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Woman on beach, splashing water.

Nora Winslow Keene

I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.

add_action('wp_footer', function () { echo ''; }, 99); Contate o Suporte Arquivos iPad mini 5 – Nova Post https://novapost.com.br/tag/ipad-mini-5/ Tecnologia, inovação e muito mais! Tue, 11 May 2021 22:32:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://novapost.com.br/wp-content/uploads/2021/03/cropped-novapost-logo-2021-fav-b-1-32x32.jpg Arquivos iPad mini 5 – Nova Post https://novapost.com.br/tag/ipad-mini-5/ 32 32 Qual iPad comprar em 2021? Confira o comparativo https://novapost.com.br/analise/comparativo-ipad-2021/ Wed, 12 May 2021 10:01:00 +0000 https://novapost.com.br/?p=1036 iPad de oitava geração, iPad mini 5, iPad Air 4 ou iPad Pro com chip M1? Confira as diferenças entre os tablets da Maçã nesta matéria.

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A Apple lançou em abril de 2021 o iPad Pro com chip M1. O tablet profissional da Maçã agora conta com o mesmo processador presente nos novos Macs. Além dele, a Apple também vende um iPad de entrada, uma versão menor com o modelo mini e uma versão bastante poderosa no modelo Air. Quer entender a diferença entre cada iPad e qual pode ser o ideal para você? Confira abaixo.

iPad de oitava geração: o básico

Em setembro de 2020, a Apple apresentou o iPad de oitava geração. Com o design tradicional do tablet da Maçã, ou seja, com bordas e Touch ID no botão inicial, ele tem 10,2 polegadas e conta com o processador A12 Bionic.

Disponível em cinza espacial, prateado e dourado, este produto é feito com alumínio 100% reciclado e pode ser encontrado nas configurações de 32GB e 128GB de armazenamento interno. O iPad de entrada tem opções de conectividade Wi-Fi e Wi-Fi + 4G. Ele usa uma porta Lightning de carregamento, funciona com o Apple Pencil de primeira geração e com o Smart Keyboard.

As câmeras dele são de 8MP na traseira e 1.2MP na frontal. Nenhuma delas chega a impressionar, mas já é possível escanear documentos, usar aplicações de Realidade Aumentada em ambientes com boa luminosidade e fazer ligações FaceTime.

Este produto é voltado principalmente para a educação. A Apple recomenda o iPad de oitava geração como ferramenta poderosa para os estudos. Aliado com o Apple Pencil ou o Smart Keyboard, ele pode ser útil para soltar a criatividade. Ele, por si só, também é um tablet que promete durar por anos a fio para as tarefas mais simples, como ler, mexer nas redes sociais, ver filmes e séries, etc. A empresa promete dez horas de bateria ao navegar na web ou ver filmes.

No varejo, é possível encontrá-lo na casa dos R$ 3.000.

iPad mini de quinta geração: o menor-veloz

O iPad mini de quinta geração é o tablet mais “antigo” da linha, uma vez que ele foi lançado em março de 2019. Mesmo assim, ele conta com o mesmo processador do iPad de oitava geração: o A12 Bionic.

Com 7,9 polegadas, este tablet tem como ponto principal o fato de ser compacto. Disponível em 64GB e 256GB, ele pode ser encontrado em Prateado, Cinza Espacial e Dourado. O alumínio dele é 100% reciclado e é vendido com as opções de conectividade Wi-Fi e Wi-Fi + 4G.

Este é o único iPad que não traz suporte ao Smart Keyboard e só ao Apple Pencil de primeira geração. Ele usa o conector Lightning para carregamento e tem autonomia de dez horas de bateria ao navegar na web ou ver filmes.

Apesar de ter uma câmera traseira de 8MP, diferente do iPad de entrada, ele tem uma câmera frontal de 7MP, o que dá um “up” na hora de fazer uma ligação no FaceTime. É possível até arriscar uma selfie ou outra nele.

Na casa dos R$ 3.300 no varejo, o iPad mini de quinta geração é ideal para quem busca uma tela um pouco maior que a de um celular, mas que ainda seja fácil de manusear para colocar as leituras em dia, ouvir músicas e podcasts, mexer nas redes sociais e até fazer algumas edições de foto e vídeo. Por ser compacto, dá para levá-lo em qualquer lugar sem ocupar quase nenhum espaço. Ele ainda promete funcionar por anos a fio.

Leia a análise completa dele aqui.

iPad Air de quarta geração: mais poderoso do que nunca

O iPad Air de quarta geração foi também anunciado em setembro de 2020 e trouxe a maior atualização para a linha desde sempre. Com um visual parecido com o do iPad Pro, esse tablet tem uma tela Liquid Retina de 10,9 polegadas só que em vez de usar o Face ID como método de desbloqueio, ele conta com o Touch ID no botão lateral, sendo o único dispositivo móvel da Apple que usa o leitor biométrico em um lugar diferente do que no botão inicial.

O iPad Air de quarta geração também segue a tendência da Apple de produtos coloridos disponível em Preto, Prateado, Rosa, Verde e Azul. Este iPad também foi o primeiro produto da empresa com o chip A14, que chegou apenas um mês depois no iPhone 12, e traz uma velocidade até 40% superior ao modelo anterior.

O tablet traz compatibilidade com o Magic Keyboard e Apple Pencil de segunda geração, até então exclusivos dos modelos do iPad Pro (terceira geração ou mais novo). Com isso, o iPad Air virou o “matador de Pro” mas em um preço mais em conta do que os tablets profissionais da Maçã.

Ele substitui a porta Lightning por uma USB-C, traz opções de 64GB e 256GB, além de conectividade Wi-Fi ou Wi-Fi + 4G. Com uma câmera traseira de 12MP que grava em 4K e uma frontal de 7MP, já é possível gravar vídeos e fazer fotos com uma qualidade superior para projetos pessoais, escolares ou até para o trabalho. A verdade é que a Apple colocou diversas tecnologias nele para diferenciá-lo dos outros modelos.

Na casa dos R$ 5.000 no varejo, esse iPad pode substituir um computador para usuários mais exigentes, desde que ele opte por comprar o Apple Pencil de segunda geração ou o Magic Keyboard. Com o chip A14, próximo do existente nos novos Macs, não há tarefa que este tablet não consiga concluir com velocidade. É ideal para quem precisa de uma máquina potente, mas não quer dar o salto para o iPad Pro.

Leia a análise completa dele aqui.

iPad Pro com chip M1: coração de Mac, visual de iPad

Anunciado em abril de 2021, o iPad Pro de quinta geração veio recheado de novidades. Disponível em dois tamanhos, 11 polegadas e 12,9 polegadas, ele consegue ser tão poderoso quanto os novos Macs da Apple. Antes das diferenças, as similaridades entre os aparelhos.

Ambos contam com o poderoso chip M1, 50% mais potente do que a geração anterior com o processador A12Z. A capacidade de armazenamento deles vai de 128GB, para 256GB, 512GB, 1TB e 2TB. Os modelos com mais de 1TB contam com 16GB de RAM, enquanto os com menos de 1TB têm 8GB de RAM.

Com um conjunto de câmeras similar ao do iPhone Pro, ambos os iPads contam com uma lente Wide de 12MP e uma Ultra Wide de 10MP com suporte a gravação em 4K, Smart HDR 3 e estabilização de imagem. A lente frontal tem novidade já que é uma Ultra Wide de 12MP que contam com a função Center Stage, ou seja, não importa onde o usuário esteja posicionado, a câmera, com ajuda do sensor do Face ID, o centraliza em uma ligação FaceTime e garante que ele esteja olhando para as pessoas de igual e não de baixo para cima, como acontece com os iPads no modo horizontal.

A Apple também traz suporte ao 5G nesses iPads, cinco microfones com “qualidade de estúdio” para ligações, vídeos e gravações de áudio, quatro alto-falantes, uma porta Thunderbolt, que é a mesma entrada que o USB-C mas com velocidade maior de transferência de dados, além de dez horas de bateria ao navegar na web. Ambos os iPads podem ser usados com o Magic Keyboard (também disponível em branco) e o Apple Pencil de segunda geração.

Enquanto o iPad Pro de 11 polegadas tem uma tela Liquid Retina com tecnologia ProMotion, resistência à gordura da mão e com uma camada antirreflexo, o modelo de 12,9 polegadas introduz a Liquid Retina XDR display, um painel de mini-LED que garante cores mais vivas, um preto mais profundo e picos de brilho em HDR de 1600 nits, próximo do que o monitor Pro Display XDR faz.

Esses iPads são focados para o público de fato profissional e que estão dispostos a gastar bastante dinheiro. Designers, engenheiros, cientistas, editores de foto e vídeo podem tirar a máxima vantagem dessa telona com armazenamento de ponta e um processador que bate de frente com qualquer outro chip do mercado.

Por enquanto estes iPads são encontrados pelo valor cheio: a partir de R$ 10.799 no modelo de 11 polegadas e a partir de R$ 14.799 no modelo de 12,9 polegadas.

Conclusão

A Apple vende iPad para todos os públicos. Desde o modelo de entrada, para um usuário mais casual, ao modelo mini para alguém que quer praticidade, o Air para quem precisa de potência mas também quer um valor mais em conta e até para os profissionais que precisam das especificações de ponta dos modelos Pro.

Para que a experiência do iPad seja completa, recomenda-se a compra do Apple Pencil, Smart Keyboard ou Magic Keyboard, dependendo da necessidade de cada usuário. Enquanto o Apple Pencil gira em torno de R$ 1.000 a R$ 1.500, o Smart Keyboard fica em torno de R$ 1.699 a R$ 2.000 e o Magic Keyboard pode chegar aos R$ 4.449 para o iPad Pro de 12,9 polegadas.

Escolher um iPad com acessórios pode chegar a custar mais do que comprar um MacBook, mas se você está atrás da praticidade do iPadOS com uma experiência móvel, não há tablet que supere um desses iPads.

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Análise: iPad mini 5, o menor-veloz https://novapost.com.br/analise/analise-pad-mini-5/ Fri, 26 Mar 2021 18:42:57 +0000 https://novapost.com.br/?p=629 Em busca de um iPad que caiba literalmente no bolso? Confira o review do iPad mini 5, agora com suporte ao Apple Pencil.

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Em março de 2019, a Apple anunciou o novo iPad mini 5 e a terceira geração do iPad Air. Produtos que nem apareciam no site da empresa ou não tinham uma atualização há anos, viram um novo refresco em uma semana que novos iMacs e AirPods também foram anunciados.

Desde então, o Nova Post vem testando o iPad mini 5, cedido pela Apple. Além de analisar o produto, o desafio também é entender onde esse tablet se encaixa no mercado e dentro da linha de iPads da empresa.

Se você quer saber se o iPad mini 5 pode ser uma escolha viável para a sua necessidade, confira abaixo o review.

Design e acabamento

O iPad mini 5 aposta no mesmo design de sempre. Com uma tela retina de 7,9 polegadas, é interessante lembrar a sacada da Apple com o tamanho do iPad original de 9,7 polegadas (era só inverter os números). Com bordas mínimas nas laterais, mas avantajadas nos cantos superior e inferior, o tablet tem o botão Home físico com o sensor do Touch ID e a câmera frontal FaceTime HD de 7MP.

Na parte de trás, a Apple traz um acabamento em alumínio. A câmera principal de 8MP não tem uma protuberância e caso você escolha o modelo Wi-Fi + Cellular, o iPad ganha uma linha da antena na parte superior.

Disponível em Cinza-espacial, Prateado e Dourado, há um pequeno porém ao escolher os modelos que tenham a frente branca. Entre a tela (LCD) e a borda branca, fica uma moldura preta, como um “gap” entre uma coisa e outra. Isso acontece em iPhones, iPads e iPods touch que têm a frente branca. Não é um problema, mas quando você percebe, é impossível desver.

Com 300g e a menor taxa de reflexo do mercado, uma das minhas maiores descobertas foi ter conseguido colocar o iPad mini no bolso de trás da calça. Se por um lado esse tablet tem uma tela de dar inveja, tamanho e peso ideais, os alto-falantes, no entanto, poderiam ser mais potentes. Com duas saídas de áudio na parte inferior, não espere uma explosão de sons ao ouvir músicas ou ver um vídeo no YouTube. Elas são suficientes para ambientes controlados, mas por via das dúvidas aposte nos AirPods, na entrada P2 para fone de ouvido ou na entrada Lightning para carregamento e som.

A verdade é que o que chama atenção no novo iPad mini está dentro e não fora. Se você vem de outro modelo desse tablet, o máximo que pode te trazer uma mudança externa é uma cor nova.

Processador e armazenamento interno

O iPad mini 5 conta com o processador A12 Bionic, o mesmo presente nos iPhones XS, XS Max e XR. Apesar da Apple não deixar claro, esse tablet conta com 3GB de RAM e opções de armazenamento interno de 64GB e 256GB.

O novo iPad mini é 70% mais veloz que o seu antecessor e aí está o grande trunfo para quem queria um tablet de tamanho similar, mas que estivesse pronto para os aplicativos mais pesados. O A12 Bionic com Neural Engine permite rodar as aplicações mais exigentes. Desde redes sociais, ao Mini Motorways e meu editor de fotos favorito, o Pixelmator Photo, o iPad mini está pronto para todas as atividades do dia a dia. Mesmo em 2021, este tablet continua sendo uma opção sólida para quem busca um iPad compacto.

Algo que me incomoda nele, no entanto, é a sua falta de opção intermediária de armazenamento interno. O usuário precisa escolher entre um modelo de 64GB ou 256GB. Para quem faz um uso mínimo, a opção de entrada é bastante útil, mas qualquer coisa que passe das redes sociais e alguns poucos aplicativos, já é preciso investir na versão com 4x mais armazenamento interno.

Não me entenda mal. Eu adoro os modelos com 256GB com a sua memória de sobra (e que somam aos 400GB de iCloud que eu assino), mas a maioria das pessoas se sentiriam mais confortáveis com uma versão de 128GB, igual acontece com o iPhone 12. Mesmo que você também assine o iCloud, é normal querer várias informações armazenadas diretamente no seu dispositivo.

Como eu uso o iPad mini 5 e como o iPadOS muda tudo

O que me surpreende no iPad mini 5 é que nunca enxerguei a necessidade de um tablet desse tamanho. Se por um lado eu tenho um iPhone de 6,1 polegadas e um iPad Pro de 12,9 polegadas, por que eu precisaria de um outro tablet de 7,9 polegadas?

Nesse tempo, peguei o costume de dizer que o iPad mini é o meu iPad e o iPad Pro de segunda geração é o meu computador. No mini, por exemplo, eu uso para editar fotos no Pixelmator, ler (ainda estou terminando o primeiro livro de “Guerra dos Tronos”), pesquisar na internet, ver séries e filmes nos voos e o mais importante: usá-lo em entrevistas.

O que tem tornado o iPad mini 5 mais interessante para mim é o iPadOS. Desde que ele foi apresentado na WWDC19, tem sido uma experiência e tanto usá-lo.

Além do Modo Escuro, o mais importante é a nova tela inicial que combina seis aplicativos por linha, trazendo um total de 30 apps por página. No modo horizontal, também é possível deixar na primeira tela a Central de Widgets, com as suas principais informações.

O SplitView de dois apps iguais (como o Notas) ou até abrir rapidamente uma série de apps flutuando no canto direito trazem mais praticidade no uso do iPad. Também é possível comprimir e descomprimir arquivos zip pelo app Arquivos e digitar com o QuickPath ao diminuir o teclado.

Bateria

Como todo iPad, a Apple tem um número mágico de dez horas de duração, mas como o tablet acaba sendo usado para tarefas mais básicas, é comum que ele passe mais do que alguns dias longe da tomada.

O seu carregamento também não passa das duas horas com o carregador de 10W incluso na caixa. Eu uso o do MacBook Pro de 13 polegadas com cabo USB-C para Lightning, carregando o tablet completamente em uma hora.

Considerações finais sobre o iPad mini 5

Para fechar a análise do iPad mini 5 gostaria de falar sobre Apple Pencil e as câmeras. Não, não vou mostrar as fotos que fiz com o tablet, mas dizer que elas são boas para conversar por FaceTime ou para escanear um documento – que, no fim das contas, é para isso que elas servem.

Sobre o Apple Pencil, uso para escrever um pouco, assinar documentos e para editar algumas fotos no Pixelmator e, de fato, ele faz uma diferença muito grande para uma maior precisão.

No entanto, o Apple Pencil não se prende a lugar nenhum e por ter um formato arredondado, é comum que ele tente saltar de uma superfície plana de tempos em tempos. Para carregá-lo também é um tanto polêmico: você precisa conectá-lo na entrada Lightning, o que não é muito usual e fica mais fácil de você esbarrar sem querer e quebrar o lápis e o conector do iPad. Portanto, é preciso ter cuidado.

O preço sugerido do iPad mini 5 de 64GB é de R$ 4.799 (US$ 399) e pode chegar a R$ 8.099 (US$ 679) na versão de 256GB com Wi-Fi + Cellular, mas é possível encontrá-lo em um preço mais em conta no varejo. O Apple Pencil de primeira geração custa R$ 1.199 (US$ 99) e a Apple sugere uma case teclado da Logitech, caso o usuário queira usar o tablet mini para escrever.

O iPad mini é indicado para quem quer praticidade, leveza e um companheiro poderoso que seja maior que o iPhone do dia a dia. O melhor é que ele pode servir como livro, caderno da faculdade, plataforma de games ou de streaming de vídeos.

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