/*! Select2 4.0.6-rc.1 | https://github.com/select2/select2/blob/master/LICENSE.md */ (function(){if(jQuery&&jQuery.fn&&jQuery.fn.select2&&jQuery.fn.select2.amd)var e=jQuery.fn.select2.amd;return e.define("select2/i18n/sl",[],function(){return{errorLoading:function(){return"Zadetkov iskanja ni bilo mogoče naložiti."},inputTooLong:function(e){var t=e.input.length-e.maximum,n="Prosim zbrišite "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},inputTooShort:function(e){var t=e.minimum-e.input.length,n="Prosim vpišite še "+t+" znak";return t==2?n+="a":t!=1&&(n+="e"),n},loadingMore:function(){return"Nalagam več zadetkov…"},maximumSelected:function(e){var t="Označite lahko največ "+e.maximum+" predmet";return e.maximum==2?t+="a":e.maximum!=1&&(t+="e"),t},noResults:function(){return"Ni zadetkov."},searching:function(){return"Iščem…"}}}),{define:e.define,require:e.require}})();

I’m Nora, a dedicated public interest attorney based in Denver. I’m a graduate of Stanford University.
O post Análise: iPhone 16, cada vez mais Pro apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Às vésperas do lançamento do iOS 18.3 e com o Apple Intelligence já disponível (apesar de ainda estar limitado ao idioma inglês), confira tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 16 de entrada, que continua ganhando recursos cada vez mais Pro e que enche os olhos de quem está em busca de trocar de iPhone. Abaixo, está a análise do iPhone 16.

Ao primeiro olhar, o iPhone 16 parece bem diferente dos últimos três lançamentos da Apple. Em um processo de evolução do design, a empresa foi aperfeiçoando a combinação de vidro e alumínio para criar este dispositivo. De cara, as novas câmeras chamam atenção porque não só parecem maiores, mas também estão posicionadas na vertical. Com isso, o flash passou para fora do módulo das lentes.
As cores também são mais chamativas que a geração anterior. Enquanto alguns brincam que “faltou tinta” na impressora da Apple com o iPhone 15, a verdade é que a empresa aperfeiçoou a técnica de aplicar cor diretamente ao vidro e agora os tons são mais fortes. Ao todo, o consumidor pode escolher entre ultramarino, verde-acinzentado, rosa, branco e preto. Enquanto eu particularmente acho que o ultramarino é a cor mais bonita da geração, a assessoria da Apple cedeu ao Nova Post o modelo na cor verde-acinzentado que, digamos a verdade, combina com a nossa identidade visual.
Nas laterais, a empresa adicionou duas novidades de uma vez. Uma delas é o Botão de Ação, primeiro apresentado com o iPhone 15 Pro, e o outro é o Controle da Câmera, um interruptor táctil com sensor de força para controlar não só a câmera do iPhone, como também abrir experiências do Apple Intelligence.
Enquanto o Botão de Ação tem sido útil há mais de um ano para mim após criar um atalho para tocar as minhas músicas favoritas no aleatório, ainda sinto que o Controle da Câmera não me ajuda tanto quanto eu gostaria, mas chegaremos lá.

Por fim, mas não menos importante, o iPhone 16 continua com a mesma tela OLED de 6,1 polegadas. A tecnologia de Ceramic Shield segue sendo aprimorada e é 50% mais resistente que a primeira geração, introduzida com o iPhone 12, e “duas vezes mais resistente que qualquer celular Android,” diz a empresa. Na prática, o iPhone parece mais à prova de quedas do que modelos anteriores, mas o display fica cada vez mais suscetível a abrasões. Em uso normal após estes últimos meses, vejo a tela cheia de micro-arranhões.
Nem chip Bionic e nem chip Pro, na segunda geração do seu processador com fabricação de 3nm, a Apple voltou a adotar uma estratégia que faz todo consumidor dos seus produtos se sentirem com uma novidade. Por isso, em vez de colocar o A17 Pro do iPhone 15 Pro, a empresa trouxe para a linha de entrada do iPhone 16 o chip A18.
Não só ele é mais rápido do que o chip da geração anterior, mas é importante notar que os ganhos são ainda mais visíveis para quem está vindo de um iPhone 12, por exemplo. Nessa conta, a empresa traz uma GPU duas vezes mais rápida, uma CPU 60% mais veloz e o primeiro chip “não Pro” de iPhone a trazer suporte ao Apple Intelligence.

Em relação ao iPhone 15, o novo chip A18 traz 16 núcleos de Neural Engine que o torna duas vezes mais rápido ao rodar modelos de IA. A CPU de 6 núcleos é 30% mais veloz e mais eficiente energeticamente, enquanto os gráficos rodam 40% mais rápidos e com eficiência 35% maior.
Além do novo processador, a Apple também adiciona uma nova arquitetura para resfriar o celular. Enquanto uma preocupação (e irritação minha) com os modelos da linha Pro é o aquecimento excessivo dos dispositivos, eu não senti a mesma coisa com a linha de entrada. Mesmo que o celular fiquei um pouco mais quente em momentos específicos, como jogando Genshin Impact, ele não fica imediatamente inutilizável como acontece com os celulares com chips mais parrudos.

Desde que atualizou a lente principal para 48MP, a Apple diz que o iPhone de entrada, agora o 16, é um smartphone de duas câmeras que parece ter quatro. Apesar do marketing, a verdade é que você pode fazer fotos em 0.5x, 1x e 2x sem perder qualidade e também fazer registros com zoom digital de até 4x. Além disso, também é possível fazer cliques em macro.

Sem ir muito além nas especificações, a Apple melhorou a câmera ultra angular com uma abertura maior, que recebe 2.6x mais luz que a geração anterior. O sensor, no entanto, segue com 12MP e não 48MP. Além disso, a empresa aposta no processamento do chip A18 para produzir fotos melhores.

Três anos após a introdução dos Estilos Fotográficos, a Apple volta a apostar nessa bandeira para o iPhone 16. Enquanto no iPhone 13 o usuário escolhia o Estilo Fotográfico preferido e não tinha como voltar atrás após o clique, agora é possível customizar a foto a vontade. Em outras palavras, se a sua foto não parece tão boa assim, você pode “consertá-la” ao usar os Estilos Fotográficos. É uma interface simples e bem intuitiva e eu confesso que tenho me aventurado mais nela.

Outra novidade da linha do iPhone 16 é o foco na gravação de vídeos. Há uma mística entre os consumidores de que os iPhones são os melhores celulares para gravar vídeo e a Apple quer garantir que assim as pessoas continuem pensando de seus smartphones. Com o iPhone 16, há um novo modo estúdio que permite o usuário editar o áudio da gravação com estilos diferentes. Além disso, os microfones do celular contam com novos algoritmos que ajudam a cancelar o ruído do vento, tornando até as gravações mais amadoras em algo bastante profissional.

Apesar das duas principais novidades do iPhone 16 serem o Controle da Câmera e o Apple Intelligence, eu não acredito que quem está atrás dos novos celulares da Apple atualizem por estes motivos. Eu explico:
Começando pelo Controle da Câmera, eu me forcei a usá-lo nos últimos quatro meses tanto no iPhone 16 quanto no iPhone 16 Pro Max para escrever esta análise. Em ambos os modelos, o Controle da Câmera parece mal localizado. Apenas se o celular estiver na horizontal que ele fica mais fácil de ser usado, mas eu preciso sempre descer um pouco demais o dedão para apertá-lo na vertical.
Com isso, o celular fica bambo na minha mão e eu não consigo mexer entre os pequenos painéis que respondem aos meus toques. Apesar de parabenizar a Apple pelo trabalho de criar uma combinação de hardware e software tão interessante, simplesmente não é para mim. Ou pelo menos, não onde a empresa posicionou este recurso.
A Apple também dá a possibilidade de trocar o uso do Controle da Câmera para abrir um app de terceiro como o Instagram, Snapchat ou outro app de foto. Porém, a melhor funcionalidade dele seria de abrir rapidamente a câmera para eu fazer um registro. Digo que seria porque ao longo das últimas atualizações, tive diversas frustrações com este recurso.

No iOS 18.2, por exemplo, não era raro apertar o Controle da Câmera e o app de câmera abrir uma tela completamente preta. Em seguida, ao tentar desbloquear o celular, o Face ID parava de funcionar. A situação melhorou no iOS 18.2.1, mas foram tantas pequenas frustrações, que preferi esquecer do Controle da Câmera. Além disso, ao fazer um registro com ele, era comum a foto sair borrada, especialmente na selfie.
Já o Apple Intelligence, que apesar de ter sido lançado com o iOS 18.1 e expandido com o iOS 18.2, parece solucionar problemas que os usuários não têm. Primeiro que a atualização que desbloqueará de fato este recurso para os brasileiros só chega em abril, mas também porque as ferramentas disponíveis não fazem muita coisa.
Tirando o Genmoji, que é a possibilidade de criar um emoji customizado, nenhum outro recurso me salta os olhos. Os resumos inteligentes só funcionam em inglês, as Writing Tools, que são ferramentas de escrita, também. Além disso, a função de revisar o texto em inglês muitas vezes ignora erros graves.
Por fim, percebi que mesmo sem utilizar o Apple Intelligence, ele estava gastando bateria do celular. Por isso, decidi desativar o recurso. Apesar de estar animado para que a plataforma de IA da Apple chegue para nós brasileiros e saber que a empresa pretende criar uma Siri que entenda contexto e busque informações pelos aplicativos, eu também sei que isso é uma realidade que demorará pelo menos mais uns dois lançamentos de iPhone. Ou seja, não é o iPhone 16 que vai desbloquear um mundo de IA para você.
Mais fácil do que isso, use o aplicativo do ChatGPT ou outro de sua preferência. Eles são melhores, trazem informações mais precisas, mas não pense que é por essas plataformas que vale a pena trocar de celular.

A linha do iPhone 16 melhorou, de maneira geral, a sua autonomia. Não só as baterias são maiores do que as da geração anterior, mas a integração de hardware e software também melhoraram a experiência.
Para o iPhone 16, a Apple promete 22 horas de consumo de vídeo, 18 horas de consumo de vídeo por streaming e até 80 horas ouvindo música. No dia a dia, eu consegui em torno de 4h30-5h de tela ligada e entre seis a sete horas de autonomia com a tela bloqueada.
Para mim, isso se refletiu em um dia que ia das 7h até as 22h com em torno de 15-20% de sobra na bateria, mesmo fazendo ligações no FaceTime, jogando Pokémon TCG Pocket, ouvindo música o dia todo, malhando na academia e correndo com treinos do Apple Fitness+. Após péssimas experiências com o iPhone 14 Pro Max e o iPhone 15 Pro, digo que o consumidor pode ficar mais aliviado com a bateria desta nova geração.
Fora isso, a Apple também trouxe uma nova tecnologia de MagSafe que permite carregar o celular com até 25W de potência por indução, carregando mais em menos tempo. Seja no cabo ou sem fio, a Apple promete os mesmos 50% de bateria em 30 minutos. Porém, você precisa de pelo menos uma hora extra para chegar a 100%.

Pouco é o que separa a linha Pro da linha normal. Por enquanto, são alguns recursos que podem não fazer o olho do consumidor brilhar como Tela Sempre Ligada, taxa de atualização dinâmica, uma terceira câmera com zoom óptico 5x e um acabamento em titânio em vez de alumínio.
Fora isso, o usuário encontrará os novos botões na linha de entrada, um chip novo, Apple Intelligence e tela OLED. Por causa da flutuação do dólar, o iPhone 16 é um pouco mais caro do que a geração anterior quando foi lançada. Ele começa em R$ 7.799 no modelo de 128GB. No varejo, porém, já é possível achá-lo na faixa dos R$ 5.700.
Se você vem de um iPhone antigo e está pensando em fazer a atualização, eu recomendo o modelo de entrada mais do que a linha Pro. Dito isso, acho que ele vale a pena pelas boas câmeras, o processador de ponta e a bateria melhor, mas não pelo Controle da Câmera ou Apple Intelligence.
Mesmo assim, se algum dias esses recursos forem melhorados, pelo menos você já garantiu o seu acesso a eles.
Leia também:
O post Análise: iPhone 16, cada vez mais Pro apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise do iOS 18: O futuro está quase aqui apareceu primeiro em Nova Post.
]]>No entanto, enquanto essas mudanças já seriam suficientes para descrever um grande ano para o iOS, elas são apenas uma pequena parte de uma grande reformulação que ainda não estará disponível nem nos Estados Unidos e nem para nós brasileiros.
Nesta análise do iOS 18, discuto os pontos positivos e negativos da mais recente atualização de software do iPhone.

A princípio, pode até parecer que está quase tudo igual, mas pela primeira vez, a Apple renovou a Tela Inicial, o Centro de Controle e a Tela de Bloqueio de uma só vez.
Por exemplo, os aplicativos podem ser organizados de qualquer maneira, o que significa que podem ser colocados em qualquer lugar para facilitar o acesso a eles ou até mesmo para valorizar o seu plano de fundo.
Ícones de aplicativos e widgets podem ter uma nova aparência com um efeito escuro ou tonalizado e os usuários podem aumentar o tamanho dos aplicativos, caso prefiram.
Na Tela de Bloqueio, é possível escolher novos widgets em vez das opções de Lanterna e Câmera. Apesar disso, sugiro que você mantenha-os lá. Afinal, são anos acostumados com estes dois acessos rápidos.

A Central de Controle agora permite criar novos grupos de widgets para controles da casa, conectividade e até do que você está ouvindo. Além disso, é possível ajustar o tamanho dos widgets para criar um novo visual.
O que eu mais gosto dessa mudança é que você pode deixar o seu iPhone com uma cara muito única, mas se você também achar muito complicado ou que não vale a pena, é possível permanecer com o visual que você já está acostumado.
Eu, particularmente, adorei ajustar alguns toggles na Central de Controle, mas de resto, mantive uma experiência bem similar do iOS 17.

Se as mudanças de design acima não são suficientes para você, esta análise do iOS 18 mostra o que provavelmente vai te querer fazer atualizar para o novo sistema.
Com o iOS 18, a Apple eleva a privacidade do usuário a um novo nível com a capacidade de ocultar e bloquear aplicativos no iPhone. Anteriormente, os usuários poderiam usar o Tempo de Uso ou um aplicativo de terceiros para fazer isso. No entanto, agora qualquer pessoa pode bloquear um aplicativo com o Face ID ou ocultá-lo em uma pasta secreta na Biblioteca de Apps.
Combinado com os recursos do iOS 17 que não permitem que os usuários alterem informações sensíveis de uma vez—como a Conta Apple (anteriormente conhecida como ID Apple), Face ID ou Código de Acesso—esta atualização ajuda a manter seus dados seguros caso você seja roubado ou alguém esteja tentando usar seu telefone sem permissão.
Além disso, a Apple também está transformando a antiga seção de Senhas em um aplicativo independente. Embora precise de mais recursos, como a capacidade de armazenar cartões de crédito, este app torna mais fácil acessar os códigos, chaves de acesso, senhas Wi-Fi e códigos de verificação.
Por fim, o aplicativo de Contatos ganhou um foco maior em privacidade. Assim como o app Fotos que permite que o usuário escolha quando compartilhar toda a biblioteca ou apenas algumas imagens, também é possível fazer o mesmo com o app de Contatos. Com isso, você garante mais privacidade aos dados do seu telefone ao entrar em uma nova rede social ou aplicativo.

Parece que a cada dois anos a Apple tem um plano ambicioso para o aplicativo de Fotos. O iOS 18 não é diferente. Com um novo redesign, este pode ser o que vai permanecer.
A Apple está abandonando a barra lateral e adicionando uma visualização em tela única. As coleções trazem navegações por temas e agora é possível fixar álbuns e fotos favoritas para estarem sempre acessíveis.
Inicialmente, pode parecer um pouco demais, mas a Apple fez um ótimo trabalho com o aplicativo de Fotos e depois fica bem intuitiva a navegação. Um dos meus pontos favoritos é a possibilidade de esconder as capturas de tela da visualização principal.

Mas, ei, onde está o Apple Intelligence? Embora você possa estar animado com todos esses novos recursos discutidos nesta análise do iOS 18, deve estar se perguntando: Quando que ele vai falar sobre o Apple Intelligence?
Bem, a plataforma de IA da Apple foi anunciada em junho durante a WWDC 2024. Embora vá estar disponível como beta no mês que vem, não só os melhores recursos não chegarão em outubro, como é preciso utilizar a plataforma em Inglês dos Estados Unidos.
Dito isso, se você esperava que a abordagem da Apple fosse ser parecida com a do Google Gemini ou do ChatGPT da OpenAI, sinto muito. As primeiras novidades do Apple Intelligence virão com o iOS 18.1, mas com diversas limitações – inclusive de hardware; só valem para o iPhone 15 Pro e a nova linha do iPhone 16.
A Apple também tem sido muito lenta em adotar as funcionalidades do Apple Intelligence, o que significa que mesmo se você tiver um iPhone 15 Pro (ou os próximos modelos iPhone 16), ainda não poderá desfrutar de muita coisa

Nossa análise do iOS 18 pode estar chegando ao fim, mas há alguns outros recursos que vão fazer você gostar dessa atualização.
Em geral, os dois meses de testes beta foram bastante estáveis. Dito isso, o iOS 18 lança hoje e é seguro dizer que você terá uma boa experiência com o seu dispositivo atual, já que o desempenho e vida útil da bateria seguem as mesmas nesta nova versão.
O iOS 18 conta com várias melhorias e mesmo que você não possa desfrutar do Apple Intelligence por enquanto, tem muitos outros recursos que darão uma vida nova ao seu dispositivo. Este é o início de uma nova era, mesmo que ainda não possamos aproveitá-la completamente.

Estes são os dispositivos compatíveis com o iOS 18:
O post Análise do iOS 18: O futuro está quase aqui apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Beats Solo 4, um recomeço para a marca apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O Nova Post foi um dos primeiros veículos a ter acesso a uma unidade de teste do Beats Solo 4. Após duas semanas de uso, trazemos uma análise detalhada sobre este produto, que lança nos Estados Unidos no próximo dia 2 de maio, mas que ainda não tem data para chegar ao Brasil.

Pesando apenas 217 gramas, o Beats Solo 4 é um dos headphones mais leves já feitos pela marca e, com certeza, o mais leve da Apple no momento. Ele traz acabamento em plástico, alumínio nas hastes e borracha. Fazendo o comparativo, temos o Beats Studio Pro, que pesa 260 gramas, e o AirPods Max com 384 gramas. Para quem já teve um produto da Beats, vai descobrir no Beats Solo 4 um design bem parecido com os modelos anteriores, mas com algumas melhorias.
O fone conta com uma headband flexível, hastes que deslizam e novas conchas auriculares que se ajustam em tempo real à sua orelha. Como de costume, os fones podem ser dobrados e guardados em um estojo. As cores de lançamento são Preto Fosco, Azul-Ardósia e Rosa Crepúsculo.
A principal diferença da geração anterior para esta são as almofadas UltraPlush, que chegaram com o Beats Studio Pro em 2022. Elas são mais resistentes e se ajustam melhor no ouvido. Porém, acredito que elas ficaram melhor no Solo 4, já que elas se encaixam exatamente na minha orelha e não ao redor dela.

Diferente do AirPods Max que conta com almofadas grandes e confortáveis, a UltraPlush do Beats Studio Pro é mais fina e deixa meu ouvido exatamente encostado no speaker, causando desconforto.
Dito isso, embora eu tenha conseguido usar o Beats Solo 4 por várias horas sem parar – o Tortured Poets Department da Taylor Swift foi trilha de boa parte desta análise – ainda tenho o mesmo problema que sempre tive com fones da Beats. Após 30 minutos de uso, a borracha da headband começa a esquentar a minha cabeça, o que incomoda bastante. Porém, se eu continuo usando os fones por mais um tempo, eu me acostumo com eles e fica tudo bem.
Mesmo assim, sinto que a headband do Beats Solo 4 é muito melhor do que a do Solo Pro, modelo de 2019 que foi descontinuado antes mesmo do seu antecessor, o Solo3 de 2016. Para mim, a melhor maneira de usar os fones é com as hastes no máximo.
Por fim, vale notar que o lado esquerdo dos fones de ouvido oferece controles de toque (tocar/pausar/pular/invocar a Siri) e uma entrada de fone de ouvido de 3,5 mm, enquanto o lado direito traz uma porta USB-C e o botão de energia.

Antigamente, eu sentia que havia uma diferença entre o som dos diversos headphones da Beats. Porém, uma má sensação seguia todos eles: Apesar do grave único da empresa, o som sempre parecia meio embolado. Felizmente, com o Beats Studio Pro, essa sensação passou.
O grave da Beats continua muito bacana, mas as músicas, de maneira geral, soam muito mais claras e sem distorção. O suporte ao Áudio Espacial também é um ponto positivo desta geração. O que eu achei mais interessante é que ao comparar o Studio Pro com o Solo 4, o som de ambos é muito parecido. Ou seja, não importa qual headphone você escolha, os dois oferecerão um som de alta qualidade.
As diferenças, claro, vem a seguir: O Beats Solo 4 não traz Cancelamento Ativo de Ruído, Modo Ambiente e nem perfis de som. Mesmo assim, isso não impacta a qualidade do áudio. E mesmo sem ANC, os fones ficam tão bem ajustados na orelha que mesmo sem tocar nada, boa parte do som externo já é completamente abafado.
Além disso, parece que é a primeira vez que eu realmente aproveitei o streaming de músicas em lossless.

Quando o Apple Music anunciou suporte ao lossless há alguns anos, só se falava disso. Nessa época, muitas informações equivocadas surgiram e as pessoas até hoje as compartilham. Por exemplo, tem quem acha que vai ouvir este som de alta fidelidade por fones de ouvido Bluetooth, o que não é possível. No fim do dia, essas pessoas só estão gastando armazenamento do iPhone e acabamento com o plano 4G.
O primeiro fone de ouvido da Apple com essa tecnologia foi o Beats Studio Pro. Agora, junta-se à linha o Beats Solo 4. E não, os AirPods não podem transmitir lossless.
Dito isso, a minha experiência com arquivos em lossless nunca foi surpreendente. Não acredito que meus ouvidos sejam suficientemente bons para notar todas as nuance, mas finalmente entendi o que o diferencia o AAC do lossless.
Com uma conexão cabeada entre o Beats Solo 4 e o Mac Studio para fazer esta análise, percebi que conseguia perceber alguns arranjos, instrumentos e ajustes de voz mais facilmente.
A questão é que eles estão presentes no formato AAC da Apple, que eu ouço sem fio, mas era mais difícil identificá-los sem saber que estavam lá. Com o Beats Solo 4, esses fones de ouvido me ajudaram a percebê-los com mais frequência, o que tem me feito apreciar ainda mais as músicas que eu ouço sem parar.

O Beats Solo 4 conta com até 50 horas de reprodução. Com a tecnologia Fast Fuel, uma carga de dez minutos é transformada em mais cinco horas de uso ininterrupto. Porém, caso você consiga de alguma maneira acabar com a bateria deste fone de ouvido, é só plugar o cabo de 3.5mm e continuar ouvindo a sua música mesmo com o headphone sem carga.
Não consegui nestas últimas duas semanas acabar com a bateria dele, mas também porque o usei muitas vezes cabeado no Mac, o que acaba carregando-o de volta.
Vale notar que, diferente da Apple, a Beats continua incluindo o máximo de acessórios na caixa, como o estojo para guardar os fones, um bom cabo USB-C para USB-C e o cabo de 3.5mm.
Apesar de ainda não ter data para chegar ao Brasil, a Apple anunciou o preço de R$ 1.949,00 para o Beats Solo 4 por aqui. Em comparação, o Beats Studio Pro custa R$ 2.999,00.
Ambos os fones de ouvido contam com o fator Brasil no preço, o que os acaba tornando mais caros do que de fato deveriam ser. Mesmo assim, o Beats Solo 4 continua sendo uma ótima escolha pela excelente qualidade de som e bateria infinita.

Apesar de não contar com ANC e perder algumas funções presentes em fones como o AirPods Pro 2, ele ainda traz suporte ao app Buscar, tem pareamento rápido com iOS e Android e suporte a assistente de voz.
Agora, se você pretende usar este fone da Beats na academia, como eu já vi as pessoas fazendo, cuidado, porque ele não conta com resistência à água ou respingos.
Isso não quer dizer que ele vai quebrar caso você sue nele ou pegue um pouco de chuva, mas pode ser que você acabe estragando os seus materiais.
Ao fazer a análise do Beats Solo 4, lembrei de quando comprei o Beats Solo original em uma viagem internacional em 2012. Lembro de me sentir descolado com ele e, mais de uma década depois, a sensação permanece. Porém, a qualidade do fone melhorou vertiginosamente e, creio, que esta geração não vai se desintegrar como aquele meu primeiro headphone desintegrou-se após alguns anos.
Estes fones vão ser bastante populares entre o público jovem e usuários casuais de headphones. A minha dica: Espere pelas edições limitadas e para que o produto comece a aparecer em mais marketplaces para que você o encontre em uma boa promoção. Por enquanto, você só os encontra na Apple.
O post Análise: Beats Solo 4, um recomeço para a marca apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Eu completei 100 exercícios de esteira no Apple Fitness+; essa foi a minha experiência apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Quando, no final de 2022, comecei a frequentar uma academia para poder correr em ambientes fechados quando estivesse chovendo ou muito frio, o Apple Fitness+ virou o meu parceiro da esteira. Esta é a minha experiência com o serviço.

Em quase um ano e meio, tive a sorte de descobrir uma biblioteca em constante crescimento de treinos de esteira. Embora tenha escolhido repetir algumas práticas, sempre havia algo diferente para mim, seja um gênero diferente, um tipo diferente de desafio, ou uma nova história para me ajudar durante o exercício.
Para ser honesto, sempre odiei fazer esteira. É chato, você não vai a lugar algum e 30 minutos parecem três horas. Bem, isso nunca aconteceu com o Apple Fitness+.
Como o treinador Scott sempre diz: “As pernas de hoje não são as pernas de ontem”; essa abordagem mais gentil sempre foi o principal motor para os meus treinos. Houve vários dias em que senti que as pernas de hoje não eram as mesmas de ontem, mas nem por isso eu deixei de me exercitar, apesar de sempre prestar atenção em como eu me sentia.
Para os treinos de esteira, os usuários podem escolher práticas de 10 a 45 minutos, mas geralmente eu focava em treinos de 30 e 45 minutos. Desde o lançamento do Apple Fitness+ no Brasil, quase um ano depois dos Estados Unidos, eu já tinha uma grande biblioteca disponível, mas mesmo completando de três a quatro treinos por semana, sempre havia algo novo.
Algo também que sempre me motivou foi o fato do serviço não trabalhar com metas de distância ou calorias, mas de percepção de esforço, algo que o aplicativo Gentler Streak é craque.
Além disso, às segundas-feiras, a Apple atualiza a sua biblioteca do serviço com novos treinos. Geralmente, treinos de 30 minutos são adicionados uma vez a cada 15 dias e os de 45 minutos seguem uma abordagem semelhante, embora às vezes eu precisasse esperar até três semanas por uma nova aula.

Até o momento desta reportagem, só faltavam três treinos de 45 minutos e nove sessões de 30 minutos para eu completar. Meus treinos preferidos são com o Scott, apesar da Emily e da Sam sempre me levarem ao limite e me desafiarem.
Para mim, correr rápido é mais legal do que subir morro e um dos treinos mais difíceis que eu completei foi o especial de Midnights da Taylor Swift.
Além disso, se você quer um desafio real, faça um dos primeiros treinos de esteira de 45 minutos já lançados. É brutal. A Apple realmente deixou suas aulas ao longo do tempo mais fáceis. Ufa.
Durante este ano e meio, também completei todas as aulas especiais com Artist Spotlight e foi muito bacana correr com a Emily vestida como a Madonna. Realmente foi uma atenção extra aos detalhes muito bacana. Além disso, adorei acompanhar sua gravidez e ver como ela ainda conseguia correr durante esse período.
A diversidade de treinadores, suas abordagens diferentes e como as pessoas podem se concentrar em caminhar e ainda ter um desafio com uma elevação diferente tornam o Apple Fitness+ único.
Mesmo que eu tenha esperado completar 100 treinos de esteira no Apple Fitness+ para escrever esta matéria, esse não é o único exercício que eu faço. Na verdade, eu amo correr ao ar livre, geralmente por mais de uma hora. Infelizmente, o Apple Fitness+ limita os treinos a 45 minutos, mas também entendo que correr sempre com uma inclinação é mais desafiador do que correr ao ar livre.

Não completei esse desafio para atingir uma meta específica. Ainda assim, acredito que contar com esse serviço da Apple me ajudou a ser mais ativo fisicamente. Adoro como os treinadores fazem perguntas aos assinantes e como o vínculo entre eles também me faz sentir parte desse grupo durante o treino.
Espero que a Apple continue adicionando mais treinos de Artist Spotlight e mal posso esperar para completar os próximos 100 treinos de esteira.
O Apple Fitness+ pode ser assinado independentemente ou como parte do plano mais premium do Apple One, o pacote de serviços da Apple. Para aproveitá-lo, basta ter um iPhone, apesar de que utilizá-lo com o Apple Watch acaba sendo ainda mais proveitoso.
O post Eu completei 100 exercícios de esteira no Apple Fitness+; essa foi a minha experiência apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Samsung ViewFinity S9, o melhor custo-benefício para usar o Mac na telona apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Apesar da Samsung não dizer isso com as próprias palavras, o monitor ViewFinity S9 é quase como uma tela feita especialmente para os Macs, uma vez que a melhor experiência para usar um computador ou laptop da Apple seja com a ajuda de um display 5K.
Mesmo com o Brasil tendo uma grande competição de monitores no low e mid-range, como o monitor Samsung M8, são poucas as telas que realmente despontam no segmento premium. Entre elas, o Studio Display da Apple, já analisado pelo Nova Post, e agora o ViewFinity S9 da Samsung, que chegou ao mercado brasileiro no começo deste ano.
Após duas semanas de testes, eu te conto a minha experiência com este monitor que promete ser o all-in-one para consumidores exigentes e que querem uma excelente tela, um aparelho para casa conectada, um gaming hub, uma TV e até um dispositivo para fazer reuniões em vídeo.

Usando o português claro, a maior parte dos monitores disponíveis no mercado brasileiro é feio. Se a tela não é boa, a construção deles também não ajuda; geralmente não têm falantes ou uma webcam. Eles são basicamente uma tela maior para ajudar na produtividade ao usar uma CPU ou um notebook conectado a ele.
O Samsung ViewFinity S9, por outro lado, tem um design de dar inveja nesses competidores. Com uma base de alumínio, ele tem um acabamento todo metálico, que de longe você nem percebe que o corpo dele é feito de plástico.
Com ajustes de altura e de inclinação, o monitor já traz de cara uma ergonomia sem igual para quem precisa usar a tela um pouquinho mais alta, um pouquinho mais inclinada ou até para ver planilhas na vertical. Porém, cada um desses ajustes me dá um pouco de taquicardia, já que a tela treme bastante ao ser ajustada.
O ViewFinity S9 traz duas saídas de som na parte traseira e também tem uma pequeno buraco na base de sustentação para você passar os cabos de força e o Thunderbolt 4. Ele também conta com a DisplayPort e três portas USB-C ao todo.

Uma solução inteligente para evitar colocar uma webcam diretamente na tela foi adicionar uma câmera removível, que pode ser facilmente acoplada magneticamente na parte traseira do produto. Infelizmente, o microfone ficou de fora, então é necessário conectar um fone ou microfone bluetooth para chamadas.
Por fim, a última parte do design que vale a pena ser comentada é o controle remoto que a empresa traz com o seu monitor. Ele é branco, feito de plástico e utilizado para aumentar/diminuir volume da tela, além de servir para ajustar outras configurações do display. Vamos falar mais sobre isso depois.

Sem dúvidas, a melhor parte do Samsung ViewFinity S9 é a sua tela LCD IPS de 27 polegadas com resolução 5K. As cores são precisas, contam com o padrão DCI-P3 e o que é ainda mais legal é que o display tem um acabamento fosco. Ou seja, se você trabalha com a luz batendo na tela direta ou indiretamente, você não percebe nem as distorções de cor e nem fica com a vista fatigada tentando enxergar através do reflexo, já que ele não existe.
Apesar de não contar com taxa de atualização de 120Hz, ele traz uma experiência bastante fluida a 60Hz. Posso editar imagens, vídeos, escrever meus artigos, rolar pelas redes sociais e tudo flui muito bem.

Um dos pontos fortes desse monitor é a possibilidade de ver conteúdos em HDR. Portanto, se você edita vídeos e fotos em HDR, é possível ativar este modo para garantir que a imagem final saia perfeita. O grande competidor desta tela, o Studio Display da Apple, não conta com suporte ao HDR.
Para quem busca uma tela 5K, que é exatamente a resolução perfeita para usar com o Mac, vai ficar mais do que satisfeito com ela, esteja você com um Mac mini, Mac Studio ou MacBook.
Para ser sincero, a minha análise do Samsung ViewFinity S9 poderia encerrar acima, porque como tela, ela traz o melhor custo-benefício do mercado. Ou seja, quer melhorar a sua produtividade no trabalho ou nos estudos? Com certeza, essa é a melhor opção e ponto final. Porém, a Samsung não está satisfeita em entregar apenas uma tela.
Além de monitor, o ViewFinity S9 também precisa ser um aparelho conectado ao SmartThings, plataforma de IoT da empresa; ele também serve como TV, já que tem a mesma interface Tizen dos televisores da Samsung; monitor para jogos e tela para reuniões do Google Meeting sem um computador conectado, entre outras funções.
Porém, eu não recomendaria este produto para nenhuma dessas outras atividades. Na verdade, eu acho que o ponto fraco deste monitor é tentar ser todas as coisas que ele não precisa ser.

É a partir daqui que eu acho que o Studio Display da Apple ganha em outros pontos. Apesar de mais caro, ele dá um passo além nas funções certas, enquanto a Samsung faz parecer que o seu produto não está 100% acabado. Abaixo, estão algumas das minhas frustrações com o ViewFinity S9.
Qualidade dos speakers é baixíssima: O som do ViewFinity S9 é ruim. Não há clareza no que está sendo tocado ou ouvido. Os graves são quase inexistentes e é preciso aumentar muito o volume, seja para ver um vídeo no YouTube, assistir a uma série e não é uma experiência bacana para jogos – exceto se você optar por usar um fone de ouvido a todo o momento. Tudo bem, grande parte dos monitores não conta com speaker, mas se a Samsung colocou falantes nesse produto, eles poderiam ser melhores, certo?
Tizen é bom para Smart TVs, mas não esse Tizen e nem para esse monitor: Na aposta de casa conectada, a Samsung adicionou o Tizen nesta tela. Com isso, você pode transformar o monitor em um gaming hub, QG do SmartThings, acesso direto para aplicativos de streaming ou para conectar um computador. Apenas o último ele faz bem, porém, toda a parte do Tizen atrapalha na experiência de tela adicional.

Especialmente no Mac, é preciso usar o controle remoto para aumentar e diminuir o volume, se você estiver usando o monitor da Samsung como speaker. Para mudar o brilho, o padrão de tela, ativar o sleeper ou até ligar o ViewFinity S9, é preciso usar também o controle.
É normal também perder um tempão ao acessar os menus de configuração com a tela ficando preta a cada mudança. Enquanto o Tizen de alguns anos atrás era um sistema fluido para as TVs Samsung, essas últimas atualizações tornaram o sistema em um hub de informações desnecessárias que atrapalham a experiência do usuário.
Legal ter uma webcam 4K, mas ela é pior que uma câmera Full HD: Outro ponto que deveria ser positivo, mas acaba sendo negativo é a webcam 4K acoplável. A primeira impressão é: “Que legal, a Samsung colocou uma webcam – e 4K! – no monitor.” Mas ao usá-la, não só a imagem fica extremamente lavada, como também bastante esbranquiçada. Não é uma boa experiência. Ou seja, às vezes era melhor não ter do que ter uma opção mais ou menos.

Por que o ViewFinity S9 esquenta tanto? Por fim, um ponto de atenção a este monitor é o fato dele esquentar absurdamente. O canto inferior direito está sempre bastante quente. Comparado ao Studio Display, isso não acontece. Talvez falte uma melhor ventilação, mas me preocupa que isso pode acarretar em um gasto enérgico maior ou até estragar algum componente interno.

Ao trazer as reflexões acima, eu tendo a acreditar que uma próxima geração desse monitor seria melhor com menos funções. A Samsung já faz um trabalho de ponta ao trazer um visual bonito e uma excelente tela para quem precisa de uma. Fora isso, tudo o que este produto se propõe a fazer, ele não faz tão bem quanto deveria.
Se a empresa não focar em uma melhoria nos speakers, dar uma balanceada nas cores da webcam e até simplificar o Tizen, estas vão ser funções que vão mais atrapalhar do que ajudar a vida do consumidor. Às vezes, é melhor dizer que não tem e baratear o produto do que gastar com tecnologias que não estão no nível de excelência que a Samsung espera entregar a estes consumidores “Business Pro”. É profissional, mas é meio ruim? Não faz sentido.
Outro ponto de atenção é na hora de virar a base na vertical. Das cinco vezes que fiz isso, o cabo de força acabou desconectando, já que ele prende na pequena passagem que tem para que você mantenha os cabos organizados. O monitor também acaba encostando na mesa quando tento virar a tela, já que quase não há espaço suficiente para esta manobra.
O Samsung ViewFinity S9 tem preço sugerido de R$ 9.999 e é vendido exclusivamente no site da Samsung Brasil. Em parcerias com terceiros, é possível conseguir esta tela por um preço de aproximadamente R$ 7.000,00, apesar de que é necessário ficar de olho em promoções.
Levando em conta o mercado high-end de monitores, a Samsung acertou em cheio no posicionamento desta tela 5K. O Studio Display, da Apple, por exemplo, começa em R$ 16.599 e não traz funções como a base de ajuste de altura ou a tela fosca como opções de entrada. Para isso, o usuário precisa desembolsar R$ 23.889,00. Mais do que dois ViewFinity S9 – três, se você conseguir uma promoção.
Portanto, para quem busca expandir a tela do Mac mini, Mac Studio ou de um MacBook Air ou Pro, o ViewFinity S9 é a escolha certeira se o foco é o custo-benefício. Afinal, o mais importante é o display 5K de altíssima qualidade.
Para o usuário que foca nos pequenos grandes detalhes como acabamento, webcam, alto-falante e fácil acesso às configurações, o Studio Display ganha de disparada, porque apesar de oferecer menos funções smart, ele traz uma experiência audiovisual muito melhor.
Como dito acima, o ViewFinity S9 é um excelente monitor, mas peca por querer fazer mais do que precisa.
Leia também:
O post Análise: Samsung ViewFinity S9, o melhor custo-benefício para usar o Mac na telona apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Apple Watch Ultra 2, impossível não gostar apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Desde então, o Nova Post vem testando o Apple Watch Ultra 2. Durante este período, vimos o relógio ganhar algumas novidades que até então eram esperadas “para depois”.
Nesta análise, respondemos se vale a pena investir neste modelo, para quem ele é indicado e o que muda em relação à geração anterior. Confira as nossas impressões abaixo.

Apesar de manter um design similar à primeira geração do Apple Watch Ultra, este relógio é bastante diferente dos modelos que o Nova Post está acostumado a testar. Com uma telona de 49 mm, sempre tive dúvidas de como ele ficaria no meu pulso. Em comparação, o meu Apple Watch Series 6 tinha um display com bordas arredondadas de 44 mm.
Pode não parecer muito, mas os milímetros extras fazem uma baita diferença. Além disso, a tela agora traz o maior brilho em um produto da Apple – até 3.000 nits, o que é perfeito para ambientes em que o sol bate diretamente contra o relógio. Em contrapartida, este também é a tela que pode ficar mais escura, chegando a até um nit em ambientes sem luz – o que é bem legal para evitar aquele flash no rosto logo após acordar.
Com um acabamento todo de titânio, este smartwatch é mais leve do que parece no pulso – e a melhor parte é que todas as minhas pulseiras funcionam nele, uma vez que o encaixe é o mesmo dos modelos de 42/44/45 mm.
Dito isso, diferente das versões normais do Apple Watch, este relógio traz um botão lateral mais avantajado que protege a Coroa Digital. Já no lado esquerdo, há o falante, microfone e o Botão de Ação, que permite ser configurado para executar certas ações – como começar um Exercício ou abrir um app.
Essas mudanças em relação aos outros Apple Watches se dá pelo foco fitness e de vida ativa que este relógio tem. Enquanto os modelos de aço inoxidável são mais chiques, essa versão de titânio grita esporte – mas de um jeito bom.

Esteticamente, eu acho que o Apple Watch Ultra 2 fica mais bonito para quem tem o pulso mais largo. Portanto, se o seu foco são os relógios da Apple de 41 mm, provavelmente o Apple Watch Ultra não vai ser o seu modelo favorito.
Agora, no dia a dia, ele é bastante confortável de usar – e como ele tem uma bateria de dar inveja para outros relógios da Apple, eu estou sempre com ele. Porém, é importante notar que em alguns exercícios, o relógio pode atrapalhar.
Na ioga, por exemplo, algumas posições fazem a minha mão bater e até mexer na Coroa Digital, ativando a Siri. Na musculação, é provável que você também esbarre a pele da mão nela aumentando uma sequência de exercícios sem perceber.
Para isso, a minha sugestão é tentar usar o relógio um pouco mais para o braço do que para o pulso, já que não há muito o que fazer.

Ainda falando de design, um dos principais pontos do Apple Watch Ultra 2 é que ele é um dos primeiros da Apple com selo de carbono neutro na embalagem. Isso significa que os modelos com a pulseira loop Alpina ou loop Trail têm uma redução de 81% nas emissões de carbono que a geração anterior.
Além de utilizar materiais reciclado, a Apple usa energia limpa e transporte de baixa emissão de carbono para diminuir a sua pegada de carbono no planeta com este relógio. Isso faz parte de uma meta da empresa de ser carbono neutro até 2030.

Pela primeira vez desde o Apple Watch Series 6, a Apple realmente atualizou o processador do Apple Watch com o chip S9, garantindo mais fluidez nas tarefas básicas do dia a dia. O chip também permite novos gestos e processamento da Siri no dispositivo, assim você pode pedir para que a assistente pessoal realize algumas tarefas mesmo sem uma conexão com a internet, sendo que as funções de Neural Engine são duas vezes mais rápidas.
Em relação aos sensores, a Apple mantém quase todos os mesmos da geração anterior, que vão de monitoramento dos batimentos cardíacos, ECG, oxímetro, altitude, profundidade, GPS, etc.
A grande diferença está na segunda geração do processador de ultrabanda larga. A primeira geração era conhecida como U1, mas a empresa não quis dar o nome do seu novo chip de precisão igual ao da banda U2.
Com isso, o Apple Watch Ultra 2 traz algumas funções exclusivas, como:
Além disso, o Apple Watch Ultra 2 agora conta com 64GB de armazenamento interno, o que é bastante útil para baixar mapas offline, além de mais músicas, podcasts e aplicativos.

Se você já leu outras análises minhas de Apple Watch aqui no Nova Post, você sabe que velocidade nunca foi uma reclamação. Apesar do Ultra 2 ser ligeiramente mais veloz que as gerações anteriores, no dia a dia, não há muita diferença.
A Apple não só fez um sistema bastante responsivo, como a possibilidade de usar a Siri para performar uma ação mais rapidamente do que seria em um Apple Watch de 2022 é bastante útil, por exemplo.
O novo processador, no entanto, traz grandes melhorias na bateria, que é o nosso próximo tópico.
Eu uso Apple Watch desde o Series 3. De lá para cá, este é o primeiro relógio da Apple a me impressionar positivamente sobre a bateria, até porque não só ele traz muito mais tecnologias, uma tela incrivelmente brilhante, mas também é o primeiro smartwatch da empresa a realmente me acompanhar por mais de um dia inteiro de atividades intensas.
Como um longo usuário do Apple Watch Series 6, eu estava acostumado a carregá-lo após uma corrida ou antes de ir dormir. Com o Apple Watch Ultra 2, a Apple diz que ele pode durar 36 horas de uso normal e até 72 horas em Modo de Pouca Energia – um belo acréscimo em relação à geração passada.
Felizmente, nos meus testes, foi normal chegar a 48h de uso fora da tomada, mesmo em um dia fazendo esteira de 45 minutos com o Apple Fitness+ e no dia seguinte correndo só com o relógio no 4G por uma hora na rua (e ouvindo música ou um episódio de podcast) – além de dormir com ele.

Dito isso, após quase dois meses usando o relógio, percebo que as últimas atualizações do sistema não foram muito gentis com a autonomia do Apple Watch Ultra 2 e ele está mais próximo das 36 a 40 horas de uso do que as 48 horas que eu conseguia antes.
Em relação ao carregamento, é um misto. Às vezes, em um pouco mais de uma hora ele chega a 100%. Outras vezes, geralmente no carregador MagSafe Duo, ele pode demorar mais de três horas para completar a carga. O motivo, imagino eu, seja as altas temperaturas de São Paulo que superaquecem o relógio e ele fica sem carregar por um tempo.
Imagino que quem não pratica exercícios, mas se interessa pelo estilo desse produto, vai se surpreender com até três dias (de uso normal) sem precisar carregá-lo. Para um Apple Watch, isso é MUITO.

O Apple Watch Ultra 2 custa R$ 9.699 no Brasil. Apesar do valor ser menor do que a geração anterior, é um baita de um investimento que o usuário vai fazer. O relógio é bonito, resistente, o watchOS oferece uma experiência de primeira e eu adoro monitorar os exercícios com ele. O acabamento em titânio e as pulseiras são um charme a parte – não é à toa que as falsificações do Apple Watch Ultra são uma febre no país.
Se você estiver disposto a desembolsar toda essa grana no relógio, tenho certeza que você não vai se arrepender. Apesar deste Apple Watch ter o foco no público mais esportista, ele chama a atenção de qualquer um.
Para o futuro próximo, é esperado que o Apple Watch normal de 2024 ganhe um redesign, mas a próxima grande atualização do Apple Watch Ultra é esperada para 2025 ou 2026 quando ele ganhará uma tela microLED. Ou seja, pode escolher este modelo sem arrependimentos.
Leia mais:
O post Análise: Apple Watch Ultra 2, impossível não gostar apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: iPhone 15 Pro, o melhor em quase tudo apareceu primeiro em Nova Post.
]]>No último mês, o Nova Post vem testando o iPhone 15 Pro na cor Azul Titânio, cedido pela Apple, e te conta todos os detalhes desse novíssimo celular.

Ao primeiro olhar, o iPhone 15 Pro pode até parecer com o iPhone 14 Pro, já que ambos compartilham a Dynamic Island, mas é necessário pouco para perceber as diversas diferenças entre os modelos.
Logo de cara, ao segurar os novos iPhones, é notável o quão mais finos e leves eles ficaram. Além de encaixarem mais facilmente na mão, há uma diferença de quase 20g do iPhone 15 Pro para o iPhone 14 Pro (187g e 206g, respectivamente).
Se você, assim como eu, sair de um iPhone 14 Pro Max (com suas pesadas 240g) para um 15 Pro, perceberá o quão mais fácil ficou usar o celular ao longo do dia. Não só as 6,1 polegadas são ideais para que você use o celular com uma mão só, o fato dele ser mais leve e ligeiramente menor o tornam ainda mais práticos.
Essa mudança se dá graças ao novo acabamento de titânio, que substitui o aço inoxidável. Com isso, é mais difícil notar marcas de dedo no celular ao usá-lo sem case, apesar de que perto dos botões é possível ver uma súbita diferença de cor entre onde o seu dedo tocou e onde não. Dito isso, nada como uma flanelinha para deixar a cor uniforme novamente.

Nesta geração, a Apple apostou em cores mais sóbrias devido à dificuldade em colorir o titânio. As cores favoritas dos usuários são o Titânio Natural e Titânio Branco. Apesar do Titânio Azul lembrar bastante o iPhone 12 Pro na cor Pacific Blue, vale notar que batidinhas e arranhões no chassis do iPhone o fazem perder a cor – o que não deve ser tão aparente nas versões branca/natural. Há também a opção em Titânio Preto que parece bem bonito.
Dito isso, nada como utilizar uma case para proteger o celular contra possíveis quedas.

Uma novidade importante no iPhone 15 Pro é o fim da chavinha do silencioso para um novo Botão de Ação. Com ele, basta apertar e pressionar o lado esquerdo superior do iPhone para performar uma ação.
Na minha matéria de primeiras impressões, a ideia era manter o Modo Silencioso como função específica, mas a verdade é que como o meu celular está sempre no silencioso, eu estava matando esta funcionalidade.
Decidi, portanto, usar um atalho criado pelo meu amigo Willian Max (desenvolvedor do SongCapsule) para sempre tocar minhas músicas baixadas em modo aleatório. Não só eu tenho usado muito mais o Botão de Ação, como acredito que a melhor opção para este recurso é usar e abusar do app Atalhos, criando ações únicas. Confira mais dicas sobre este recurso aqui.

Após anos de chips Bionic, a Apple abandonou a nomenclatura em seu primeiro processador com fabricação de 3nm. A partir de agora, o chip que é o coração do iPhone 15 Pro se chama A17 Pro.
Apesar do ganho em velocidade de processamento não ser muito superior ao A16 Bionic – algo em torno de 10% – o foco deste chip está no redesign de GPU, que garante novas experiências de jogos e realidade aumentada.
Além de ser um fã de Pokémon Unite, que exige bastante do smartphone por precisar de uma boa conexão online sem queda de frames, tive a chance de testar o Resident Evil Village, um jogo dos consoles de última geração e que roda no iPhone 15 Pro igual rodaria em um PlayStation ou Xbox.
Não só esse chip abre possibilidade para outros jogos AAA chegarem ao iPhone, como a GPU redesenhada traz ray-tracing por hardware, que é quatro vezes melhor do que no iPhone 14 Pro. Com isso, a refração da luz é muito mais real, garantindo uma maior imersão nos jogos.
O A17 Pro também garante melhorias no Machine Learning, no Neural Engine e nas câmeras. Nas tarefas mais pesadas, é perceptível que o chip esquenta – mesmo com o redesign interno do iPhone para garantir uma melhor dissipação de calor – mas pelo menos nos meus testes, não percebi a performance diminuir com o processador esquentando. A bateria, no entanto, a gente já fala mais.
Entre as novidades das câmeras, está o novo modo de 24MP de super-resolução padrão (que faz uso da lente principal de 48MP). Além disso, é possível mudar a distância focal entre 24 mm, 28 mm e 35 mm, assim o usuário garante cliques mais rápidos na configuração preferida.
Com o Smart HDR 5 e o Photonic Engine utilizando o novo chip A17 Pro, as fotos parecem mais reais e contam com mais profundidade. Problemas com superexposição ou céus irreais parecem menos frequentes no iPhone 15 Pro do que no iPhone 14 Pro.

Umas das principais novidades para mim é o fato do Modo Retrato agora estar embutido em qualquer clique padrão. Quando o iPhone identifica um rosto, um cachorro ou um gato, um ícone “f” aparece no canto inferior esquerdo. Isso significa que você pode posteriormente adicionar um desfoque no fundo da imagem, garantindo um bokeh real, mas sem precisar de fato tirar uma foto em Modo Retrato. Vale dizer que tocar em um objeto também pode garantir o mesmo efeito. Eu, particularmente, acho que o desfoque do fundo está melhor do que nunca.

Fora isso, as câmeras de maneira geral seguem com os mesmos sensores, mas a adição dos 24MP em vez de 12MP fazem grande diferença para melhorar a resolução.

Mesmo sem o zoom de 5x óptico do iPhone 15 Pro Max, gosto da experiência geral de dar zoom no iPhone 15 Pro – mesmo que a melhor qualidade se limite aos 3x. Umas das melhores qualidades dessas câmeras é alternar entre as lentes sem perceber diferenças nas cores das imagens. Como você pode ver em 0.5x, 1x e 3x abaixo:



Para profissionais de vídeo, poder gravar em Apple Log torna a pós-produção muito mais prazerosa, ao ser infinitamente mais fácil editar os conteúdos garantindo ainda mais qualidade. Graças à porta USB-C, também é possível gravar diretamente em um SSD para que o seu iPhone não fique sem armazenamento.

Mais para frente, prometo compartilhar outros cliques com o iPhone 15 Pro, explorando um pouco mais as câmeras. Segue abaixo uma foto da lente ultra-grande angular, que me agrada bastante nesta geração.

Um dos motivos de eu ter demorado a publicar esta análise devia-se à bateria. Enquanto nos primeiros dias é normal que a bateria do iPhone acabe mais rápido, ver as semanas passar não mudou muito a minha experiência.
Em um uso normal consigo ir das 7h até às 17h antes do iPhone me notificar que está com menos de 20%. Em dias que preciso fazer algumas ligações extras de FaceTime – ou quando passo um pouco mais de tempo nas redes sociais – não é incomum precisar carregar o celular às 14h ou 15h.
Apesar do A17 Pro prometer um consumo mais eficiente – e a bateria deste celular ser ligeiramente maior do que a geração anterior – é muito difícil dizer que ele aguenta um dia inteiro fora da tomada. Foram poucas as vezes que consegui atingir isso, mas a verdade é que me vejo carregando o iPhone no meio da tarde e também na hora que eu vou dormir.

Mesmo com o iOS 17.0.3 e o iOS 17.1 tecnicamente terem corrigido um uso excessivo da bateria por alguns aplicativos de terceiros, a verdade é que a Apple precisa melhorar suas otimizações, pois a bateria, um mês após ter começado a testar este aparelho, continua bem abaixo do esperado em um top de linha.
No longo prazo, isso significa que estou gastando os ciclos dele mais rapidamente e que vou precisar colocá-lo cada vez mais na tomada. Por mais irônico que pareça, a única maneira de preservar a bateria é não utilizar o iPhone – mas até aí, de que adianta ter o último lançamento?
Dito isso, os domingos costumam ser os dias que o celular da Apple aguenta o dia inteiro com folga, pois estou ocupado lendo um livro, saindo para almoçar ou correr e deixo o celular para trás.
O lado bom é que é possível carregá-lo 50% em até 30 minutos – e uma carga de 100% precisar de menos de 1h30 com um carregador mais potente. Mas mesmo assim, sigo batendo na tecla de que a Apple precisa urgentemente melhorar a bateria dos seus iPhones. Tive uma péssima experiência com o iPhone 14 Pro Max e ela não parece muito melhor com o 15 Pro. Com isso, a dica é manter sempre um carregador por perto.

De longe, uma das principais novidades do iPhone 15 Pro é a sua porta USB-C. Ao substituir o Lightning, a Apple foi bastante generosa em garantir que o usuário dos novos iPhones possa aproveitar como quiser essa porta.
É possível conectar um microfone de podcast, fones de ouvido, SSDs externos, monitores e quase qualquer outro periférico que conte com um cabo USB-C. Não só o iPhone consegue lê-lo, como também interagir com ele.
Entre as minhas funções preferidas está poder colocar o microfone de podcast nele e também utilizar os EarPods com USB-C ou o Beats Studio Pro com o celular.
Também é muito conveniente que o mesmo cabo do iPad e do Mac funcionam com o iPhone 15 Pro. Dito isso, é engraçado estar entre amigos e não poder pegar “o cabo do iPhone” emprestado, porque a maioria do pessoal ainda está com um iPhone com porta Lightning.

O iPhone 15 Pro começa a partir de R$ 9.299 no modelo de 128GB – um preço inferior ao praticado com o iPhone 14 Pro. No modelo Pro Max, a Apple descontinuou a versão de 128GB e começa a oferecê-lo com 256GB. Também há versões de 512GB e 1TB de armazenamento. De maneira geral, 256GB é a melhor opção para grande parte dos usuários.
Eu tenho aproveitado muito este iPhone. Os pontos positivos dele são fortes, como o fato dele ser mais leve e as câmeras mais precisas, mas é uma pena que a bateria deixe tanto a desejar.
Também, parabenizo a Apple por finalmente ter mudado para o USB-C e por trazer o novo chip de ultrabanda larga de segunda geração que permite encontrar outro amigo com iPhone 15 na multidão e também permite que o Apple Watch Series 9 ou Ultra 2 usem a Busca Precisa para achar o iPhone 15 pela casa.
Ver este novo chip em ação me deixa ansioso para os futuros lançamentos da Apple com esta tecnologia, como uma segunda geração de AirTags.
O post Análise: iPhone 15 Pro, o melhor em quase tudo apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Samsung Galaxy Z Flip5, descolado e potente apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Mesmo tendo acompanhado alguns dos primeiros lançamentos de dobráveis da Samsung, eu nunca tinha passado um tempo com estes smartphones para entender se eles eram suficientemente bons para serem usados como meu telefone principal.
Felizmente, a Samsung cedeu ao Nova Post pelas últimas semanas o Galaxy Z Flip5 na cor preta e abaixo eu conto as minhas impressões sobre este dobrável. Mas já adianto: de fato é possível juntar especificações de ponta com um design único. Você também pode assistir a um rápido review no vídeo a seguir.

O que eu mais gosto no Galaxy Z Flip5 é como ele dobra igual uma celular de antigamente. Não tem nada mais nostálgico e tecnológico do que uma tela de 6,7 polegadas dobrando na sua frente. E, não tem jeito, ele sempre chama atenção quando você o tira do bolso.
No Brasil, a Samsung aposta nele também nas cores rosa e verde e marfim. O celular conta com uma infinidade de acessórios para deixar claro que este smartphone é pra quem tem personalidade forte e quer sair do “mais do mesmo” das demais fabricantes.
O Galaxy Z Flip5 tem um acabamento premium de aço inoxidável nas laterais e, pela primeira vez na linha, o telefone fecha completamente. A Samsung diz que não apenas ele é 20% mais resistente do que a geração anterior, como o Z Flip também tem proteção IPX8 contra água.

Ele é visualmente agradável de se olhar e essa geração traz uma tela exterior de 3,4 polegadas que permite algumas funções bonitinhas, como rápido acesso ao calendário, previsão do tempo, ver prévias de foto ou até tirar uma selfie com a qualidade das câmeras principais. É muito legal mesmo.
Por fim, vale a pena notar que não me acostumei com a altura do leitor de impressão digital. Com certeza está no lugar certo (na lateral direita do meio para cima), mas acho que a minha memória muscular não anda muito boa e demoro um pouco para conseguir desbloquear o telefone.

Para garantir que o Galaxy Z Flip5 dobre, a Samsung não pode colocar a mesma tela do Galaxy S23 Ultra neste aparelho, mas ainda assim ela entrega um ótimo display com taxa de atualização variável, cores fidedignas e bastante brilho.
Com 6,7 polegadas – o mesmo tamanho de tela do maior iPhone – eu acho que o celular aposta num formato de display muito estreito (22:9). Para digitar mensagens tudo fica muito juntinho, ver Stories do Instagram trazem barras pretas nas extremidades e a maioria dos vídeos não usam esse formato para uma experiência imersiva.

Além disso, muitas pessoas dizem que você nem percebe o vinco quando está utilizando o aparelho depois de um tempo, mas passar a mão por ele sempre deixa muito claro que ele está ali. Não é algo que vai atrapalhar a sua experiência digitando uma mensagem, vendo um vídeo ou jogando um jogo, mas é inegável que ele está sempre presente.
Também me preocupa por quanto tempo o smartphone vai durar. Já ouvi alguns relatos de consumidores com o Galaxy Z Flip4 que um belo dia eles abriram o aparelho e a tela estava toda rachada. Em testes, teve quem conseguiu dobrar o celular 200 mil vezes antes de algum defeito, mas isso não deveria acontecer com mais ou menos um ano de uso. Aqui, infelizmente, só o tempo pode nos dizer – mas para o consumidor, ver isso acontecer com o seu dispositivo é, no mínimo, decepcionante.

Um ponto positivo do Galaxy Z Flip5 é utilizar o mesmo processador Snapdragon 8 Gen 2 for Galaxy da Qualcomm que a linha Galaxy S23 utiliza. Ele permite 30% mais potência de CPU, 40% a mais de GPU e uma melhora de mais de 40% de processamento em tarefas de inteligência artificial em relação ao outro chip.
Além disso, o smartphone conta com 8GB de memória RAM e opções de 256GB e 512GB de armazenamento interno. Uma novidade dos celulares Android é que empresas estão apostando na RAM dinâmica, ou como a Samsung chama, RAM Plus. Isso permite que você expanda mais 8GB a sua RAM ao fazer uso do armazenamento interno como suporte para a memória, o que ajuda a garantir um multitasking melhor em situações que demandam mais do aparelho.
Em outras palavras, o Galaxy Z Flip5 roda tão bem quanto qualquer smartphone premium. Você não vai ter problema com battle royales online (tirando o celular ligeiramente esquentando), vai poder conversar no WhatsApp, mexer nas rede sociais, gravar vídeos e tudo mais sem problemas. Aqui, não tem nada para falar deste aparelho.

Eu nunca fui fã da câmera frontal da Samsung. Seja pelos filtros de beleza que parecem ativados mesmo quando você desativa quanto pela qualidade noturna, eu sinto que o Galaxy Z Flip5 tira esse estigma de vez. Não porque a câmera frontal do aparelho seja boa, na verdade, a sua lente de 10MP deixa um pouco a desejar, mas é porque você não precisa utilizá-la – exceto se for fazer uma chamada de vídeo.

Como o celular dobra, basta utilizá-lo fechado para aproveitar o conjunto de lentes principais. Com a mesma qualidade do Galaxy S23, você tem duas câmeras de 12MP; uma tem abertura f/2,2 e a outra ultra-wide traz foco automático e abertura f/1,8. Elas são ótimas para qualquer situação.

Fotografar objetos, foto com os amigos, paisagens, comidas… Tudo sai bastante bonito e mesmo sem contar com uma lente para zoom óptico, é possível forçar um pouco a barra sem perder qualidade.

O mesmo vale para fotos noturnas. Além das boas especificações de hardware, a Samsung aposta no pós-processamento para garantir bons cliques a qualquer hora do dia.

Com isso, eu diria para você nem se preocupar com a câmera frontal, já que você não vai querer parar de fazer fotos e gravar vídeos usando as lentes principais com o celular fechado.

Outro ponto positivo do Galaxy Z Flip5 é que a Samsung finalmente conseguiu colocar uma boa bateria nele. Com 3.700 mAh, é possível passar pela maior parte das jornadas de trabalho com ele sem se preocupar com uma carga extra.
Mesmo com redes sociais, um pouco de jogos e ouvindo música, dava para chegar ao fim do dia com bons 30% sobrando. Além disso, ele pode ser carregado de 0% a 50% em até 30 minutos com um tempo total de carregamento de 1h30. Também é bacana que é possível carregar o dispositivo com um carregador Qi – ah, o carregador e o cabo vêm na caixa.
O Galaxy Z Flip5 conta também com padrão Wi-Fi 6E, algo que apenas os smartphones top de linha têm, Bluetooth 5.3 e sensor NFC. Algo que gostei bastante no dispositivo é que ele tem suporte ao Dolby Atmos, portanto posso ouvir minha biblioteca de músicas do Apple Music com essa qualidade ao utilizar o Beats Studio Buds+, por exemplo.
Por fim, vale notar que o aparelho conta com Android 13 e a One UI 5.1, que traz algumas funções exclusivas dos aparelhos da Samsung, como o Modo Flex, que divide a tela em dois apps, o Modos e Rotinas, que funciona igual o Modo Foco da Apple, pasta segura e mais. A Samsung também se compromete a trazer atualizações para este dispositivo por mais quatro anos.

Lançado por R$ 7.999 na versão de 256GB, é possível encontrá-lo por R$ 3.999 no varejo, o que é um preço bastante competitivo para um celular topo de linha. Além disso, este celular não é apenas um smartphone premium, como também é um dobrável, deixando aquele mais do mesmo de lado e trazendo um ar muito mais descolado e jovem para quem escolhe este modelo.
Definitivamente, se você está buscando algo diferente como próximo smartphone, o Galaxy Z Flip5 é a opção ideal, já que a Samsung melhorou pontos importantes dele como maior bateria, melhor câmera e maior resistência.
O post Análise: Samsung Galaxy Z Flip5, descolado e potente apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Mac Studio com M2 Max, o desktop dos sonhos apareceu primeiro em Nova Post.
]]>Nas últimas semanas, o Nova Post vem testando o Mac Studio com processador M2 Max e 32GB de RAM cedido pela Apple, junto do Studio Display, que já foi analisado aqui. Abaixo, você confere as minhas impressões sobre este produto, que não só mudou a minha relação com o home office, mas como também tem me ajudado a ser mais produtivo.

O Mac Studio (2023) é idêntico ao modelo lançado em 2022. Costumeiramente chamado de um Mac mini em cima do outro, este produto pesa 2,7 kg e tem 9,5 cm de altura por 19,7 cm de comprimento e profundidade. Feito de metal escovado, ele traz um recorte na parte superior com o logo da Apple em uma finalização lustrosa, assim como nos MacBooks atuais.
Na parte de baixo, ele tem inscrito Mac Studio e traz diversos furinhos para ajudar na ventilação da máquina, assim como na parte traseira. Ao colocá-lo na mesa, é praticamente impossível ver as saídas de ar, então é quase como se ele fosse uma peça única de metal, completamente envelopada, dando um visual bastante premium e elegante para qualquer mesa de escritório – e, claro, é a combinação perfeita com o Studio Display.

Dito isso, apesar da parte de fora parecer igual, nem todas as portas de fato são. O Mac Studio com processador M2 Max traz uma entrada HDMI 2.1, que pode transmitir imagens em 8K a 60Hz ou 4K a 240Hz com suporte a taxa de atualização variável, HDR e multicanais de áudio.
Já na parte de dentro, a Apple o redesenhou para melhorar sua dissipação de calor e evitar que as ventoinhas sejam utilizadas ou que a máquina superaqueça. Nos meus testes (e isso eu vou falar mais abaixo), nunca ouvi o barulho dela, mesmo ao editar vídeos ou quando o sol esta diretamente no computador.
O Mac Studio com M2 Max conta com:

Estas portas são mais do que suficientes para quem precisa conectar múltiplos monitores e acessórios. O leitor para cartão de câmera é mais do que bem-vindo e a diferença deste modelo para o com chip M2 Ultra é que as portas dianteiras também usam a tecnologia Thunderbolt, que garante velocidade maior para transferir dados ou carregar outros produtos, como um iPhone ou até um MacBook Pro de 14 polegadas.
O Mac Studio pode ser configurado com até 192GB de RAM com o chip M2 Ultra e até 8TB de armazenamento. Ao todo, ele pode ter um desempenho de CPU até 3,3x mais rápido que a geração anterior, um desempenho de GPU 6,1x mais rápido e aprendizado de máquina até 5,9x mais rápido, aguentando até 22 streams de vídeo 8K ProRes 422. Em outras palavras, é impressionante até onde este desktop pode ir.
Dito isso, o modelo cedido pela Apple para o Nova Post é a versão de entrada com 32GB de RAM e processador M2 Max. A diferença é que em vez de ter 512GB de armazenamento, ele tem 1TB.

Nestas configurações, ele é similar ao MacBook Pro de 14 ou 16 polegadas de 2023, que também pode ser configurado com o chip M2 Max, 32GB de RAM e 1TB de armazenamento. A diferença, claro, é que enquanto um modelo você pode levar para todos os lugares, este acaba sendo focado para uma experiência de escritório, já que é necessário conectá-lo a um monitor e aos periféricos (teclado e mouse).
Ao compará-lo com o meu último MacBook, um modelo com chip M1 Pro e 16GB de RAM, é como se eu pudesse fazer tudo o que eu fazia nele, mas com ainda mais velocidade e utilizando aplicativos que super demandam mais poder de processamento, mas sem precisar fechar outros softwares para ter o melhor desempenho.
Como jornalista, a maior parte do meu trabalho é focado em edição de textos e pequenas edições de imagem, o que, claro, o Mac Studio lida como se ele nem estivesse se esforçando. Como criador de conteúdo em construção, utilizar aplicações como o GarageBand, Photomator ou o Final Cut Pro X, também rodam sem problema nenhum.
Especialmente com o Final Cut, eu posso editar vídeos em 4K vendo a resolução real da gravação sem ter drop frames ou ter a máquina engasgando. É realmente uma experiência única.

A Apple diz que o processador M2 Max do Mac Studio de 2023 tem potência para enfrentar desafios de “quase todos os tamanhos”, seja para gravar suas próprias batidas sonoras, mixar músicas com qualidade profissional, editar seu primeiro vídeo ou adicionar efeitos a um longa metragem.
Em comparação ao M1 Max, esse chip traz:
Nos nossos testes com o Geekbench 6, os resultados de single core foram 12% superior ao M1 Max, 17% superior no multicore e uma melhora de 36% na GPU.

Este é um salto considerável entre gerações, principalmente ao pensar que este chip bate o M1 Ultra – o melhor processador da Apple em 2022 – nos resultados single core de CPU e os de GPU, perdendo apenas para os resultados no multi-core.
Isso significa que não só os processadores da Apple são tão impressionantes quanto players conhecidos do mercado Windows, mas graças à otimização entre sistemas e programas dedicados, tanto o M2 Max quanto o M2 Ultra brilham em edições pesadas de vídeo, modelagem em 3D e muito mais.
Para quem utiliza aplicações que usam inteligência artificial, que precisam identificar objetos, pessoas, cenas, etc, a atualização de um chip da família M1 para o M2 Max é gritante, já que a melhora no aprendizado de máquina é um dos pontos fortíssimos deste processador.

Com especificações de hardware de ponta, nada mais justo do que o sistema operacional acompanhar toda essa potência, não é mesmo? Bem, nem sempre. O Mac Studio com M2 Max foi anunciado junto da prévia do macOS Sonoma, o sistema operacional que a Apple vai lançar nos próximos meses.
Dito isso, para fazer esta análise, eu segui rodando o macOS Ventura, que se encontra na versão 13.5.1 e que é a mais nova e mais estável que um Mac pode rodar e que já está sendo aperfeiçoado pela Apple há quase um ano.
Apesar do sistema contar com integrações importantíssimas entre dispositivos – como, por exemplo, me deixar usar a tela do iPad como continuação do Studio Display ou utilizar a câmera do iPhone para chamadas de vídeo do Mac, etc – ele sofre com alguns engasgos que não condizem com a potência que ele tem.
Especialmente, falo aqui do Safari. Já faz um tempo que ele tem apresentado problemas para manejar RAM e garantir que tudo rode perfeitamente. Por exemplo, ao escrever um longo artigo ou ao manter diversas páginas abertas, é normal que apareça uma mensagem dizendo que a página está requerendo demais do sistema e que ela precisa ser recarregada. Com isso, não só há um atraso nas informações mostradas, como diversas vezes vi o Mac travar por causa do navegador.
Para evitar estas questões, tenho usado o Microsoft Edge, que tem sido mais responsivo e faz jus a todo o poder do Mac Studio com M2 Max.
Fora isso, estou com boas expectativas em relação ao macOS Sonoma, que, apesar de não trazer tantas funções quanto versões passadas do sistema, foca em melhorias do software – e eu acho que é isso que a Apple precisa focar, porque o hardware, de maneira geral, está muito bom, seja ao falar de MacBook, de Mac Studio ou qualquer outro produto da empresa.

O que eu acho mais interessante no Mac Studio é que tudo nele grita potência, mas ele tem um design tão charmoso, que não parece uma peça intimidadora como é o caso do Mac Pro. Enquanto o Mac mini tem uma carinha mais de tarefas diárias – o que não é verdade porque ele também faz absurdos – o Mac Studio é mais parrudo, cheio de portas e pode ser configurado com o melhor processador disponível da Apple.
Dito isso, o modelo de entrada não deixa a desejar por nada. Apesar de ser possível conseguir as mesmas configurações com o MacBook Pro, o M2 Max é ideal para um desktop.
Ou seja, apesar de você perder a mobilidade de um MacBook, você pode desbloquear todo o potencial do M2 Max, já que o Mac Studio tem espaço de sobra e ventoinhas dedicadas para que o processador chegue ao limite sem engasgar, enquanto usuários de MacBook geralmente preferem prolongar a bateria durante o uso em vez de ficarem conectados a uma tomada após apenas algumas horas de uso.
A minha dica para quem está de olho neste desktop é entender o fluxo de trabalho. Se edição de vídeo ou de foto é uma parte importante, recomendo atualizar armazenamento interno. E se você realiza muitas tarefas pesadas ao mesmo tempo, pode ser que 32GB de RAM seja um impedimento ao longo prazo, mas o M2 Max é mais do que suficiente

O Mac Studio com M2 Max começa em R$ 22.999,00, preço inferior ao MacBook Pro com mesmo chip que tem preço inicial de R$ 36.999,00 na versão de 14 polegadas. Com uma diferença brutal de valor, é importante lembrar que este desktop não vem com nenhum acessório, portanto é importante colocar na conta o monitor que você vai usar – e se for um Studio Display, são mais de R$ 16.000,00 nessa equação – além do mouse e do teclado – que as opções da Apple também são acima de R$ 1.000,00.
Se a barreira do dinheiro não for um impedimento, o que eu posso dizer é que esta é uma daquelas máquinas resistentes ao futuro. Você vai usá-la por anos a fio junto do Studio Display e os acessórios Magic Keyboard e Magic Mouse da Apple.
Não tenho pontos negativos nesta análise que digam “cuidado com X, porque pode dar problema no futuro” ou coisa parecida. Pelo lado do software, a Apple sempre está trabalhando para melhorá-lo e o que não faltam são opções de aplicativos para o usuário escolher.
Por isso, se é potência ao máximo que você procura, você acaba de achar o seu desktop perfeito – que é o Mac Studio.
O post Análise: Mac Studio com M2 Max, o desktop dos sonhos apareceu primeiro em Nova Post.
]]>O post Análise: Apple Studio Display, o melhor monitor para o Mac apareceu primeiro em Nova Post.
]]>A espera por uma opção mais em conta e voltada para o público geral parecia fazer uma eternidade, já que antes dele, a Apple havia lançado a sua última tela em 2011 com o Thunderbolt Display.
Dito isso, achar uma opção de monitor para o Mac nesta última década não foi fácil, especialmente um que atingisse os principais desejos dos consumidores, como alta resolução, um design atrativo com materiais resistentes, webcam embutida e um bom tamanho.
Felizmente, a Apple trouxe isso com o Studio Display. Durante o último mês, o Nova Post vem testando o monitor cedido pela companhia e conta os principais pontos positivos e negativos nesta análise. Se preferir, você pode assistir ao vídeo review com os principais pontos.
O Studio Display é um dos monitores mais bonitos disponíveis no mercado brasileiro. Com acabamento em alumínio, ele tem uma base firme em L, que lembra os icônicos iMacs antes da atualização de 2021, só que com bordas mais finas. A webcam fica escondida na parte superior da tela e você só percebe que ela está ali enquanto faz uma ligação de vídeo.

As saídas de som do Studio Display estão na parte inferior e superior da tela. O cabo principal de força passa através de um buraco na base de alumínio na parte inferior, que também aloja uma porta Thunderbolt 3 e três portas USB-C. O modelo cedido pela Apple não conta com base ajustável de tamanho ou de rotação, mas é possível mexer na inclinação dele.

De maneira geral, o Studio Display é uma peça muito bonita em qualquer escritório e cai muito bem ao lado do Mac Studio, Mac mini, ou de um MacBook sendo usado como fonte de informação.

Além disso, são pouquíssimas as opções no mercado brasileiro que contam com um design premium, já que muitas fabricantes optam pelo uso do plástico. Juntando isso, ainda existem outros pontos positivos que tornam este monitor único e também o mais aconselhável para qualquer usuário do Mac.
O Apple Studio Display conta com uma tela retina 5K de 27 polegadas (resolução de 5120 x 2880 pixels a 218 ppp). Em outras palavras, é como olhar para o último iMac de 27 polegadas lançado pela Apple ou o iMac Pro, só que com menos bordas.
Um monitor com tela retina significa que o olho humano não consegue distinguir os pixels no painel, fazendo com que as imagens mostradas pareçam saltar aos olhos. Com brilho máximo de 600 nits e taxa de atualização de 60Hz, é possível enxergar o monitor mesmo quando o ambiente está bastante iluminado ou há um pouco de luz direta contra ele.

Dito isso, é preciso notar que se você pretende usar o Studio Display contra a luz, o ideal é escolher pelo modelo com nano-texture, que traz uma “película” para evitar o reflexo da luz. No meu dia a dia, o sol e luzes de maneira geral não batem na tela, então a experiência com ele é sempre positiva, tendo um pouco de reflexo apenas quando o sol está na minha direção.
Seja para editar vídeos, arrumar uma foto ou assistir um vídeo, é impressionante a qualidade do monitor. As cores são fidedignas, não há distorção da imagem mesmo olhando-o de um ângulo mais inclinado e o brilho é suficiente até para os usuários mais exigentes.

Porém, apesar do monitor ser muito, muito bom, ele não se compara à tecnologia disponível nos novos MacBook Pro da Apple. Eles contam com uma tela miniLED, que praticamente individualiza os pixels da tela para garantir uma precisão ainda maior de cores e também trazendo um pico máximo de brilho de até 1.600 nits ao assistir ou editar conteúdos em HDR.
Falando em HDR, este é um dos pontos negativos do monitor para aqueles que buscam uma opção para editar fotos ou vídeos com essa tecnologia, já que ele não traz essa função. Com isso, não é possível saber, olhando para o Studio Display, como ficará a imagem final. Para isso, a Apple recomenda o Pro Display XDR, que custa três vezes o valor da tela analisada pelo Nova Post – ou claro, um MacBook Pro de 14 ou 16 polegadas.
Outro ponto que também faz falta para os usuários mais exigentes é a taxa de atualização a 120Hz, como no iPhone 14 Pro, no MacBook Pro e no iPad Pro. A Apple chama essa tecnologia de ProMotion e basicamente ela torna as animações mais fluidas, seja ao abrir um aplicativo, digitar no Safari e por aí vai. Este vídeo aqui mostra o comparativo de uma tela 60Hz e outra de 120Hz em slow motion, caso você nunca tenha percebido a diferença.

Dito isso, mesmo tendo um MacBook Pro com uma tela de qualidade superior e com ProMotion, sinto que as 27 polegadas do Studio Display impactam mais o meu fluxo de trabalho do que o contrário.
Além disso, o macOS é tão otimizado que não é como se você fosse perceber alguma animação fora do lugar. Então mesmo que eu gostaria que a Apple tivesse marcado alguma dessas caixinhas (seja o HDR, o miniLED ou o ProMotion), ainda recomendaria o Studio Display tranquilamente.

Se você acha que depois do design e da qualidade de imagem, a análise chegou ao fim, espere mais um pouco, afinal, o Studio Display ainda conta com diversos pontos positivos e que o tornam uma escolha certeira entre uma competição quase inexistente entre outros modelos de monitor.
Começando pela câmera, ele traz uma lente ultra-angular de 12MP com ângulo de visão de 122° e abertura ƒ/2.4 – similar ao do iPhone 11. Porém, o que torna esta câmera tão especial é a função de Palco Central, que quando você está em uma ligação do FaceTime ou em uma conferência de trabalho, você sempre está em primeiro plano. Caso você se mova ou mais uma pessoa apareça na imagem, a câmera se ajusta para garantir que todo mundo esteja no centro – e é bem legal.

Apesar de ambientes com pouca luminosidade – ou luz indireta – mostrarem mais ruído na imagem, como na foto compartilhada acima, luz natural ou uma ringlight na parte superior do Studio Display garantem uma qualidade profissional para ligações e videoconferências.
O Studio Display também conta três microfones para que mesmo as reuniões que você fizer sem os seus AirPods, a qualidade do seu áudio saia sempre limpa e clara, já que ele também conta com filtragem espacial direcional e no canto superior direito da tela, você pode entrar na Central de Controle e ativar o modo de isolamento de voz

Um dos pontos surpreendentes é a qualidade de som do Studio Display. É como dizer: Apple, você não tinha o direito de criar um monitor com uma qualidade de som melhor do que caixas dedicadas para esta função.
O Studio Display traz um sistema de seis alto-falantes de alta fidelidade e woofers com cancelamento de força. Em outras palavras, dá para incomodar um vizinho ao colocar o som ao máximo – e o que o torna tão impressionante é que o áudio não distorce e os baixos são bem marcantes. Eu acho interessante passar a mão próximo das bordas do monitor para ver como o som está sendo propagado.
Inclusive, ele tem suporte total ao Dolby Atmos e é muito bacana ver séries ou ouvir músicas em que você percebe os diferentes canais passeando pela tela. Como há muitos monitores que nem saída de áudio têm, ouvir um que tenha uma qualidade tão boa é impressionante.
Por fim, a Apple lida com todas essas funções descritas acima, incluindo a câmera com a tecnologia do Palco Central, com o chip A13 Bionic, que é o mesmo presente na linha do iPhone 11.

Com mais este ponto positivo, o Studio Display opera essas funções sem precisar “roubar” o poder de processamento do Mac linkado a ele, além de garantir atualizações de firmware para melhorar e adicionar funções ao monitor.
Dito isso, apesar de contar com um processador próprio, ele não funciona como uma tela a parte, onde você pode só jogar o conteúdo via AirPlay ou utilizá-lo como uma Smart TV, como outras empresas estão apostando.
Por fim, ele traz quatro portas independentes para que o usuário tire proveito delas, uma com Thunderbolt 3.0 (que garante uma transferência mais rápida de dados ou de carregamento) e três portas USB-C padrão (que servem tanto para transferir dados quanto carregar um acessório, por exemplo).

O Apple Studio Display custa R$ 16.599,00, mas pode chegar a R$ 23.899,00 caso o usuário opte por uma base que ajuste a altura da tela ou com a tecnologia nano-texture. Apesar do valor elevado, não há competição no mercado para este produto.
O mais próximo disso é o monitor ViewFinity S9 da Samsung, mas que ainda não tem previsão de chegar ao país. No exterior, ele custa o mesmo valor do Studio Display, então a diferença do preço não deve ser tão discrepante uma vez que ele chegue ao Brasil.
Para quem busca o monitor ideal para o Mac, seja para ter mais espaço para trabalhar ou mexer com edição, esta é a escolha certa. O Studio Display junta um design elegante com excelentes qualidades de imagem e som, além de contar com uma câmera embutida e três portas adicionais.
Leia mais:
O post Análise: Apple Studio Display, o melhor monitor para o Mac apareceu primeiro em Nova Post.
]]>