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Qual iPad comprar em 2021? Confira o comparativo

iPad de oitava geração, iPad mini 5, iPad Air 4 ou iPad Pro com chip M1? Confira as diferenças entre os tablets da Maçã nesta matéria.

A Apple lançou em abril de 2021 o iPad Pro com chip M1. O tablet profissional da Maçã agora conta com o mesmo processador presente nos novos Macs. Além dele, a Apple também vende um iPad de entrada, uma versão menor com o modelo mini e uma versão bastante poderosa no modelo Air. Quer entender a diferença entre cada iPad e qual pode ser o ideal para você? Confira abaixo.

iPad de oitava geração: o básico

Em setembro de 2020, a Apple apresentou o iPad de oitava geração. Com o design tradicional do tablet da Maçã, ou seja, com bordas e Touch ID no botão inicial, ele tem 10,2 polegadas e conta com o processador A12 Bionic.

Disponível em cinza espacial, prateado e dourado, este produto é feito com alumínio 100% reciclado e pode ser encontrado nas configurações de 32GB e 128GB de armazenamento interno. O iPad de entrada tem opções de conectividade Wi-Fi e Wi-Fi + 4G. Ele usa uma porta Lightning de carregamento, funciona com o Apple Pencil de primeira geração e com o Smart Keyboard.

As câmeras dele são de 8MP na traseira e 1.2MP na frontal. Nenhuma delas chega a impressionar, mas já é possível escanear documentos, usar aplicações de Realidade Aumentada em ambientes com boa luminosidade e fazer ligações FaceTime.

Este produto é voltado principalmente para a educação. A Apple recomenda o iPad de oitava geração como ferramenta poderosa para os estudos. Aliado com o Apple Pencil ou o Smart Keyboard, ele pode ser útil para soltar a criatividade. Ele, por si só, também é um tablet que promete durar por anos a fio para as tarefas mais simples, como ler, mexer nas redes sociais, ver filmes e séries, etc. A empresa promete dez horas de bateria ao navegar na web ou ver filmes.

No varejo, é possível encontrá-lo na casa dos R$ 3.000.

iPad mini de quinta geração: o menor-veloz

O iPad mini de quinta geração é o tablet mais “antigo” da linha, uma vez que ele foi lançado em março de 2019. Mesmo assim, ele conta com o mesmo processador do iPad de oitava geração: o A12 Bionic.

Com 7,9 polegadas, este tablet tem como ponto principal o fato de ser compacto. Disponível em 64GB e 256GB, ele pode ser encontrado em Prateado, Cinza Espacial e Dourado. O alumínio dele é 100% reciclado e é vendido com as opções de conectividade Wi-Fi e Wi-Fi + 4G.

Este é o único iPad que não traz suporte ao Smart Keyboard e só ao Apple Pencil de primeira geração. Ele usa o conector Lightning para carregamento e tem autonomia de dez horas de bateria ao navegar na web ou ver filmes.

Apesar de ter uma câmera traseira de 8MP, diferente do iPad de entrada, ele tem uma câmera frontal de 7MP, o que dá um “up” na hora de fazer uma ligação no FaceTime. É possível até arriscar uma selfie ou outra nele.

Na casa dos R$ 3.300 no varejo, o iPad mini de quinta geração é ideal para quem busca uma tela um pouco maior que a de um celular, mas que ainda seja fácil de manusear para colocar as leituras em dia, ouvir músicas e podcasts, mexer nas redes sociais e até fazer algumas edições de foto e vídeo. Por ser compacto, dá para levá-lo em qualquer lugar sem ocupar quase nenhum espaço. Ele ainda promete funcionar por anos a fio.

Leia a análise completa dele aqui.

iPad Air de quarta geração: mais poderoso do que nunca

O iPad Air de quarta geração foi também anunciado em setembro de 2020 e trouxe a maior atualização para a linha desde sempre. Com um visual parecido com o do iPad Pro, esse tablet tem uma tela Liquid Retina de 10,9 polegadas só que em vez de usar o Face ID como método de desbloqueio, ele conta com o Touch ID no botão lateral, sendo o único dispositivo móvel da Apple que usa o leitor biométrico em um lugar diferente do que no botão inicial.

O iPad Air de quarta geração também segue a tendência da Apple de produtos coloridos disponível em Preto, Prateado, Rosa, Verde e Azul. Este iPad também foi o primeiro produto da empresa com o chip A14, que chegou apenas um mês depois no iPhone 12, e traz uma velocidade até 40% superior ao modelo anterior.

O tablet traz compatibilidade com o Magic Keyboard e Apple Pencil de segunda geração, até então exclusivos dos modelos do iPad Pro (terceira geração ou mais novo). Com isso, o iPad Air virou o “matador de Pro” mas em um preço mais em conta do que os tablets profissionais da Maçã.

Ele substitui a porta Lightning por uma USB-C, traz opções de 64GB e 256GB, além de conectividade Wi-Fi ou Wi-Fi + 4G. Com uma câmera traseira de 12MP que grava em 4K e uma frontal de 7MP, já é possível gravar vídeos e fazer fotos com uma qualidade superior para projetos pessoais, escolares ou até para o trabalho. A verdade é que a Apple colocou diversas tecnologias nele para diferenciá-lo dos outros modelos.

Na casa dos R$ 5.000 no varejo, esse iPad pode substituir um computador para usuários mais exigentes, desde que ele opte por comprar o Apple Pencil de segunda geração ou o Magic Keyboard. Com o chip A14, próximo do existente nos novos Macs, não há tarefa que este tablet não consiga concluir com velocidade. É ideal para quem precisa de uma máquina potente, mas não quer dar o salto para o iPad Pro.

Leia a análise completa dele aqui.

iPad Pro com chip M1: coração de Mac, visual de iPad

Anunciado em abril de 2021, o iPad Pro de quinta geração veio recheado de novidades. Disponível em dois tamanhos, 11 polegadas e 12,9 polegadas, ele consegue ser tão poderoso quanto os novos Macs da Apple. Antes das diferenças, as similaridades entre os aparelhos.

Ambos contam com o poderoso chip M1, 50% mais potente do que a geração anterior com o processador A12Z. A capacidade de armazenamento deles vai de 128GB, para 256GB, 512GB, 1TB e 2TB. Os modelos com mais de 1TB contam com 16GB de RAM, enquanto os com menos de 1TB têm 8GB de RAM.

Com um conjunto de câmeras similar ao do iPhone Pro, ambos os iPads contam com uma lente Wide de 12MP e uma Ultra Wide de 10MP com suporte a gravação em 4K, Smart HDR 3 e estabilização de imagem. A lente frontal tem novidade já que é uma Ultra Wide de 12MP que contam com a função Center Stage, ou seja, não importa onde o usuário esteja posicionado, a câmera, com ajuda do sensor do Face ID, o centraliza em uma ligação FaceTime e garante que ele esteja olhando para as pessoas de igual e não de baixo para cima, como acontece com os iPads no modo horizontal.

A Apple também traz suporte ao 5G nesses iPads, cinco microfones com “qualidade de estúdio” para ligações, vídeos e gravações de áudio, quatro alto-falantes, uma porta Thunderbolt, que é a mesma entrada que o USB-C mas com velocidade maior de transferência de dados, além de dez horas de bateria ao navegar na web. Ambos os iPads podem ser usados com o Magic Keyboard (também disponível em branco) e o Apple Pencil de segunda geração.

Enquanto o iPad Pro de 11 polegadas tem uma tela Liquid Retina com tecnologia ProMotion, resistência à gordura da mão e com uma camada antirreflexo, o modelo de 12,9 polegadas introduz a Liquid Retina XDR display, um painel de mini-LED que garante cores mais vivas, um preto mais profundo e picos de brilho em HDR de 1600 nits, próximo do que o monitor Pro Display XDR faz.

Esses iPads são focados para o público de fato profissional e que estão dispostos a gastar bastante dinheiro. Designers, engenheiros, cientistas, editores de foto e vídeo podem tirar a máxima vantagem dessa telona com armazenamento de ponta e um processador que bate de frente com qualquer outro chip do mercado.

Por enquanto estes iPads são encontrados pelo valor cheio: a partir de R$ 10.799 no modelo de 11 polegadas e a partir de R$ 14.799 no modelo de 12,9 polegadas.

Conclusão

A Apple vende iPad para todos os públicos. Desde o modelo de entrada, para um usuário mais casual, ao modelo mini para alguém que quer praticidade, o Air para quem precisa de potência mas também quer um valor mais em conta e até para os profissionais que precisam das especificações de ponta dos modelos Pro.

Para que a experiência do iPad seja completa, recomenda-se a compra do Apple Pencil, Smart Keyboard ou Magic Keyboard, dependendo da necessidade de cada usuário. Enquanto o Apple Pencil gira em torno de R$ 1.000 a R$ 1.500, o Smart Keyboard fica em torno de R$ 1.699 a R$ 2.000 e o Magic Keyboard pode chegar aos R$ 4.449 para o iPad Pro de 12,9 polegadas.

Escolher um iPad com acessórios pode chegar a custar mais do que comprar um MacBook, mas se você está atrás da praticidade do iPadOS com uma experiência móvel, não há tablet que supere um desses iPads.

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