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I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.
O post Instagram anuncia nova identidade visual e novo logotipo é igual ao antigo apareceu primeiro em Nova Post.
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Começando pelo logotipo, que teve seu maior redesign em 2016, a versão apresentada hoje pelo Insta é pouco diferente da vista naquele ano. Agora, segundo as palavras da própria rede social, o logotipo está mais “vivo” e “dinâmico”, uma vez que o gradiente foi alterado, adicionando cores mais vibrantes, como amarelo e rosa choque.
Anteriormente, o ícone usava tons mais escuros. De certa forma, é até difícil notar que algo mudou. Mas a diferença é perceptível quando ambos os logos ficam lado a lado.

A segunda mudança apresentada hoje pelo Instagram foi sua nova fonte, chamada Instagram Sans. Tal como o novo ícone, a nova fonte deve estampar a interface do aplicativo, sendo utilizada em botões, figurinhas dos stories (aquelas que são padrão do Insta), marcações e mais.
Também de acordo com o Instagram, a nova fonte também pretende ser mais acessível e globalizada, já que tem um design adaptado para vários idiomas, inclusive aqueles que não utilizam o alfabeto romano, a exemplo do japonês e do tailandês.

Por fim, além dessas duas novidades, o Instagram também anunciou um novo guia visual para as suas campanhas publicitárias. Com este novo conceito, segundo a rede social, o objetivo é colocar o conteúdo no centro, evidenciando as imagens e elementos utilizados na própria rede.

Novo logotipo (à direita) é muito parecido com o anterior (à esquerda); na internet, usuários criticaram a forma como as novas cores fazem o ícone chamar muito mais atenção na grade de aplicativos — o que pode muito bem ter sido o objetivo da alteração.
A chegada de concorrentes como o TikTok parece ter afetado bastante o Instagram. Isso fica ainda mais claro se observarmos as constantes mudanças que o aplicativo tem sofrido. Se antes era um aplicativo voltado pra fotos, hoje, o Insta também tenta se vender como uma rede social de miniclipes, exatamente como o rival chinês.
Não por acaso, o aplicativo tem realizado diversos testes com novas funções, inclusive um feed em tela cheia, bem parecido com o da rede social concorrente.
Apesar de ter sofrido críticas, sobretudo por abandonar o formato 1:1, um clássico da fotografia e que se tornou sinônimo de fotos no Instagram, é provável que o novo feed seja definitivo, já que permite visualizar mais conteúdo no formato vertical, tal como é a tela dos smartphones.
Ademais, muito embora a maioria dessas alterações tenha por objetivo atrair novos usuários, ou, ainda, resgatar quem foi para o TikTok, não é incomum que os mais acostumados estranhem as novidades.
De todo modo, tantas mudanças assim revelam que sim, o Instagram, e toda a Meta, talvez, esteja tentando se reinventar, a fim de não perder a parcela mais jovem (e ativa) de seus usuários.
À primeira vista, nada disso é ruim. Mas será que eles não podem acabar “perdendo o norte” com tantas mudanças? Fica a dúvida!
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]]>O post Instagram deve começar testes com NFTs nos EUA apareceu primeiro em Nova Post.
]]>No anúncio desta segunda-feira, Adam Mosseri, chefão do Instagram, afirmou que, em breve, criadores e proprietários de NFTs poderão exibi-los no feed, nos stories e em mensagens diretas na plataforma.
A princípio, especula-se que os detalhes do token serão exibidos da mesma forma que as informações de marcação, quando se “tagueia” uma pessoa numa foto. Ao clicar na tag, o usuário poderá ver diversas informações sobre o colecionável digital, incluindo o autor da imagem e seu proprietário.
No vídeo em que comentou os testes com a funcionalidade, Mosseri também explicou que não haverá taxas para a publicação ou compartilhamento dos NFTs na rede social. Além disso, o executivo explicou que o teste deve começar pequeno, limitado a alguns criadores dos EUA, a fim de que a plataforma possa aprender com a comunidade sobre como integrar e expandir essa função.
Da mesma forma, outro ponto abordado por Mosseri foi o fato de que há uma certa contradição no uso de NFTs por uma empresa centralizada como o Instagram. A intenção, portanto, é ver como essa interação se dá inicialmente e, uma vez dando certo, expandi-la para outros mercados e, quem sabe, usos.
Quando lançou a verificação de imagem de perfil com NFT, o Twitter se limitou ao blockchain da Ethereum (ETH). No caso do Instagram, entretanto, também será aceita a blockchain da Polygon (MATIC) num primeiro momento. A posteriori, a ideia ainda inclui suportar as tecnologias da Solana (SOL) e Flow (FLOW).
Por sua vez, no tocante às carteiras digitais, um representante da Meta afirmou, no Twitter, que a Metamask, a Rainbow e a TrustWallet serão as primeiras a serem compatíveis. Com isso, uma vez que conectem suas carteiras, os usuários poderão não só publicar as imagens na rede social, como também marcar os criadores, exibindo informações que comprovem a propriedade dos itens.
Ainda na fala de Mosseri, ele explica que a integração dos NFTs no Instagram pode levar essa tecnologia a um público maior, o que faz total sentido. Conforme disse inicialmente, nada melhor do que ter uma das maiores vitrines do mundo para uma tecnologia que faz sucesso especialmente com artigos visuais.
Particularmente, compreendo que a integração desse tipo de tecnologia é parte do plano de sobrevivência de redes sociais como o Instagram e o Twitter. Ambas têm mais de uma década de existência e estão consolidadas no mercado.
Enquanto isso, por outro lado, também correm risco de perderem protagonismo para outras redes mais novas, e a adoção de elementos oriundos da web3, tal como são os NFTs e a blockchain, pode ser um meio de adiar a morte dessas plataformas.
Em um vídeo também lançado hoje, sobre o mesmo assunto, Mark Zuckerberg revelou que a Meta também pretende levar um recurso similar ao Facebook. Em um vídeo de aproximadamente 1 minuto, o CEO ainda disse que a empresa trabalha em NFTs tridimensionais em realidade aumentada. Mas esses também serão disponibilizados primeiro no Instagram.
Veja o vídeo na íntegra:
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]]>O post Instagram volta com ‘Melhores Amigos’ e abandona função ‘Pessoas Selecionadas’ apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Por mais que soe como uma ótima ideia no papel, a aposta não vingou e só serviu para gerar reclamações. Após a implementação nas contas de alguns usuários, muitos se queixavam de que a mudança complicava o processo para editar quem tinha acesso ao quê.
Não por acaso, hoje (15), a plataforma finalmente deu o braço a torcer e anunciou que os melhores amigos estão de volta para todos. A decisão vem após seis meses de testes da opção ‘Pessoas Selecionadas’, que ocorriam com exclusividade no Brasil.
Agora, tudo volta a ser como antes: na tela de publicação dos stories, além de poder compartilhá-los com todos os seus seguidores, é possível publicá-los apenas para os melhores amigos. Adicionalmente, caso o usuário toque e segure o ícone, também é possível editar a lista.

No início de 2022, reportamos que a rede social preparava uma nova forma de engajar criadores e fãs, a partir dos chamados ‘Stories Exclusivos’. Diferentemente da lista de melhores amigos ou pessoas selecionadas, no entanto, o foco da função estaria nos influenciadores, que poderiam publicar conteúdos apenas para assinantes.
De janeiro pra cá, pouco mudou. A funcionalidade continua restrita a uma lista bastante ‘seleta’ de criadores estadunidenses. Apesar disso, muitos influencers utilizam o próprio ‘melhores amigos’ como alternativa, incluindo apenas os seguidores que os apoiam financeiramente.
Até o momento, o Instagram não revelou nada sobre expandir a disponibilidade dos stories exclusivos para fora dos EUA.
Contudo, é de se imaginar que seja interessante para a empresa fazê-lo o quanto antes, já que isso a tornaria mais competitiva contra concorrentes como o TikTok e o Twitter, que, inclusive, também tem um programa de assinaturas do tipo.
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]]>O post Em testes nos EUA, assinaturas do Instagram permitem acessar stories e lives exclusivas apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Nesta quarta-feira (19), a rede social acaba de confirmar as suspeitas e revelar a função subscriptions, ainda sem nome oficial em português. Em razão de seguir em fase de testes, a nova funcionalidade estará limitada a um pequeno número de criadores dos EUA, devendo ser liberada para mais pessoas no futuro.
Com as assinaturas do Instagram, o criador pode definir um valor mensal de sua preferência e habilitar um botão com a opção de assinatura em seu perfil.
Em troca, o seguidor assinante terá acesso a lives e stories exclusivos, além de ganhar um selo, que aparecerá para o criador junto as mensagens e comentários do fã, a fim de identificá-lo como um subscriber.

No comunicado em que anunciou a nova funcionalidade, a plataforma explicou que as assinaturas do Instagram funcionarão de bastante similar ao recurso presente no Facebook. Ou seja, não haverá cobrança de taxas sobre os valores pagos pelos seguidores até 2023.
Contudo, dado que as assinaturas utilizarão o sistema de pagamentos da App Store, no iOS, e da Play Store, no Android, é de se esperar que a margem percebida pelo criador varie conforme a plataforma utilizada pelo seguidor.
Hoje, a Apple cobra 30% de todas as transações feitas na App Store, enquanto o valor cobrado pelo Google varia entre 15 ou 30%, a depender do faturamento anual do desenvolvedor.
Em novembro de 2021, nas assinaturas do Facebook, a Meta anunciou o desenvolvimento de uma série de recursos para dar mais controle aos criadores sobre a relação com os assinantes e os valores pagos por ele.
Em breve, a expectativa é de que essas novidades também cheguem às assinaturas do Instagram, permitindo que os criadores recebam por um canal diferente dos sistemas de pagamentos do Google e da Apple, a fim de não pagar taxas, ou, ainda, visualizar exatamente quanto dinheiro fica com essas empresas.
Adicionalmente, a Meta revelou que, no caso dos subscribers que autorizarem o compartilhamento de seus endereços de e-mail, fornecerá essa informação para que os criadores elaborem novas formas de se relacionar com seus fãs.
E como parte de seu investimento bilionário nessa nova economia dos criadores, a companhia de Mark Zuckerberg ainda ressaltou que trabalha num sistema de premiações para os influencers. A ideia é incentivá-los a conquistar novos assinantes oferecendo bônus e prêmios como recompensa.
Por ora, não há previsão de quando esses recursos adicionais chegarão às assinaturas do Instagram, mas todos eles já estão presentes na função existente para o Facebook.
Além de um passo na direção da crescente economia dos criadores, fenômeno que transforma plataformas digitais como Spotify, YouTube e Twitch, entre outras, em verdadeiras ferramentas de trabalho para os criadores de conteúdo, a novidade do Instagram é mais uma tentativa da rede social se reinventar.
No início do ano, conforme relatou o 9To5Mac, o Instagram também anunciou que, em breve, deverá testar novas opções de feed, incluindo a exibição de posts em ordem cronológica.
A partir de uma aba localizada no topo do aplicativo, o usuário poderá escolher se deseja que as publicações sejam listadas da forma como são hoje, com base no seu interesse, ou cronologicamente, com as mais recentes no topo.
Adicionalmente, também haverá um feed de favoritos, atuando como uma espécie de “feed secundário” com publicações somente de perfis selecionados pelo usuário.
Finalmente, né?
Essas, entre outras mudanças que deverão se seguir no futuro, são parte de uma grande estratégia da Meta, que, conforme se prepara para a web 3.0 com o metaverso, vê o Facebook sucumbir, tendo no Whatsapp e no Instagram seus produtos de maior relevância na atualidade.
Frente a concorrentes que não param de lançar novos recursos, e uma comunidade de criadores cada vez mais ativa, que monetiza tudo o que for possível, o fato da gigante de Zuckerberg só ter dado esse passo agora é até uma surpresa.
Ou será um sinal de seu declínio? Fica a dúvida.
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