/*! Select2 4.0.6-rc.1 | https://github.com/select2/select2/blob/master/LICENSE.md */ (function(){if(jQuery&&jQuery.fn&&jQuery.fn.select2&&jQuery.fn.select2.amd)var e=jQuery.fn.select2.amd;return e.define("select2/i18n/sl",[],function(){return{errorLoading:function(){return"Zadetkov iskanja ni bilo mogoče naložiti."},inputTooLong:function(e){var t=e.input.length-e.maximum,n="Prosim zbrišite "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},inputTooShort:function(e){var t=e.minimum-e.input.length,n="Prosim vpišite še "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},loadingMore:function(){return"Nalagam več zadetkov…"},maximumSelected:function(e){var t="Označite lahko največ "+e.maximum+" predmet";return e.maximum==2?t+="a":e.maximum!=1&&(t+="e"),t},noResults:function(){return"Ni zadetkov."},searching:function(){return"Iščem…"}}}),{define:e.define,require:e.require}})();

I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.
O post Apple TV app chega para o Android com foco no TV+ e partidas da MLS apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Usando a linguagem do Material Design do Google, os usuários Android terão uma experiência familiar ao utilizar o Apple TV app pela primeira vez. Ele está dividido em quatro categorias principais: Apple TV+, MLS, Downloads e Busca.
Na categoria Apple TV+, você verá conteúdos personalizados com base no que você assiste, além de sugestões de conteúdos que a Apple quer que você saiba que estão lá como Ruptura, Falando a Real, Ted Lasso e Wolfs. Apesar desses trilhos estarem disponíveis para o app do iOS também, a empresa acredita que muitos usuários Android serão assinantes de primeira viagem e por isso ela quer dar dicas do que assistir.
A aba MLS oferece tudo o que você precisa saber sobre a Major League Soccer, incluindo partidas futuras, jogos e programas. A aba Downloads reúne todo o conteúdo baixado do Apple TV+ e, como era de se esperar, a aba Busca permite que você procure por um programa, documentário, jogo, filme ou outro conteúdo específico.
Diferente do aplicativo para iOS, o Apple TV app para Android não traz a opções de assinar Canais e nem traz uma integração com os programas de outros streamings que você estiver assistindo. Na verdade, a empresa está limitando essa experiência ao Apple TV+; dito isso, você não encontrará os filmes ou programas adquiridos no iTunes, nem o carrossel “Continue Assistindo” com séries do Disney+, Max e Prime Video, por exemplo.
Com o aplicativo Apple TV agora disponível no Android, os usuários também podem assinar o Apple TV+ ou a MLS através do aplicativo Android, utilizando o sistema de cobrança do Google Play. Novos usuários contam com sete dias grátis para aproveitar o serviço. O Apple TV+ custa R$ 21,90 por mês no Brasil e a assinatura do Major League Soccer a partir de R$ 39,90 ao mês.
Leia também:
O post Apple TV app chega para o Android com foco no TV+ e partidas da MLS apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: iPhone 16, cada vez mais Pro apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Às vésperas do lançamento do iOS 18.3 e com o Apple Intelligence já disponível (apesar de ainda estar limitado ao idioma inglês), confira tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 16 de entrada, que continua ganhando recursos cada vez mais Pro e que enche os olhos de quem está em busca de trocar de iPhone. Abaixo, está a análise do iPhone 16.

Ao primeiro olhar, o iPhone 16 parece bem diferente dos últimos três lançamentos da Apple. Em um processo de evolução do design, a empresa foi aperfeiçoando a combinação de vidro e alumínio para criar este dispositivo. De cara, as novas câmeras chamam atenção porque não só parecem maiores, mas também estão posicionadas na vertical. Com isso, o flash passou para fora do módulo das lentes.
As cores também são mais chamativas que a geração anterior. Enquanto alguns brincam que “faltou tinta” na impressora da Apple com o iPhone 15, a verdade é que a empresa aperfeiçoou a técnica de aplicar cor diretamente ao vidro e agora os tons são mais fortes. Ao todo, o consumidor pode escolher entre ultramarino, verde-acinzentado, rosa, branco e preto. Enquanto eu particularmente acho que o ultramarino é a cor mais bonita da geração, a assessoria da Apple cedeu ao Nova Post o modelo na cor verde-acinzentado que, digamos a verdade, combina com a nossa identidade visual.
Nas laterais, a empresa adicionou duas novidades de uma vez. Uma delas é o Botão de Ação, primeiro apresentado com o iPhone 15 Pro, e o outro é o Controle da Câmera, um interruptor táctil com sensor de força para controlar não só a câmera do iPhone, como também abrir experiências do Apple Intelligence.
Enquanto o Botão de Ação tem sido útil há mais de um ano para mim após criar um atalho para tocar as minhas músicas favoritas no aleatório, ainda sinto que o Controle da Câmera não me ajuda tanto quanto eu gostaria, mas chegaremos lá.

Por fim, mas não menos importante, o iPhone 16 continua com a mesma tela OLED de 6,1 polegadas. A tecnologia de Ceramic Shield segue sendo aprimorada e é 50% mais resistente que a primeira geração, introduzida com o iPhone 12, e “duas vezes mais resistente que qualquer celular Android,” diz a empresa. Na prática, o iPhone parece mais à prova de quedas do que modelos anteriores, mas o display fica cada vez mais suscetível a abrasões. Em uso normal após estes últimos meses, vejo a tela cheia de micro-arranhões.
Nem chip Bionic e nem chip Pro, na segunda geração do seu processador com fabricação de 3nm, a Apple voltou a adotar uma estratégia que faz todo consumidor dos seus produtos se sentirem com uma novidade. Por isso, em vez de colocar o A17 Pro do iPhone 15 Pro, a empresa trouxe para a linha de entrada do iPhone 16 o chip A18.
Não só ele é mais rápido do que o chip da geração anterior, mas é importante notar que os ganhos são ainda mais visíveis para quem está vindo de um iPhone 12, por exemplo. Nessa conta, a empresa traz uma GPU duas vezes mais rápida, uma CPU 60% mais veloz e o primeiro chip “não Pro” de iPhone a trazer suporte ao Apple Intelligence.

Em relação ao iPhone 15, o novo chip A18 traz 16 núcleos de Neural Engine que o torna duas vezes mais rápido ao rodar modelos de IA. A CPU de 6 núcleos é 30% mais veloz e mais eficiente energeticamente, enquanto os gráficos rodam 40% mais rápidos e com eficiência 35% maior.
Além do novo processador, a Apple também adiciona uma nova arquitetura para resfriar o celular. Enquanto uma preocupação (e irritação minha) com os modelos da linha Pro é o aquecimento excessivo dos dispositivos, eu não senti a mesma coisa com a linha de entrada. Mesmo que o celular fiquei um pouco mais quente em momentos específicos, como jogando Genshin Impact, ele não fica imediatamente inutilizável como acontece com os celulares com chips mais parrudos.

Desde que atualizou a lente principal para 48MP, a Apple diz que o iPhone de entrada, agora o 16, é um smartphone de duas câmeras que parece ter quatro. Apesar do marketing, a verdade é que você pode fazer fotos em 0.5x, 1x e 2x sem perder qualidade e também fazer registros com zoom digital de até 4x. Além disso, também é possível fazer cliques em macro.

Sem ir muito além nas especificações, a Apple melhorou a câmera ultra angular com uma abertura maior, que recebe 2.6x mais luz que a geração anterior. O sensor, no entanto, segue com 12MP e não 48MP. Além disso, a empresa aposta no processamento do chip A18 para produzir fotos melhores.

Três anos após a introdução dos Estilos Fotográficos, a Apple volta a apostar nessa bandeira para o iPhone 16. Enquanto no iPhone 13 o usuário escolhia o Estilo Fotográfico preferido e não tinha como voltar atrás após o clique, agora é possível customizar a foto a vontade. Em outras palavras, se a sua foto não parece tão boa assim, você pode “consertá-la” ao usar os Estilos Fotográficos. É uma interface simples e bem intuitiva e eu confesso que tenho me aventurado mais nela.

Outra novidade da linha do iPhone 16 é o foco na gravação de vídeos. Há uma mística entre os consumidores de que os iPhones são os melhores celulares para gravar vídeo e a Apple quer garantir que assim as pessoas continuem pensando de seus smartphones. Com o iPhone 16, há um novo modo estúdio que permite o usuário editar o áudio da gravação com estilos diferentes. Além disso, os microfones do celular contam com novos algoritmos que ajudam a cancelar o ruído do vento, tornando até as gravações mais amadoras em algo bastante profissional.

Apesar das duas principais novidades do iPhone 16 serem o Controle da Câmera e o Apple Intelligence, eu não acredito que quem está atrás dos novos celulares da Apple atualizem por estes motivos. Eu explico:
Começando pelo Controle da Câmera, eu me forcei a usá-lo nos últimos quatro meses tanto no iPhone 16 quanto no iPhone 16 Pro Max para escrever esta análise. Em ambos os modelos, o Controle da Câmera parece mal localizado. Apenas se o celular estiver na horizontal que ele fica mais fácil de ser usado, mas eu preciso sempre descer um pouco demais o dedão para apertá-lo na vertical.
Com isso, o celular fica bambo na minha mão e eu não consigo mexer entre os pequenos painéis que respondem aos meus toques. Apesar de parabenizar a Apple pelo trabalho de criar uma combinação de hardware e software tão interessante, simplesmente não é para mim. Ou pelo menos, não onde a empresa posicionou este recurso.
A Apple também dá a possibilidade de trocar o uso do Controle da Câmera para abrir um app de terceiro como o Instagram, Snapchat ou outro app de foto. Porém, a melhor funcionalidade dele seria de abrir rapidamente a câmera para eu fazer um registro. Digo que seria porque ao longo das últimas atualizações, tive diversas frustrações com este recurso.

No iOS 18.2, por exemplo, não era raro apertar o Controle da Câmera e o app de câmera abrir uma tela completamente preta. Em seguida, ao tentar desbloquear o celular, o Face ID parava de funcionar. A situação melhorou no iOS 18.2.1, mas foram tantas pequenas frustrações, que preferi esquecer do Controle da Câmera. Além disso, ao fazer um registro com ele, era comum a foto sair borrada, especialmente na selfie.
Já o Apple Intelligence, que apesar de ter sido lançado com o iOS 18.1 e expandido com o iOS 18.2, parece solucionar problemas que os usuários não têm. Primeiro que a atualização que desbloqueará de fato este recurso para os brasileiros só chega em abril, mas também porque as ferramentas disponíveis não fazem muita coisa.
Tirando o Genmoji, que é a possibilidade de criar um emoji customizado, nenhum outro recurso me salta os olhos. Os resumos inteligentes só funcionam em inglês, as Writing Tools, que são ferramentas de escrita, também. Além disso, a função de revisar o texto em inglês muitas vezes ignora erros graves.
Por fim, percebi que mesmo sem utilizar o Apple Intelligence, ele estava gastando bateria do celular. Por isso, decidi desativar o recurso. Apesar de estar animado para que a plataforma de IA da Apple chegue para nós brasileiros e saber que a empresa pretende criar uma Siri que entenda contexto e busque informações pelos aplicativos, eu também sei que isso é uma realidade que demorará pelo menos mais uns dois lançamentos de iPhone. Ou seja, não é o iPhone 16 que vai desbloquear um mundo de IA para você.
Mais fácil do que isso, use o aplicativo do ChatGPT ou outro de sua preferência. Eles são melhores, trazem informações mais precisas, mas não pense que é por essas plataformas que vale a pena trocar de celular.

A linha do iPhone 16 melhorou, de maneira geral, a sua autonomia. Não só as baterias são maiores do que as da geração anterior, mas a integração de hardware e software também melhoraram a experiência.
Para o iPhone 16, a Apple promete 22 horas de consumo de vídeo, 18 horas de consumo de vídeo por streaming e até 80 horas ouvindo música. No dia a dia, eu consegui em torno de 4h30-5h de tela ligada e entre seis a sete horas de autonomia com a tela bloqueada.
Para mim, isso se refletiu em um dia que ia das 7h até as 22h com em torno de 15-20% de sobra na bateria, mesmo fazendo ligações no FaceTime, jogando Pokémon TCG Pocket, ouvindo música o dia todo, malhando na academia e correndo com treinos do Apple Fitness+. Após péssimas experiências com o iPhone 14 Pro Max e o iPhone 15 Pro, digo que o consumidor pode ficar mais aliviado com a bateria desta nova geração.
Fora isso, a Apple também trouxe uma nova tecnologia de MagSafe que permite carregar o celular com até 25W de potência por indução, carregando mais em menos tempo. Seja no cabo ou sem fio, a Apple promete os mesmos 50% de bateria em 30 minutos. Porém, você precisa de pelo menos uma hora extra para chegar a 100%.

Pouco é o que separa a linha Pro da linha normal. Por enquanto, são alguns recursos que podem não fazer o olho do consumidor brilhar como Tela Sempre Ligada, taxa de atualização dinâmica, uma terceira câmera com zoom óptico 5x e um acabamento em titânio em vez de alumínio.
Fora isso, o usuário encontrará os novos botões na linha de entrada, um chip novo, Apple Intelligence e tela OLED. Por causa da flutuação do dólar, o iPhone 16 é um pouco mais caro do que a geração anterior quando foi lançada. Ele começa em R$ 7.799 no modelo de 128GB. No varejo, porém, já é possível achá-lo na faixa dos R$ 5.700.
Se você vem de um iPhone antigo e está pensando em fazer a atualização, eu recomendo o modelo de entrada mais do que a linha Pro. Dito isso, acho que ele vale a pena pelas boas câmeras, o processador de ponta e a bateria melhor, mas não pelo Controle da Câmera ou Apple Intelligence.
Mesmo assim, se algum dias esses recursos forem melhorados, pelo menos você já garantiu o seu acesso a eles.
Leia também:
O post Análise: iPhone 16, cada vez mais Pro apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Apple Fitness+ ganha mega atualização para começar 2025 com o pé direito apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Para oferecer aos usuários mais maneiras de se manterem ativos e conscientes em 2025, o Apple Fitness+ apresenta um programa progressivo de treinamento de força, projetado para eliminar as dúvidas ao montar a rotina perfeita, além de um programa de condicionamento físico para pickleball.
Um novo programa de ioga no estilo workshop ajuda os usuários a aprimorar suas habilidades com poses populares avançadas, enquanto um programa de meditação respiratório auxilia no gerenciamento do estresse, aumento de energia e melhora do foco.
Outro programa popular, a série Artist Spotlights, está de volta com as maiores estrelas da música, incluindo Janet Jackson, Coldplay, Bruno Mars e Kendrick Lamar, enquanto novos episódios de Time to Walk apresentam Adam Scott, Rita Ora, Daddy Yankee, Tiffany Haddish e outros. Alex Wong, renomado coreógrafo e dançarino, lidera uma sessão exclusiva de treino de dança.
“O Fitness+ foi projetado para ajudar na jornada única de cada pessoa na melhora do seu condicionamento físico e bem-estar, oferecendo treinos, meditações e programas acolhedores e motivadores que tornam fácil se manter ativo e consciente”, disse Jay Blahnik, vice-presidente de Tecnologias Fitness da Apple. “Desde treinos que podem melhorar a força e precisão para pickleball, até meditações respiratórias que ajudam a aliviar o estresse, sessões do Artist Spotlight com hits icônicos e uma empolgante colaboração com o Strava, o Fitness+ tem algo para inspirar, motivar e ajudar todos a se sentirem bem em 2025.”
Além dessas novidades, o Apple Fitness+ está se unindo ao Strava para uma melhor integração entre os dois aplicativos. Quando os assinantes do Fitness+ compartilharem um treino com o Strava, o aplicativo exibirá agora detalhes mais ricos, incluindo a imagem do episódio, número do episódio, gênero musical, nome do treinador e métricas.
O novo conteúdo estará disponível no iPhone, iPad e Apple TV a partir de segunda-feira, 6 de janeiro. Com o Apple Watch, os usuários podem potencializar sua experiência, adicionando uma camada extra de motivação com métricas em tempo real para acompanhar o progresso.
O Apple Fitness+ é um serviço de assinatura disponível por R$ 29,90 por mês ou $149,90 por ano. Pode ser compartilhado com até cinco membros da família. O Fitness+ está incluído no plano Apple One Premier, que, onde disponível, também oferece acesso ao Apple Music, Apple TV+, Apple Arcade, Apple News+ e iCloud+ com 2TB de armazenamento.
O post Apple Fitness+ ganha mega atualização para começar 2025 com o pé direito apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Apple Music revela top 100 melhores álbuns de todos os tempos apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O Apple Music chama a lista de 100 melhores álbuns de todos os tempos uma “declaração editorial, totalmente independente de quaisquer números de streaming no Apple Music – uma carta de amor aos discos que moldaram o mundo que os amantes da música vivem e ouvem.”
Abaixo, você confere os top 10 melhores álbuns, de acordo com a plataforma de música da Apple:
Para o Apple Music, o único álbum solo de Lauryn Hill foi um evento sísmico em 1998 ao trazer um “olhar incrivelmente cru e profundo sobre a paisagem espiritual não apenas de uma das maiores estrelas da época, mas da própria época. Ela foi, e continua sendo, um talento único em uma geração, cuja inspiração e inovação podem ser ouvidas ao longo das décadas. Os artistas esgotam longas discografias na esperança de uma obra coesa e ressonante o suficiente para remodelar a cultura e inscrever o seu criador no panteão; Lauryn Hill fez isso em um.”
Além da lista completa que pode ser conferida aqui, o Apple Music também criou 100 vinhetas de áudios contando a história de cada álbum e contextualizando a sua importância e posição na lista.
Amantes da música também podem acessar conteúdos especiais dos 100 melhores álbuns pela App Store, Apple News, lojas da Apple e mais.
Veja também:
O post Apple Music revela top 100 melhores álbuns de todos os tempos apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Beats Solo 4, um recomeço para a marca apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O Nova Post foi um dos primeiros veículos a ter acesso a uma unidade de teste do Beats Solo 4. Após duas semanas de uso, trazemos uma análise detalhada sobre este produto, que lança nos Estados Unidos no próximo dia 2 de maio, mas que ainda não tem data para chegar ao Brasil.

Pesando apenas 217 gramas, o Beats Solo 4 é um dos headphones mais leves já feitos pela marca e, com certeza, o mais leve da Apple no momento. Ele traz acabamento em plástico, alumínio nas hastes e borracha. Fazendo o comparativo, temos o Beats Studio Pro, que pesa 260 gramas, e o AirPods Max com 384 gramas. Para quem já teve um produto da Beats, vai descobrir no Beats Solo 4 um design bem parecido com os modelos anteriores, mas com algumas melhorias.
O fone conta com uma headband flexível, hastes que deslizam e novas conchas auriculares que se ajustam em tempo real à sua orelha. Como de costume, os fones podem ser dobrados e guardados em um estojo. As cores de lançamento são Preto Fosco, Azul-Ardósia e Rosa Crepúsculo.
A principal diferença da geração anterior para esta são as almofadas UltraPlush, que chegaram com o Beats Studio Pro em 2022. Elas são mais resistentes e se ajustam melhor no ouvido. Porém, acredito que elas ficaram melhor no Solo 4, já que elas se encaixam exatamente na minha orelha e não ao redor dela.

Diferente do AirPods Max que conta com almofadas grandes e confortáveis, a UltraPlush do Beats Studio Pro é mais fina e deixa meu ouvido exatamente encostado no speaker, causando desconforto.
Dito isso, embora eu tenha conseguido usar o Beats Solo 4 por várias horas sem parar – o Tortured Poets Department da Taylor Swift foi trilha de boa parte desta análise – ainda tenho o mesmo problema que sempre tive com fones da Beats. Após 30 minutos de uso, a borracha da headband começa a esquentar a minha cabeça, o que incomoda bastante. Porém, se eu continuo usando os fones por mais um tempo, eu me acostumo com eles e fica tudo bem.
Mesmo assim, sinto que a headband do Beats Solo 4 é muito melhor do que a do Solo Pro, modelo de 2019 que foi descontinuado antes mesmo do seu antecessor, o Solo3 de 2016. Para mim, a melhor maneira de usar os fones é com as hastes no máximo.
Por fim, vale notar que o lado esquerdo dos fones de ouvido oferece controles de toque (tocar/pausar/pular/invocar a Siri) e uma entrada de fone de ouvido de 3,5 mm, enquanto o lado direito traz uma porta USB-C e o botão de energia.

Antigamente, eu sentia que havia uma diferença entre o som dos diversos headphones da Beats. Porém, uma má sensação seguia todos eles: Apesar do grave único da empresa, o som sempre parecia meio embolado. Felizmente, com o Beats Studio Pro, essa sensação passou.
O grave da Beats continua muito bacana, mas as músicas, de maneira geral, soam muito mais claras e sem distorção. O suporte ao Áudio Espacial também é um ponto positivo desta geração. O que eu achei mais interessante é que ao comparar o Studio Pro com o Solo 4, o som de ambos é muito parecido. Ou seja, não importa qual headphone você escolha, os dois oferecerão um som de alta qualidade.
As diferenças, claro, vem a seguir: O Beats Solo 4 não traz Cancelamento Ativo de Ruído, Modo Ambiente e nem perfis de som. Mesmo assim, isso não impacta a qualidade do áudio. E mesmo sem ANC, os fones ficam tão bem ajustados na orelha que mesmo sem tocar nada, boa parte do som externo já é completamente abafado.
Além disso, parece que é a primeira vez que eu realmente aproveitei o streaming de músicas em lossless.

Quando o Apple Music anunciou suporte ao lossless há alguns anos, só se falava disso. Nessa época, muitas informações equivocadas surgiram e as pessoas até hoje as compartilham. Por exemplo, tem quem acha que vai ouvir este som de alta fidelidade por fones de ouvido Bluetooth, o que não é possível. No fim do dia, essas pessoas só estão gastando armazenamento do iPhone e acabamento com o plano 4G.
O primeiro fone de ouvido da Apple com essa tecnologia foi o Beats Studio Pro. Agora, junta-se à linha o Beats Solo 4. E não, os AirPods não podem transmitir lossless.
Dito isso, a minha experiência com arquivos em lossless nunca foi surpreendente. Não acredito que meus ouvidos sejam suficientemente bons para notar todas as nuance, mas finalmente entendi o que o diferencia o AAC do lossless.
Com uma conexão cabeada entre o Beats Solo 4 e o Mac Studio para fazer esta análise, percebi que conseguia perceber alguns arranjos, instrumentos e ajustes de voz mais facilmente.
A questão é que eles estão presentes no formato AAC da Apple, que eu ouço sem fio, mas era mais difícil identificá-los sem saber que estavam lá. Com o Beats Solo 4, esses fones de ouvido me ajudaram a percebê-los com mais frequência, o que tem me feito apreciar ainda mais as músicas que eu ouço sem parar.

O Beats Solo 4 conta com até 50 horas de reprodução. Com a tecnologia Fast Fuel, uma carga de dez minutos é transformada em mais cinco horas de uso ininterrupto. Porém, caso você consiga de alguma maneira acabar com a bateria deste fone de ouvido, é só plugar o cabo de 3.5mm e continuar ouvindo a sua música mesmo com o headphone sem carga.
Não consegui nestas últimas duas semanas acabar com a bateria dele, mas também porque o usei muitas vezes cabeado no Mac, o que acaba carregando-o de volta.
Vale notar que, diferente da Apple, a Beats continua incluindo o máximo de acessórios na caixa, como o estojo para guardar os fones, um bom cabo USB-C para USB-C e o cabo de 3.5mm.
Apesar de ainda não ter data para chegar ao Brasil, a Apple anunciou o preço de R$ 1.949,00 para o Beats Solo 4 por aqui. Em comparação, o Beats Studio Pro custa R$ 2.999,00.
Ambos os fones de ouvido contam com o fator Brasil no preço, o que os acaba tornando mais caros do que de fato deveriam ser. Mesmo assim, o Beats Solo 4 continua sendo uma ótima escolha pela excelente qualidade de som e bateria infinita.

Apesar de não contar com ANC e perder algumas funções presentes em fones como o AirPods Pro 2, ele ainda traz suporte ao app Buscar, tem pareamento rápido com iOS e Android e suporte a assistente de voz.
Agora, se você pretende usar este fone da Beats na academia, como eu já vi as pessoas fazendo, cuidado, porque ele não conta com resistência à água ou respingos.
Isso não quer dizer que ele vai quebrar caso você sue nele ou pegue um pouco de chuva, mas pode ser que você acabe estragando os seus materiais.
Ao fazer a análise do Beats Solo 4, lembrei de quando comprei o Beats Solo original em uma viagem internacional em 2012. Lembro de me sentir descolado com ele e, mais de uma década depois, a sensação permanece. Porém, a qualidade do fone melhorou vertiginosamente e, creio, que esta geração não vai se desintegrar como aquele meu primeiro headphone desintegrou-se após alguns anos.
Estes fones vão ser bastante populares entre o público jovem e usuários casuais de headphones. A minha dica: Espere pelas edições limitadas e para que o produto comece a aparecer em mais marketplaces para que você o encontre em uma boa promoção. Por enquanto, você só os encontra na Apple.
O post Análise: Beats Solo 4, um recomeço para a marca apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Samsung ViewFinity S9, o melhor custo-benefício para usar o Mac na telona apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Apesar da Samsung não dizer isso com as próprias palavras, o monitor ViewFinity S9 é quase como uma tela feita especialmente para os Macs, uma vez que a melhor experiência para usar um computador ou laptop da Apple seja com a ajuda de um display 5K.
Mesmo com o Brasil tendo uma grande competição de monitores no low e mid-range, como o monitor Samsung M8, são poucas as telas que realmente despontam no segmento premium. Entre elas, o Studio Display da Apple, já analisado pelo Nova Post, e agora o ViewFinity S9 da Samsung, que chegou ao mercado brasileiro no começo deste ano.
Após duas semanas de testes, eu te conto a minha experiência com este monitor que promete ser o all-in-one para consumidores exigentes e que querem uma excelente tela, um aparelho para casa conectada, um gaming hub, uma TV e até um dispositivo para fazer reuniões em vídeo.

Usando o português claro, a maior parte dos monitores disponíveis no mercado brasileiro é feio. Se a tela não é boa, a construção deles também não ajuda; geralmente não têm falantes ou uma webcam. Eles são basicamente uma tela maior para ajudar na produtividade ao usar uma CPU ou um notebook conectado a ele.
O Samsung ViewFinity S9, por outro lado, tem um design de dar inveja nesses competidores. Com uma base de alumínio, ele tem um acabamento todo metálico, que de longe você nem percebe que o corpo dele é feito de plástico.
Com ajustes de altura e de inclinação, o monitor já traz de cara uma ergonomia sem igual para quem precisa usar a tela um pouquinho mais alta, um pouquinho mais inclinada ou até para ver planilhas na vertical. Porém, cada um desses ajustes me dá um pouco de taquicardia, já que a tela treme bastante ao ser ajustada.
O ViewFinity S9 traz duas saídas de som na parte traseira e também tem uma pequeno buraco na base de sustentação para você passar os cabos de força e o Thunderbolt 4. Ele também conta com a DisplayPort e três portas USB-C ao todo.

Uma solução inteligente para evitar colocar uma webcam diretamente na tela foi adicionar uma câmera removível, que pode ser facilmente acoplada magneticamente na parte traseira do produto. Infelizmente, o microfone ficou de fora, então é necessário conectar um fone ou microfone bluetooth para chamadas.
Por fim, a última parte do design que vale a pena ser comentada é o controle remoto que a empresa traz com o seu monitor. Ele é branco, feito de plástico e utilizado para aumentar/diminuir volume da tela, além de servir para ajustar outras configurações do display. Vamos falar mais sobre isso depois.

Sem dúvidas, a melhor parte do Samsung ViewFinity S9 é a sua tela LCD IPS de 27 polegadas com resolução 5K. As cores são precisas, contam com o padrão DCI-P3 e o que é ainda mais legal é que o display tem um acabamento fosco. Ou seja, se você trabalha com a luz batendo na tela direta ou indiretamente, você não percebe nem as distorções de cor e nem fica com a vista fatigada tentando enxergar através do reflexo, já que ele não existe.
Apesar de não contar com taxa de atualização de 120Hz, ele traz uma experiência bastante fluida a 60Hz. Posso editar imagens, vídeos, escrever meus artigos, rolar pelas redes sociais e tudo flui muito bem.

Um dos pontos fortes desse monitor é a possibilidade de ver conteúdos em HDR. Portanto, se você edita vídeos e fotos em HDR, é possível ativar este modo para garantir que a imagem final saia perfeita. O grande competidor desta tela, o Studio Display da Apple, não conta com suporte ao HDR.
Para quem busca uma tela 5K, que é exatamente a resolução perfeita para usar com o Mac, vai ficar mais do que satisfeito com ela, esteja você com um Mac mini, Mac Studio ou MacBook.
Para ser sincero, a minha análise do Samsung ViewFinity S9 poderia encerrar acima, porque como tela, ela traz o melhor custo-benefício do mercado. Ou seja, quer melhorar a sua produtividade no trabalho ou nos estudos? Com certeza, essa é a melhor opção e ponto final. Porém, a Samsung não está satisfeita em entregar apenas uma tela.
Além de monitor, o ViewFinity S9 também precisa ser um aparelho conectado ao SmartThings, plataforma de IoT da empresa; ele também serve como TV, já que tem a mesma interface Tizen dos televisores da Samsung; monitor para jogos e tela para reuniões do Google Meeting sem um computador conectado, entre outras funções.
Porém, eu não recomendaria este produto para nenhuma dessas outras atividades. Na verdade, eu acho que o ponto fraco deste monitor é tentar ser todas as coisas que ele não precisa ser.

É a partir daqui que eu acho que o Studio Display da Apple ganha em outros pontos. Apesar de mais caro, ele dá um passo além nas funções certas, enquanto a Samsung faz parecer que o seu produto não está 100% acabado. Abaixo, estão algumas das minhas frustrações com o ViewFinity S9.
Qualidade dos speakers é baixíssima: O som do ViewFinity S9 é ruim. Não há clareza no que está sendo tocado ou ouvido. Os graves são quase inexistentes e é preciso aumentar muito o volume, seja para ver um vídeo no YouTube, assistir a uma série e não é uma experiência bacana para jogos – exceto se você optar por usar um fone de ouvido a todo o momento. Tudo bem, grande parte dos monitores não conta com speaker, mas se a Samsung colocou falantes nesse produto, eles poderiam ser melhores, certo?
Tizen é bom para Smart TVs, mas não esse Tizen e nem para esse monitor: Na aposta de casa conectada, a Samsung adicionou o Tizen nesta tela. Com isso, você pode transformar o monitor em um gaming hub, QG do SmartThings, acesso direto para aplicativos de streaming ou para conectar um computador. Apenas o último ele faz bem, porém, toda a parte do Tizen atrapalha na experiência de tela adicional.

Especialmente no Mac, é preciso usar o controle remoto para aumentar e diminuir o volume, se você estiver usando o monitor da Samsung como speaker. Para mudar o brilho, o padrão de tela, ativar o sleeper ou até ligar o ViewFinity S9, é preciso usar também o controle.
É normal também perder um tempão ao acessar os menus de configuração com a tela ficando preta a cada mudança. Enquanto o Tizen de alguns anos atrás era um sistema fluido para as TVs Samsung, essas últimas atualizações tornaram o sistema em um hub de informações desnecessárias que atrapalham a experiência do usuário.
Legal ter uma webcam 4K, mas ela é pior que uma câmera Full HD: Outro ponto que deveria ser positivo, mas acaba sendo negativo é a webcam 4K acoplável. A primeira impressão é: “Que legal, a Samsung colocou uma webcam – e 4K! – no monitor.” Mas ao usá-la, não só a imagem fica extremamente lavada, como também bastante esbranquiçada. Não é uma boa experiência. Ou seja, às vezes era melhor não ter do que ter uma opção mais ou menos.

Por que o ViewFinity S9 esquenta tanto? Por fim, um ponto de atenção a este monitor é o fato dele esquentar absurdamente. O canto inferior direito está sempre bastante quente. Comparado ao Studio Display, isso não acontece. Talvez falte uma melhor ventilação, mas me preocupa que isso pode acarretar em um gasto enérgico maior ou até estragar algum componente interno.

Ao trazer as reflexões acima, eu tendo a acreditar que uma próxima geração desse monitor seria melhor com menos funções. A Samsung já faz um trabalho de ponta ao trazer um visual bonito e uma excelente tela para quem precisa de uma. Fora isso, tudo o que este produto se propõe a fazer, ele não faz tão bem quanto deveria.
Se a empresa não focar em uma melhoria nos speakers, dar uma balanceada nas cores da webcam e até simplificar o Tizen, estas vão ser funções que vão mais atrapalhar do que ajudar a vida do consumidor. Às vezes, é melhor dizer que não tem e baratear o produto do que gastar com tecnologias que não estão no nível de excelência que a Samsung espera entregar a estes consumidores “Business Pro”. É profissional, mas é meio ruim? Não faz sentido.
Outro ponto de atenção é na hora de virar a base na vertical. Das cinco vezes que fiz isso, o cabo de força acabou desconectando, já que ele prende na pequena passagem que tem para que você mantenha os cabos organizados. O monitor também acaba encostando na mesa quando tento virar a tela, já que quase não há espaço suficiente para esta manobra.
O Samsung ViewFinity S9 tem preço sugerido de R$ 9.999 e é vendido exclusivamente no site da Samsung Brasil. Em parcerias com terceiros, é possível conseguir esta tela por um preço de aproximadamente R$ 7.000,00, apesar de que é necessário ficar de olho em promoções.
Levando em conta o mercado high-end de monitores, a Samsung acertou em cheio no posicionamento desta tela 5K. O Studio Display, da Apple, por exemplo, começa em R$ 16.599 e não traz funções como a base de ajuste de altura ou a tela fosca como opções de entrada. Para isso, o usuário precisa desembolsar R$ 23.889,00. Mais do que dois ViewFinity S9 – três, se você conseguir uma promoção.
Portanto, para quem busca expandir a tela do Mac mini, Mac Studio ou de um MacBook Air ou Pro, o ViewFinity S9 é a escolha certeira se o foco é o custo-benefício. Afinal, o mais importante é o display 5K de altíssima qualidade.
Para o usuário que foca nos pequenos grandes detalhes como acabamento, webcam, alto-falante e fácil acesso às configurações, o Studio Display ganha de disparada, porque apesar de oferecer menos funções smart, ele traz uma experiência audiovisual muito melhor.
Como dito acima, o ViewFinity S9 é um excelente monitor, mas peca por querer fazer mais do que precisa.
Leia também:
O post Análise: Samsung ViewFinity S9, o melhor custo-benefício para usar o Mac na telona apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Apple disponibiliza iOS 17.2 com novo app Diário e outras novidades apareceu primeiro em Nova Post.
]]>“Nós estamos animados em trazer o benefício da escrita em um diário para mais pessoas,” disse Bob Borchers, VP mundial da Apple para produtos de marketing. “Diário torna fácil preservar memórias ricas e poderosas, além de praticar gratidão ao trazer curadoria de informações pessoais do usuário direto no iPhone dele. Nós estamos também permitindo que outros aplicativos que têm o mesmo intuito tragam o mesmo nível de personalização e altíssima privacidade.”
Além desta novidade, o iOS 17.2 traz algumas funções exclusivas para usuários do iPhone 15 Pro, como:

A atualização do iOS 17.2 também traz melhorias para usuários do iMessage, como mais customização de Memoji, novas funcionalidades no app do Tempo, como quantidade de precipitação, calendário lunar interativo, etc.
Entre as novidades mais interessantes do iOS 17.2 estão a possibilidade de acessar e logar dados de Saúde utilizando a Siri sem acessar a internet (disponível em inglês), a possibilidade de compartilhar ingressos de cinema, de show e outros passes por AirDrop aproximando dois iPhones, uma lista com apenas as suas canções favoritas e a possibilidade de desativar o histórico de músicas do Apple Music em determinados modos de Foco.
Confira as principais mudanças dos outros sistemas operacionais:
Veja também:
O post Apple disponibiliza iOS 17.2 com novo app Diário e outras novidades apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Guia Apple One: vale assinar o pacote de serviços da Apple? apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Apple One é um pacote que junta os diversos serviços da Apple. Existem três assinaturas disponíveis: Individual, Familiar ou Premium. O usuário pode escolher entre assinar sozinho ou compartilhar com até cinco familiares os benefícios do pacote, que conta com Apple Music, Apple Arcade, Apple TV+, iCloud e no plano mais caro, Apple Fitness+.

Conheça mais sobre os serviços que o Apple One oferece:
Apple Music
O Apple Music é o serviço de streaming de música da Maçã. Com ele, o usuário pode aproveitar um catálogo de mais de 90 milhões de canções, centenas de milhares de playlists, estações de rádio e mais.
O assinante pode acompanhar as letras das músicas em tempo real, curtir álbuns selecionados em Lossless e Áudio Espacial com Dolby Atmos, baixar as canções favoritas e ainda contar com recomendações personalizadas da Siri.
A assinatura do Apple Music também garante o serviço Apple Music Classical. Saiba mais sobre ele aqui.
Apple Arcade
O Apple Arcade é o serviço de jogos da Maçã. Com mais de 200 games, o usuário pode aproveitar jogos sem anúncios e sem compras internas. Além de conteúdos originais como FANTASIAN, a Apple também aposta em remasterizações de clássicos do iOS como Angry Birds, Fruit Ninja, Cut the Rope, entre outros. Praticamente toda sexta-feira novos jogos são adicionados ao serviço.
Apple TV+
O Apple TV+ é o serviço de streaming de vídeos da Maçã. Com diversas produções originais, a Apple conta com um catálogo premiado de séries, documentários e filmes, como “Ted Lasso”, “The Morning Show”, “For All Mankind” e muitos outros.
Os conteúdos geralmente contam com as melhores tecnologias disponíves como suporte a 4K, áudio espacial, HDR, Dolby Vision e mais.

Apple Fitness+
O Apple Fitness+ éo serviço de ginástica da empresa que pretende atingir todos os públicos: dos mais exigentes aos que acabaram de começar a ter uma vida mais saudável. Com 12 tipos de exercícios e centenas de aulas, o Apple Fitness+ é um guia para uma vida mais ativa. Ele integra o Apple Watch com o iPhone, iPad ou Apple TV e o usuário pode escolher exercícios de 5 a 45 minutos para realizar.
iCloud+
O iCloud é o serviço de armazenamento de dados na nuvem da Apple. Com ele, você pode guardar todas as suas fotos e vídeos, fazer backup do WhatsApp e de outros aplicativos, assim como manter um arquivo de todos os dados dos seus dispositivos Apple.
Ele sincroniza entre os seus diferentes aparelhos da empresa e conta com uma experiência integrada como, por exemplo, uma foto tirada com o iPhone aparece instantaneamente no iPad e no Mac.

Apple One Individual – R$ 42,90 ao mês
O pacote pode ser assinado apenas individualmente e o usuário também pode assinar a parte mais armazenamento no iCloud.
Apple One Familiar – R$ 54,90 ao mês
O pacote pode ser compartilhado com até cinco pessoas e o usuário pode assinar a parte mais armazenamento no iCloud.
Apple One Premium – R$ 89.90 ao mês
O pacote pode ser compartilhado com até cinco pessoas e o usuário pode assinar a parte mais armazenamento no iCloud.

Como você pode ver, os pacotes são muito parecidos, mudando basicamente a quantidade de armazenamento no iCloud e a possibilidade de compartilhar ou não os serviços com os seus familiares. Mas como saber se vale pena assinar?
Antes de tudo, toda vez que o usuário vai fazer uma assinatura de um serviço da Apple, a empresa avisa caso seja mais vantajoso para ele estar no Apple One.
Confira abaixo os valores dos serviços da Apple sem o One:
Pensando nesses valores, o usuário que tem o Apple Music e o pacote mais barato do iCloud, ele está gastando em torno de R$ 26. Ao pagar R$ 42,90 ao mês, ele ganha mais o Apple TV+ e o Apple Arcade, economizando mais de R$ 20.
Ao pegar o plano familiar, que pode ser compartilhado com até mais cinco familiares, isso garante todos os benefícios acima, mas com 200GB compartilháveis de iCloud, e um valor que pode tecnicamente ser dividido em seis pessoas.

O Apple One Premium é o pacote ideal para os usuários mais exigentes da Maçã. Seja porque divide com familiares ou porque precisa de mais espaço, um dos principais motivos para considerar este plano são os 2TB de armazenamento.
Não só isso como o Apple Fitness+ é relativamente mais caro do que os outros serviços. Ou seja, ao pagá-lo a parte com o iCloud de 2TB, ambos já ficariam o mesmo valor que o Apple One Premium só que sem os benefícios dos outros produtos.
Sim, é possível. A Apple diz que todos os serviços que o usuário não assinou são gratuitos no primeiro mês da assinatura do pacotão. É possível cancelar a qualquer momento, sem compromisso.

Se você decidiu assinar o Apple One, siga essas instruções.
No iPhone ou iPad rodando iOS 14 ou iPadOS 14, entre em “Ajustes”, “Conta”, “Gerenciar Assinaturas” e escolher qual o plano ideal do Apple One para você.
Também é possível clicar aqui para fazer a assinatura através do seu iPhone, iPad ou Mac rodando macOS Big Sur ou mais recente.
Sim! Se 2TB de armazenamento não são suficientes ou caso você queira um plano mais barato do Apple One, é possível escolher a parte assinar o iCloud com mais 50GB, 200GB, 2TB, 6TB ou 12TB de armazenamento na nuvem.
Ao todo, o usuário pode ter até 14TB de armazenamento na nuvem. Confira os valores do iCloud:
Seja você um aficcionado pela Apple ou apenas buscando economizar dinheiro com diversos serviços, o Apple One traz um pacote de produtos com um bom custo-benefício. Enquanto talvez alguns serviços não valham por si só dependendo do gosto do usuário, tê-los sob uma única assinatura é bastante atrativo, ainda mais quando dividido com familiares.
Serviços como o Fitness+ requerem que o usuário tenha mais de um produto da Apple enquanto outros, como o Apple Music ou Apple TV+ são mais abertos a outras plataformas, como videogames, celulares Android, Smart TVs, etc.
O post Guia Apple One: vale assinar o pacote de serviços da Apple? apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Apple Music Classical desembarca para o iPad apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O Apple Music Classical é baseado no Primephonic, um aplicativo de streaming de música clássica que a Apple comprou em 2021. Depois de dois anos de desenvolvimento, a empresa lançou a sua própria versão do app, que é bastante similar ao Apple Music, mas com algumas mudanças importantes – e foco específico neste gênero de música.
Por exemplo, ao tocar uma música, não há – obviamente – uma opção de mostrar a letra. Em vez disso, a Apple apresenta a ficha técnica da canção.
Com o Apple Music Classical, você pode acessar a maior biblioteca de músicas clássicas do mundo. É possível procurar por compositor, trabalho, condutor e outras informações para achar a gravação que você busca. Também dá para explorar compositores e suas biografias, instrumentos, além de listas curadas por especialistas do ramo.
Na versão para iPad, o grande diferencial é a barra lateral, que é marca registrada do sistema operacional. Por ela, você consegue buscar por novas faixas e acessar sua biblioteca e listas.

O serviço não pode ser assinado por conta própria. O usuário precisa ter uma assinatura ativa do Apple Music – o que garante a usabilidade desse outro serviço. Se você não é assinante do Apple Music, saiba que ele está disponível noa planos individual, familiar e estudantil.
O Classical também está disponível para assinantes do Apple One – que garante outros serviços da empresa também. Você pode saber mais sobre isso aqui.
O Apple Music Classical pode ser baixado tanto para iPhone quanto para iPad aqui.
O post Apple Music Classical desembarca para o iPad apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post iPhone 15 Pro tem design de titânio, processador incomparável e Action Button apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Ao combinar vidro e titânio, a empresa também diminuiu as bordas dos novos iPhones e manteve os mesmos tamanhos de tela de 6,1 e 6,7 polegadas. Outra novidade do design é o fim do botão silencioso por um Action Button – que leva o mesmo nome do botão presente no Apple Watch Ultra. Além de permitir ativar o silencioso, o usuário pode escolher entre outras ações, como ativar a câmera, o flash, e outros atalhos. Por fim, houve uma reestruturação interna do aparelho para que seja mais fácil e mais barato reparar a tela sem ter que trocar todo o aparelho.
Pela primeira vez em anos, a Apple abandonou a nomenclatura “Bionic” para os chips de iPhone e agora aposta no A17 Pro, o primeiro processador com fabricação de 3 nanômetros de um smartphone. Ele traz um redesign de GPU garantindo novas experiências de jogos e realidade aumentada, enquanto a CPU é 10% melhor.
Com um decoder AV1 dedicado, o iPhone 15 Pro garante mais eficiência e experiências de alta qualidade de vídeo para serviços de streaming. Com uma porta USB 3.0 também é possível transferir arquivos com mais velocidade e transmitir vídeos 4K HDR a 60 fps em uma tela, por exemplo.

Entre as novidades das câmeras, está um novo modo de 24MP de super-resolução padrão (que faz uso da lente principal de 48MP). Além disso, é possível mudar a distância focal entre 24 mm, 28 mm e 35 mm, assim o usuário garante cliques mais rápidos na configuração preferida.
A câmera do iPhone 15 Pro oferece, além do ProRAW em 48MP, a possibilidade de tirar fotos em HEIF a 48MP, garantindo quatro vezes mais resolução que uma foto padrão. Enquanto o modelo Pro menor mantém zoom óptico de 3x, o iPhone 15 Pro Max pode chegar até 5x – o que a Apple diz ser ótimo para fotos fechadas, vida animal ou para registrar movimento a distâncias maiores.
As câmeras também garantem mais detalhes graças ao escâner LiDAR tanto em Retrato quanto no Modo Noite. O Smart HDR 5 promete fotos mais brilhantes, detalhadas e com foco nos tons médios e nas sombras.
Outra novidade é a possibilidade de gravar images em Spatial Video, uma função que até então era exclusiva do tão esperado Apple Vision Pro – que chega no mercado norte-americano no começo de 2024.

A nova geração do iPhone 15 Pro chega em breve ao Brasil nas cores titânio natural, azul, branco e preto. Enquanto o modelo menor está disponível em 128GB, 256GB, 512GB e 1TB, o modelo maior pode ser encontrado em 256GB, 512GB e 1TB.
O post iPhone 15 Pro tem design de titânio, processador incomparável e Action Button apareceu primeiro em Nova Post.
]]>