilhante, o ganho de brilho é bastante perceptível – a ponto de eu me pegar, pela primeira vez na vida, diminuindo a luminosidade da tela porque estava muito forte.
Em termos de cor e contraste, as diferenças entre as gerações são praticamente imperceptíveis – contudo, vale lembrar que, para fins técnicos, a tela do iPhone 14 Pro tem um HDR de maior qualidade, já que o intervalo entre o brilho mínimo e o máximo (1600 nits quando não está sob o sol) é maior que na geração passada.
Para finalizar o display, é válido ressaltar outra tecnologia que estreou neste iPhone e está dando o que falar: a tela sempre ativa.
Como o nome bem diz, o recurso permite que a tela do iPhone esteja sempre “ligada”, mesmo que o aparelho esteja bloqueado, consumindo o mínimo de energia necessária para tanto.
A princípio, não é nada muito diferente do Always On Display visto em outros aparelhos, já que seu objetivo é o mesmo: exibir informações importantes – como o relógio e as notificações – sem que seja necessário pegar o dispositivo ou ativar a tela.
Contudo, a implementação da Apple é bem mais “ousada” que a vista na concorrência. Aqui, não só as horas, os widgets e as notificações são exibidas, como também o papel de parede, fazendo com que a tela sempre ativa seja idêntica à tela bloqueada quando acesa, só que mais escura.
Com isso, não demorou muito para que críticos acusassem o recurso de ser chamativo demais, distraindo o usuário – que pode achar que
tela sempre ativa mostra uma versão levemente escurecida da sua tela bloqueada padrão, causando a impressão de que o aparelho está sempre
A frase que entitula essa análise é do Paulo Del Vale, fotógrafo brasileiro internacionalmente reconhecido e que, não só por essa frase, é motivo de inspiração em muito do que eu faço na área.
E olha… eu não poderia concordar mais. Em menos de duas semanas
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]]>Os AirPods Pro 2 seguem com o mesmo design da geração anterior, porém o estojo de carregamento agora conta com as tecnologias da rede Buscar, um chip U1 para uma busca precisa, falantes para emitir sons e um espaço para prender o estojo com um cordão.
Isso ajuda garantir mais paz de espírito com os AirPods, já que é possível sempre localizá-los.
Outro recurso que eu gosto bastante nestes fones é a possibilidade de controlá-lo pela haste externa dele. Ao fazer uma pequena pressão ou deslizar o dedo, é possível controlar a música, aumentar ou diminuir o volume e até alternar entre os perfis de som. Para mim, a haste funciona melhor do que ficar batucando no fone dentro do ouvido, algo que a maioria dos earbuds opta por fazer. Porém, caso você esteja se exercitando muito e a mão fique suada, é difícil deslizar o dedo para controlar o volume.
Vale lembrar que desde o seu lançamento em 2016, nem todo mundo encontrou nos AirPods o maior conforto do mundo. Mesmo com mudanças de design com os AirPods 3 e uma opção com pontas de borracha com os AirPods Pro, tem quem se sinta incomodado com os fones da Apple.
Felizmente, conforto nunca foi um problema para mim e os AirPods Pro 2 seguem sendo os meus fones de ouvido preferidos para o dia a dia. Mesmo assim, para aqueles que tiveram problemas com a primeira geração, vão gostar de saber que a empresa agora envia quatro tamanhos de ponta diferentes, indo do modelo XS para o S, M e L. Para a maioria das pessoas, o M, que já vem colocado nos AirPods, deve ser a opção mais indicada.
Para ter certeza se a borracha escolhida é a correta, a Apple faz um teste de pontas super útil que está disponível nos Ajustes do iPhone.
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]]>Por antigo, estamos falando de processadores Intel top de linha de 2019 e 2020. Apesar destes modelos não serem necessariamente velhos, a empresa já está há um tempo fazendo a transição entre os seus antigos computadores e os novos que contam com uma arquitetura mais moderna e usam a nomenclatura M.
Essa mudança começou em junho de 2020 quando a Apple anunciou o macOS Big Sur. Naquela época, a empresa estava focada em um grande redesign para aproximar o macOS não só do iOS, mas também do iPadOS. Era o começo de um plano da Apple de lançar funções integradas entre os seus computadores e tablets, como o Stage Manager, Sidecar e Espelhamento do iPhone no Mac, que chegaram ao longo dos últimos anos.
Porém, a mudança não viria sozinha. Afinal, a empresa também havia anunciado planos de um computador com uma nova arquitetura e que usaria um chip parecido com o A12Z, até então disponível no iPad Pro mais recente. Mais tarde, em 2020, a Apple finalmente anunciou os seus Macs com chip M1.
No caso do MacBook Air e do MacBook Pro, a carcaça dos modelos seguia a mesma, mas por dentro tudo havia mudado. O chip M1 não só entregava mais performance e eficiência energética como também marcava o começo de uma nova era para a linha de computadores da Apple. Desde então, a empresa avançou rapidamente com os chips M2, M3 e, mais recentemente, com o anúncio dos primeiros Macs com chip M4.

Com cada nova geração, ficou evidente que os Macs com Apple Silicon estavam deixando os modelos com Intel para trás — não só em velocidade, mas também em suporte a recursos de software. Funções como o uso de apps de iPhone no Mac, a integração mais profunda com acessórios e até ferramentas de inteligência artificial embarcadas no sistema exigem justamente essa nova arquitetura.
Com macOS 26 Tahoe, a Apple sinaliza de forma definitiva que é hora de deixar os Macs Intel no passado. Embora esse movimento possa parecer abrupto, ele faz parte de uma estratégia clara: manter o ecossistema da Apple mais coeso e preparado para o futuro. Os chips da série M oferecem capacidades que os Intel simplesmente não acompanham, seja no gerenciamento de energia, na eficiência de processos em segundo plano ou na implementação de modelos de machine learning locais, como o Apple Intelligence.
Ao encerrar o suporte aos Macs Intel no próximo sistema, a Apple não está abandonando usuários; está empurrando toda a plataforma para frente. Com menos variações de hardware para dar suporte, a empresa pode focar em experiências mais otimizadas, atualizações mais rápidas e recursos que realmente tiram proveito do que os seus chips são capazes de fazer.
macOS Tahoe, portanto, não é apenas o último capítulo para os Macs com Intel. Ele é, ao mesmo tempo, uma celebração do que esses modelos representaram por quase duas décadas e um aceno confiante para o que vem a seguir.

Justamente olhando adiante, os próximos anos prometem mudanças significativas para os MacBooks. Em 2026, a Apple deve celebrar os 20 anos do primeiro MacBook Pro, lançado originalmente em 2006. E, de acordo com rumores, a empresa prepara uma edição comemorativa à altura da ocasião.
A expectativa é que esse novo modelo estreie a tão aguardada tela OLED nos MacBooks, trazendo não apenas melhorias em brilho e contraste, mas também em eficiência energética e fidelidade de cores. Essa mudança marcaria uma ruptura importante com os atuais painéis miniLED, posicionando o MacBook Pro com uma tela ainda melhor do que a disponível no iPad Pro.
Além do novo display, especulações apontam que a Apple pode finalmente trazer conectividade Cellular para seus laptops. O modelo comemorativo poderia ser o primeiro a incluir o sucessor do modem 5G C1, chip desenvolvido internamente pela Apple. Com isso, o MacBook Pro se tornaria um dispositivo ainda mais independente, capaz de manter conexão constante mesmo longe do Wi-Fi, algo que há anos é pedido por profissionais e usuários móveis.
Se confirmados, esses avanços consolidariam uma nova geração de MacBooks ainda mais integrada ao ecossistema da Apple, com hardware de ponta, conectividade ampliada e foco em mobilidade e desempenho contínuo.
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