/*! Select2 4.0.6-rc.1 | https://github.com/select2/select2/blob/master/LICENSE.md */ (function(){if(jQuery&&jQuery.fn&&jQuery.fn.select2&&jQuery.fn.select2.amd)var e=jQuery.fn.select2.amd;return e.define("select2/i18n/sl",[],function(){return{errorLoading:function(){return"Zadetkov iskanja ni bilo mogoče naložiti."},inputTooLong:function(e){var t=e.input.length-e.maximum,n="Prosim zbrišite "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},inputTooShort:function(e){var t=e.minimum-e.input.length,n="Prosim vpišite še "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},loadingMore:function(){return"Nalagam več zadetkov…"},maximumSelected:function(e){var t="Označite lahko največ "+e.maximum+" predmet";return e.maximum==2?t+="a":e.maximum!=1&&(t+="e"),t},noResults:function(){return"Ni zadetkov."},searching:function(){return"Iščem…"}}}),{define:e.define,require:e.require}})();

I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.
O post Lockdown Mode: Apple anuncia modo anti-espionagem no iOS 16 apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Além do recurso, que é direcionado a um pequeno grupo de usuários, a maioria vítima de perseguição por governos autoritários, a empresa também deu mais detalhes sobre o financiamento que pretende prestar às entidades que advogam pela segurança cibernética.
Neste último caso, a Apple afirma que, a partir da iniciativa anunciada em novembro de 2021, vai fornecer um subsídio de US$ 10 milhões para essas organizações. Adicionalmente, a companhia também promete recompensas de até US$ 2 milhões para quem encontrar brechas em seu mais novo recurso de segurança.

O Lockdown Mode não é um recurso de segurança para pessoas como eu e você – quer dizer, a menos que você seja procurado por algum ditador. Exatamente por isso, ativar esse recurso no seu iPhone, iPad ou Mac comprometerá diversas funções do aparelho, tudo com o objetivo de evitar que ferramentas altamente sofisticadas, e direcionadas, alcancem você a partir do seu dispositivo.
Desde já, a Apple afirma que deve incrementar a ferramenta com mais defesas no futuro. Contudo, a partir do iOS 16, o Lockdown Mode já restringirá as seguintes funcionalidades:
Ao ativar o Lockdown Mode, o dispositivo avisará ao usuário que diversas funcionalidades serão limitadas, bem como que o dispositivo precisará ser reiniciado para que as alterações tomem efeito.
Além disso, vale citar que a Apple pode não ter revelado tudo o que a ativação do Lockdown Mode altera no comportamento do sistema. Isso porque, em dado momento, a empresa afirma que o recurso reforça todas as defesas do aparelho, indicando que, possivelmente, há mais barreiras que as mencionadas até então, ainda que o usuário não as perceba durante o uso.
Outro ponto interessante é que, no comunicado em que anuncia o lançamento da função, a Apple menciona o NSO Group, uma companhia israelense que ficou mundialmente conhecida por desenvolver softwares de espionagem sob encomenda, com o patrocínio de governos autoritários.
Um dos carros-chefe da NSO é o Pegasus, um spyware altamente sofisticado e com o qual acredita-se ser capaz de invadir virtualmente qualquer aparelho. A menção, portanto, faz crer que o novo Lockdown Mode se destina especificamente ao pequeno grupo de pessoas, entre ativistas, jornalistas, opositores políticos, entre outras, que são perseguidas por oponentes mundialmente poderosos.
Entre as supostas vítimas do Pegasus, um caso de destaque é o do jornalista e ativista anti-saudita Jamal Khashoggi, morto em outubro de 2018, na Turquia. Khashoggi era um crítico ferrenho da família real saudita, que comanda a Arábia Saudita, e morreu em condições misteriosas após uma aparente emboscada.
Em 2021, o Pegasus foi descoberto por outra vítima de perseguição por parte do governo saudita, que descobriu arquivos de imagem fraudulentos no seu celular. Sem depender de quaisquer ações por parte do usuário, o software adquire autorização para acessar o aparelho a partir de arquivos como esse, deletando seus rastros para não ser descoberto.
Loujain al-Hathloul, responsável por detectar o Pegasus, comunicou a imprensa internacional, ao Google e a Apple, que então efetuaram reforços na estrutura de seus sistemas operacionais para evitar que brechas como essa fossem exploradas novamente.
Apesar disso, entretanto, vale citar que o Pegasus pode existir desde 2011, tendo sido descoberto apenas dez anos depois. Na prática, portanto, além do número de vítimas poder ter sido muito maior ao longo da década, é possível, se não provável, que outros softwares do tipo também existam, sem que qualquer pessoa ou provável vítima desconfie.
Por fim, vale ressaltar que, em adição às medidas de proteção tomadas, a Apple também processou o NSO Group após o escândalo do Pegasus. Com isso, a empresa promete direcionar todos os recursos obtidos com a ação, que ainda corre na justiça, para as vítimas diretas e indiretas do software, bem como para fundos e instituições que lutam contra a espionagem digital.
Relacionados:
O post Lockdown Mode: Apple anuncia modo anti-espionagem no iOS 16 apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post 5G “puro” começa a funcionar no Brasil; confira primeiras impressões e como utilizar apareceu primeiro em Nova Post.
]]>No caso da Claro, a empresa afirma que já começou a disponibilizar o 5G+ para seus clientes do Distrito Federal. O 5G+, no entanto, é uma marca da operadora e abarca tanto o 5G “puro”, de 3,5Ghz, quanto o “impuro”, de 2,3Ghz.
Essa diferença é importante porque, muito embora seja mais rápido que as variantes mais recentes do 4G, o 5G de 2,3Ghz, conhecido como 5G DSS e que já está em operação noutras capitais do país, não utiliza a frequência nativa da nova geração. Sendo assim, o 5G DSS é consideravelmente mais lento que os padrões SA e NSA, de 3,5Ghz.
Por sua vez, Vivo e Tim também já começaram a transmissão do novo sinal em Brasília, cada uma com cem antenas espalhadas pela cidade.
No caso da operadora italiana, TIM, a promessa é alcançar até 50% das principais áreas do Distrito Federal, incluindo o Plano Piloto, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Lagos Norte e Sul, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, SIA, Taguatinga e Vicente Pires.
Além disso, em um prazo de até dois meses, a Tim também promete aumentar o número de antenas para 164, alcançando 60% da população da região.

Brasília não foi a primeira cidade com o 5G de verdade “à toa”, tampouco por se tratar da capital nacional. Ocorre que, devido a sua densidade populacional, o Distrito Federal é a região ideal para que as operadoras alcancem o maior número de consumidores com o menor número de antenas.
Conforme regra do edital da Anatel, as operadoras tinham até 31 de julho para oferecer o 5G puro a pelo menos 1% da população do país.
Como habitante da capital federal, posso dizer que a experiência com o 5G da Vivo tem sido satisfatória. Até então, mesmo com o ícone do 5G aparecendo no aparelho, a velocidade de navegação não surpreendia, em comparação com o 4G; a partir de hoje (06), no entanto, as taxas de download e upload chegam a superar a minha rede doméstica, que é da Claro/NET.
No teste do SpeedTest com o iPhone 13 Pro, os números chegaram a incríveis 1.106Mbps no download, 15ms de latência e 44,9Mbps de upload. Já no teste da Fast, ferramenta da Netflix, as mesmas taxas foram de 1,5Gbps, 18ms e 42Mbps, respectivamente.
Como esses resultados se traduzem na vida real? É difícil concluir, ainda mais porque os planos móveis são bem mais restritivos quando o assunto é franquia, ou seja, o consumo do pacote de dados contratado.
Por isso, apesar da velocidade surpreendente, eu não recomendaria usar essa rede para baixar filmes, tampouco para jogar games via streaming.
Ao contrário da Claro e da Vivo, que não pretendem cobrar mais pelo acesso ao 5G de verdade, a Tim explica que o uso da nova rede dependerá da contratação de um plano de 50GB.
Durante o primeiro ano, este plano será grátis, já depois do prazo, será preciso pagar R$ 20 pelo acesso, que também incluirá um serviço de games. Por outro lado, no caso do 5G NSA, a empresa afirma que todas as linhas pré, pós e controle poderão acessar a rede sem trocar de plano.

Assim como ocorreu com o 4G há pouco mais de uma década, a consolidação do 5G no Brasil e no mundo tem sido feita gradativamente. Com isso, não só as operadoras estão adaptando sua infraestrutura para suportar a nova tecnologia, mas também as fabricantes de smartphones.
Hoje, já há dispositivos dos segmentos intermediários e topo de linha com conectividade 5G. Adicionalmente, tal como já acontecia com o 4G, a velocidade máxima suportada costuma variar conforme o ano de lançamento e o preço do aparelho.
A seguir, confira os dispositivos compatíveis com a conectividade 5G, incluindo o 5G Puro, naturalmente, e que estão à venda no Brasil:

O post 5G “puro” começa a funcionar no Brasil; confira primeiras impressões e como utilizar apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Gol libera acesso gratuito ao WhatsApp, Messenger e iMessage nos seus aviões apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Para começar a utilizar o WhatsApp em voos da Gol gratuitamente, basta seguir o passo a passo:
Apesar de ser necessário escanear o QR Code, a Gol afirma que o recurso está disponível para smartphones, tablets e até laptops. Neste último caso, portanto, convém perguntar ao comissário de bordo como efetuar o acesso.
Além do pacote gratuito para os mensageiros mencionados, vale lembrar que a Gol também oferece pacotes de 1 hora, para todo o voo e mensal, bem como, ainda, um pacote com alta velocidade, que permite acessar diferentes serviços de streaming.
Relacionado:
O post Gol libera acesso gratuito ao WhatsApp, Messenger e iMessage nos seus aviões apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Samsung anuncia Galaxy XCover 6 Pro, modelo ultra-resistente e com bateria removível apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Projetado para aguentar todo tipo de pancada e tarefa, o smartphone tem certificação militar MIL-STD-810H, proteção IP68 contra ingresso de água e poeira, vidro frontal Gorilla Glass Victus Plus, com resistência adicional a impactos e, pasmem: bateria removível.
Sim, apesar deste ser um recurso praticamente extinto atualmente, o Galaxy XCover 6 Pro pretende utilizá-lo como um diferencial. Com isso, além de ser fácil de trocar, a bateria tem 4.050mAh, e pode ser recarregada tanto via USB-C quanto nos conectores POGO – similares aqueles vistos nas cases de fones de ouvidos sem fios – que o smartphone possui.

Entre outros recursos, Galaxy XCover 6 Pro também tem falantes estéreo, suporte a dois SIM-Cards, leitor de impressões digitais e sensibilidade ampliada no display, para o uso com luvas.
Diferente por fora, o Galaxy XCover 6 Pro é um dispositivo bastante convencional por dentro. Isso porque, debaixo do capô, o aparelho conta com 6GB de RAM, 128GB de armazenamento, suporte a cartões microSD de até 1TB e um processador de 6 nanômetros, o Snapdragon 778G, da Qualcomm.
Muito embora não seja um topo de linha, trata-se de um chip bastante competente e com conectividade 5G.
Para completar o pacote, o Galaxy XCover 6 Pro ainda traz um display IPS de 6,6″, com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120Hz, carregador de 15W incluso na caixa, Android 12 e suporte ao modo DeX, que exibe uma interface de PC quando o dispositivo é conectado a um monitor externo.
Nas câmeras, ainda que esse não seja o foco do modelo, a Samsung apostou num conjunto duplo na parte traseira. Em resumo, o sensor principal tem 50 MP (f/1.8), e é seguido por uma lente ultra-wide de 8 MP (f/2.2). Enquanto isso, na parte da frente, a câmera de selfies têm 13 MP de resolução (f/2.2).
No Brasil, o Galaxy XCover Pro, que é o antecessor do modelo lançado nesta quarta, já é oferecido no varejo por R$ 1.999. Por essa razão, não seria surpresa caso, daqui alguns meses, o XCover 6 Pro também desse as caras por aqui, ficando numa faixa de preço similar.
Relacionados:
O post Samsung anuncia Galaxy XCover 6 Pro, modelo ultra-resistente e com bateria removível apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post MacBook Pro com chip M2 tem SSD mais lento que o da geração passada apareceu primeiro em Nova Post.
]]>As constatações partem dos canais Max Tech e Created Tech, no YouTube. Ao testar a máquina com o aplicativo Disk Speed Test, da BlackMagic, os criadores descobriram que o modelo é 50% mais lento para ler os dados contidos no SSD, bem como 30% mais lento ao registrá-los.
Uma vez com esses números em mãos, o canal Max Tech também chegou a desmontar o equipamento, revelando que, ao contrário do que acontece no modelo com chip M1, o Macbook Pro com chip M2 utiliza apenas um chip NAND em sua memória de 256GB.
No modelo passado, eram utilizados dois chips de 128GB, o que permite transferir mais dados paralelamente, totalizando taxas de leitura e escrita maiores.
Já no caso das variantes com SSDs de 512GB e 1TB, as velocidades de escrita e leitura do armazenamento são similares às vistas no modelo antigo, conforme apontaram os testes de outros YouTubers.
Na prática, isso significa que, caso o usuário deseje um upgrade em seu MacBook Pro de 13″, necessariamente terá de pagar mais pelos modelos de 512GB ou 1TB.
Questionada pela mídia internacional acerca dos testes, a Apple ainda não se posicionou sobre a questão. Ainda assim, é curioso notar que o MacBook Pro com chip M2 tem tido dificuldades para “provar o seu valor”.
Isso porque, para muitos especialistas, o novo MacBook Pro de 13″ é uma compra difícil de se recomendar. Naturalmente, é necessário que a Apple ofereça um modelo entre seu novo MacBook Air, de US$ 1,199, e os novos MacBooks Pro, de 14 e 16″, que custam a partir de US$ 1,999 e US$ 2,499, respectivamente.
Apesar disso, o novo MacBook Pro não parece entregar atrativos que justifiquem seu preço, atualizado em US$ 1,299, para o modelo de 256GB.
Afinal, o modelo não só conta com um design ultrapassado, mas também não embarca nenhuma das novidades apresentadas no novo Air, como a webcam full HD, as novas opções de cores ou o carregamento via Magsafe.
Relacionado:
O post MacBook Pro com chip M2 tem SSD mais lento que o da geração passada apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Asus lança notebook OLED mais barato do Brasil, além de modelo com temática espacial apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Apesar do grande número de dispositivos anunciados, as grandes estrelas do lançamento da Asus no Brasil foram o Zenbook 14X OLED Space Edition e o Zenbook 13 OLED. Isso porque o primeiro, além de ser uma baita máquina, graças ao processador Intel Core i7 de 12ª geração (série H) e até 16GB de RAM, o laptop tem um visual exclusivo de temática espacial.

Segundo a fabricante, a inspiração partiu dos 25 anos dos notebooks Asus no espaço, uma vez que, em 1998, os primeiros PCs portáteis da empresa foram enviados numa missão espacial. À época, os notebooks modelo Asus 6100 foram utilizados por dois anos na estação espacial russa (MIR), hoje desativada.
Voltando à estrela do anúncio, o Zenbook de edição espacial ainda conta com uma tela HDR de 14″ e resolução 2,8K. Do lado de fora, a construção em metal também abriga um pequeno display monocromático na tampa, usado para compor o visual e exibir alguns gráficos personalizados.
Feito para o trabalho e não para os jogos, o Zenbook 14X OLED Space Edition traz somente os gráficos integrados da GPU Intel Iris XE, bem como SSD PCIe 4.0 x4 e Wi-Fi 6E. Digno de uma viagem interestelar, o modelo parte de R$ 13.499,10 à vista no site da Asus.
Notebooks com tela OLED não são exatamente uma novidade, visto que a Samsung já oferece modelos do tipo há algum tempo. Ainda assim, o Zenbook 13 OLED se destaca por ser “o mais barato do Brasil” com a tecnologia, partindo dos R$ 4.999,99 à vista.
Para justificar esse preço, além do display de 13 polegadas, com resolução full HD (1080p) e bordas finas, o modelo traz tecnologia HDR, que melhora as cores do display. Debaixo do capô, o desempenho é responsabilidade de um chip Intel Core i5, de 10ª geração, somado a um SSD de 256GB, do tipo PCIe 3.0 x2, e 8GB de memória RAM.
Assim como no modelo anterior, os gráficos são integrados, algo já esperado para esse perfil de laptop, que preza pela portabilidade. E por falar nesse assunto, vale ressaltar que o Zenbook 13 OLED pesa 1,14kg, tem só 14mm de espessura e promete uma autonomia de até 13 horas.

Na hora de recarregar, bastam 49 minutos para levar o notebook de 0 a 60% de carga. Adicionalmente, apesar da espessura e tamanho, não faltou inventividade por parte da Asus para incluir uma porta para cartões microSD, uma porta HDMI, duas portas USB-C Thunderbolt 3 e uma porta USB-A 3.2 Gen 1.
Ah, e ainda há um teclado retroiluminado, um teclado numérico escondido no touchpad, câmera infravermelho, para login com o Windows Hello, e alto-falantes da Harman Kardon. Para ser sincero, o único aspecto que eu não gostei neste notebook foi o fato dele ser feito de plástico – ou melhor, ao menos é o que parece.
Além das estrelas do show, a Asus anunciou outros três modelos, que certamente ficaram ofuscados no evento. Na verdade, são quatro modelos, acontece que um deles é o Zenbook 14X OLED, o mesmo citado no começo da matéria, mas na versão sem o design inspirado no espaço.
Neste caso, assim como a edição espacial, o notebook também conta com falantes da Harman Kardon e leitor de impressões digitais. De fato, exceto pelo visual, a única diferença prática entre os dois está no armazenamento: enquanto a edição espacial está limitada a um SSD de 512GB, o modelo convencional pode ter até 1TB.
No restante das especificações, o Asus Zenbook 14X OLED traz a mesma configuração de portas do modelo de 13 polegadas, citado anteriormente. Aqui, no entanto, a espessura é de 15,9mm e 1,4kg. O modelo com visual espacial também tem um acabamento exclusivo em tom champagne, chamado pela Asus de Zero-G Titanium.
Adicionalmente, outra diferença do modelo “extraterrestre” é que ele acompanha uma série de brindes na caixa, incluindo cartões e adesivos, também de temática espacial.
Asus Zenbook 13 OLED EVO
Trata-se do mesmo Zenbook 13 OLED, mas com processador Intel i5 EVO. Emitida com base em parâmetros pré-estabelecidos pela Intel, a certificação EVO garante que o dispositivo atende altas exigências de portabilidade e desempenho. Noutras palavras, o modelo com chip EVO deve ser um pouco mais potente que o de chip Core i5 convencional.
Asus Zenbook Pro Duo 15 OLED

A versão renovada do Zenbook Pro Duo chega ao Brasil com tela de 15,6″ Full HD, com tecnologia OLED e HDR, além de uma tela auxiliar de 14″, sensível ao toque, localizada logo acima do teclado.
Projetado para o uso profissional, o Zenbook Pro Duo permite usar a tela auxiliar de diversas formas, inclusive com múltiplas janelas executadas ao mesmo tempo. A fim de tornar todo esse desempenho possível, ele chegará ao Brasil com o processador Intel Core i9 (12900H), com até 5GHz de velocidade, 32GB de RAM e 1TB de armazenamento interno do tipo SSD.
Naturalmente, essa não será uma máquina barata, visto que os modelos anteriores da linha Zenbook Pro Duo passavam dos R$ 20 mil. A Asus, no entanto, se reservou a dizer que o notebook chegará “em breve”, sem comentar o preço.
Asus ProArt Studiobook 16 OLED

Num anúncio inédito para o Brasil, a Asus também contou que deve comercializar o seu primeiro notebook da linha ProArt, dedicada aos usuários profissionais, por aqui. Para isso, a empresa deve trazer o novo modelo de 16″ e display OLED, o primeiro do mundo com resolução 4K numa tela deste tamanho.
Assim como o Zenbook Pro Duo, o ProArt, modelo H7600, tem 1TB de armazenamento SSD, 32GB de memória RAM e placa de vídeo NVIDIA RTX 3060, uma das melhores disponíveis até o momento.
Como característica da linha ProArt, o notebook ainda conta com um seletor circular, parecido como um seletor de volume automotivo, localizado acima do touchpad. O objetivo do acessório, segundo a fabricante, é dar um controle mais preciso em softwares de design e produção audiovisual, para os quais a linha é indicada.
O notebook já está disponível no site da Asus, a um preço sugerido de R$ 22.499,10 à vista.
Asus VivoBook 15 OLED

O último modelo anunciado hoje pela Asus foi o VivoBook 15 OLED, modelo que deve acompanhar o Zenbook de 13 polegadas como um dos mais acessíveis com este tipo de tela, que ainda é rara.
Com configurações mais “convencionais”, o laptop se assemelha muito aos demais dispositivos que temos no mercado, com exceção de sua tela, é claro. Apesar de não revelar muitos detalhes, a fabricante explica que o modelo também terá um chip Intel Core i7, de geração não especificada, até 16GB de RAM e uma GPU recente da NVIDIA GeForce.
O modelo também deve trazer um armazenamento híbrido, formado entre um SSD e um HDD, bem como áudio certificado pela Harman Kardon.
Relacionados:
O post Asus lança notebook OLED mais barato do Brasil, além de modelo com temática espacial apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Ex-engenheiro revela o porquê da função copiar e colar não existir no primeiro iPhone apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Segundo Kocienda, o motivo foi, pura e simplesmente, falta de tempo. Isso mesmo.
No tweet em que contou esse detalhe, o ex-engenheiro explica que, à época do primeiro iPhone, ele e sua equipe já estavam tendo muito trabalho para desenvolver o autocorretor do teclado e que, por isso, a opção para copiar e colar ficou postergada para um futuro próximo.
Finalmente, o recurso foi implementado na terceira geração do aparelho, o iPhone 3GS. Lançado em 2009, ele e todos os dispositivos compatíveis com o iOS 3.0, ou seja, incluindo os dois modelos anteriores, ganharam o recurso.
De 2009 para cá, tanto o autocorretor quanto o copiar e colar do iPhone evoluíram bastante. Talvez por isso, seu começo rudimentar não nos ajude a compreender o porquê dessa funcionalidade ser tão difícil de desenvolver, a ponto de Kocienda, como disse em seu tweet, não ter tempo de deixá-la pronta no primeiro iPhone.
Kocienda explica que, em razão do método de inserção do iPhone ser o touchscreen capacitivo, o que era bastante inovador na época, algumas coisas precisaram ser “reimaginadas” para que a resposta do dispositivo fosse adequada às intenções do usuário.
Por exemplo, para facilitar a seleção do texto a ser copiado, Kocienda teve a ideia de adicionar uma pequena lupa acima da seleção, de modo que o usuário pudesse ver exatamente o que estava selecionando.

Foi Kocienda quem idealizou a lupa que nos permite verificar com mais precisão o trecho selecionado na tela do iPhone
Para além disso, porém, Kocienda também afirma que, muito embora a seleção fosse feita corretamente, era comum que detecções incorretas do touchscreen bagunçassem o trecho selecionado.
Basicamente, toda vez que o usuário levantava o dedo da tela, a camada sensível ao toque detectava um movimento. Durante a interação com botões do sistema, esse fenômeno era naturalmente desprezível, porém, numa interação que exigisse mais precisão no toque, como é o caso da seleção de texto, tal comportamento afetava a usabilidade do sistema.
A fim de corrigir esse problema, Kocienda afirma que precisou desenvolver um novo mecanismo de reconhecimento de toques, utilizado apenas quando o usuário editava um texto.
A função desse mecanismo era prevenir que a retirada do dedo da tela alterasse a posição do cursor de seleção, fazendo com que o sistema respondesse da forma esperada pelo usuário.
Você lembra que, até aquela época, a maioria dos dispositivos com telas sensíveis ao toque acompanhavam uma stylus, a vulgo “canetinha”?
Pois é, o acessório se fazia necessário porque, diferentemente das telas capacitivas, como as que temos hoje, telas resistivas tinham uma precisão menor, fazendo com que dispositivos de tamanho reduzido, tal como os smartphones, dependessem de algo com uma ponta fina na hora de selecionar elementos pequenos na tela.
Com o surgimento do iPhone e a disseminação de telas capacitivas em smartphones, além da ser possível tocar a tela em múltiplos pontos simultâneos, o famoso “multi-touch”, a região sensível ao toque também se tornou bem mais precisa.
O motivo por trás disso é que a tela capacitiva utiliza a condutibilidade dos dedos para registrar os toques, o que dispensa a necessidade de se pressionar o display com força. Da mesma forma, também é por isso que essas telas não precisam de canetas ou outros acessórios para serem utilizadas.
Apesar dessa vantagem, as telas capacitivas são “precisas demais”, o que também exigiu ajustes de software para mitigar toques fantasmas, bem como outras reações a movimentos involuntários durante a interação com o dispositivo.
Conforme Kocienda explica na mesma sequência de tweets, foi preciso que os desenvolvedores do iOS criassem uma área virtual ao redor dos elementos na tela. Com isso, era possível que o usuário selecionasse o elemento desejado mesmo quando seu toque não havia sido exatamente “em cima” dele.
Segundo o engenheiro, isso se fazia necessário devido à curvatura dos nossos dedos, que nos dão a impressão de estar tocando uma região acima daquela que, de fato, tocamos.
Pois bem, em 2007, Kocienda estava mais preocupado com essa parte da digitação no iPhone, já que o teclado pequeno, comprimido na tela de 3,5″ da época, não era dos mais confortáveis.
No final das contas, para garantir uma experiência satisfatória, foi preciso desenvolver um sistema que não só compensasse essa falha de interpretação do cérebro, mas que também decidisse como isso afetaria o corretor automático, baseando as sugestões de palavras naquilo que o sistema acreditava que o usuário estava tentando dizer ao tocar a tela.
Ou seja, no final das contas, o sistema era muito mais complexo do que simplesmente registrar o toque na área tocada pelo usuário, e foi por essa razão que o primeiro iPhone carecia de uma funcionalidade – aparentemente – tão simples.
Uau! Daqui deste lado, a gente não têm noção de como algumas coisas podem ser complicadas de se fazer, não é mesmo?
Relacionados:
O post Ex-engenheiro revela o porquê da função copiar e colar não existir no primeiro iPhone apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post iOS 16 vai te livrar de captchas confirmando que você é humano apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Felizmente, no entanto, conforme apontam informações do MacRumors, divulgadas nesta segunda-feira (20), a Apple trabalha num recurso que permitirá desviar desses mecanismos.
Para isso, o próprio dispositivo, seja seu iPhone, iPad ou Mac, certificará ao site que o acesso está sendo feito por uma pessoa, eliminando a necessidade de completar o CAPTCHA.
Em um vídeo compartilhado recentemente com os desenvolvedores da WWDC 2022, a Apple explicou melhor do que se trata a novidade. Basicamente, a partir do que a empresa chama de Token de Acesso Privado, o iCloud será capaz de confirmar ao site que você é mesmo uma pessoa, fazendo isso sem fornecer qualquer dado seu.
Além disso, o iCloud tampouco saberá qual página solicitou a confirmação, garantindo que nem a Maçã tenha quaisquer registros do acesso.
Para tornar tudo isso possível, a Apple se juntou à CloudFlare e à Fastly, duas das maiores redes de distribuição de conteúdo web do mundo, e que possuem um papel crucial no acesso de boa parte da população mundial à boa parte do conteúdo disponível em toda a internet.
Ou seja, ainda que não valha para todas as páginas da web, uma vez que só as mantidas pela CloudFlare e pela Fastly serão suportadas nesse início, é bem provável que uma porção considerável dos CAPTCHAs “desapareça” para usuários do iOS 16 e do macOS Ventura, que já contam com a funcionalidade em suas versões beta.
Noutros sistemas, é provável que uma solução similar também surja. Isso porque, segundo a Fastly, o Google também ajudou a desenvolver o padrão, e deve implementá-lo em breve nas próximas versões do Android.
Relacionados:
O post iOS 16 vai te livrar de captchas confirmando que você é humano apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Microsoft anuncia fim do Internet Explorer após 26 anos de lançado apareceu primeiro em Nova Post.
]]>A verdade é que, muito embora a informação oficial só tenha chegado agora, o fim do Internet Explorer já estava dado desde 2015, quando a empresa lançou o Windows 10. Neste sistema operacional, o Microsoft Edge, baseado no mesmo motor de navegação do Chrome, é o software padrão para acesso à web.
Desde aproximadamente a mesma época, a Microsoft também recategorizou o Internet Explorer, definindo-o como uma solução de compatibilidade.
Isso foi necessário porque, naquele tempo, além de ainda ser usado por um número considerável de usuários, majoritariamente aqueles com PCs antigos, o navegador também era empregado noutros sistemas baseados em Windows, como caixas eletrônicos e terminais do gênero.
Com o passar dos últimos sete anos, no entanto, o abandono da Microsoft ao IE surtiu o efeito desejado, fazendo com que muitos deixassem o programa de vez.
Conforme dados da consultoria StatsCounter, consolidados em maio de 2022, o navegador corresponde atualmente a míseros 0,64% dos acessos à internet. Por outro lado, concorrentes como Chrome e o próprio Microsoft Edge dominam fatias de 64,95% e 3,99%, respectivamente.
Apesar de estar morrendo efetivamente, o espírito do Internet Explorer 11, a última versão do software, lançada em 2013, segue vivo, inclusive no Windows 11.
Desde 2019, o Microsoft Edge tem um modo de compatibilidade que emula o motor de navegação do Internet Explorer, a fim de garantir uma boa experiência em sites antigos ou mal-otimizados para os browsers atuais.
No último dia 22 de maio, a Microsoft prestou suas homenagens ao Internet Explorer com o vídeo acima, anunciando que seu futuro está no Edge.
Ao menos por enquanto, a Microsoft não vai bloquear o funcionamento do IE, tampouco remover o aplicativo a força das máquinas dos usuários. No entanto, a empresa afirma que deve tomar este último passo em breve, a partir de uma atualização via Windows Update (isto é, nas versões do Windows que ainda recebem atualizações).
Para aqueles que insistirem em utilizar o IE, a empresa também deve passar a exibir um aviso, indicando que o futuro da navegação é o Microsoft Edge.
“A partir dos próximos meses, abrir o Internet Explorer irá redirecionar os usuários para o Microsoft Edge com o modo de compatibilidade do IE. Os usuários ainda poderão visualizar os ícones do IE em seus dispositivos, mas se eles clicarem, o Microsoft Edge será aberto, no modo de compatibilidade. Eventualmente, o Internet Explorer será desabilitado permanentemente a partir de uma atualização futura do Windows Update, que removerá o ícone completamente.”
Microsoft, em seu comunicado sobre o fim do Internet Explorer
No caso do Windows 11, os usuários não precisarão se preocupar com o fim do Inteernet Explorer, uma vez que o sistema é o primeiro em 20 anos a não contar com o navegador pré-instalado.
Apesar disso, conforme explicado acima, o Micosoft Edge deve continuar suportando o modo de compatibilidade do IE até 2029.
Por mais que pareça exagero esperar tanto, vale lembrar que, sobretudo nos sites institucionais de órgãos públicos, o IE ainda é o mais indicado para uma experiência aceitável. Isto é, quando não acaba sendo mandatório.
Tal como destaca o jornal japonês, Nikkei, sites de agências governamentais do Japão devem ter dificuldades para contornar o problema no tempo necessário. Apesar disso, não há como dizer que o fim do Internet Explorer não era um fato anunciado há quase uma década.
Relacionados:
O post Microsoft anuncia fim do Internet Explorer após 26 anos de lançado apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Atualização promete corrigir bug dos stories repetidos no Instagram apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Aparentemente, o bug dos stories repetidos no Instagram acomete apenas a versão do aplicativo para iOS, e a plataforma já afirmou ter lançado uma atualização para corrigir o problema.
Na mesma linha, o portal internacional, The Verge, afirma que, muito embora as notas da atualização 239.1, lançada na manhã desta quarta-feira (15), não mencionem o bug especificamente, instalar essa versão deu um fim ao problema.

Ao menos aqui, atualizar para a versão 239.1, conforme a imagem acima, corrigiu o bug e eliminou os stories repetidos no Instagram.
Para atualizar seu aplicativo, basta abrir a App Store, tocar na sua foto, localizada no canto superior direito da tela e, em seguida, selecionar a opção “atualizar tudo”. Ou, se preferir, você também pode atualizar apenas o aplicativo do Instagram.
Via de regra, o iPhone atualiza seus aplicativos automaticamente, mas ele espera para fazer isso quando seu dispositivo está carregando e não está em uso. Além disso, o iPhone também é configurado por padrão para não baixar atualizações de apps a partir da rede móvel, a fim de evitar consumir sua franquia de dados.
Por fim, caso você queira verificar como estão configuradas as atualizações automáticas de aplicativos no seu aparelho, basta seguir para Ajustes > App Store > Atualizações de Apps. O status do seletor à direita indicará se as atualizações automáticas estão habilitadas, bem como, logo abaixo, dá para checar se o dispositivo está baixando atualizações a partir do 4G ou 5G.
Relacionados:
O post Atualização promete corrigir bug dos stories repetidos no Instagram apareceu primeiro em Nova Post.
]]>